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RESÍDUOS ELÉTRICOS

ATENDA! ESTA CHAMADA É PARA SI.

ESCOLHA ENTRE UMA COLONOSCOPIA E UM SMARTPHONE.

Ver o Real Madrid vs Barcelona no Congo.
Consta que no mundo, um terço da população tem pelo menos um smartphone. Em sentido contrário e segundo a Organização Mundial de Saúde, apenas metade da população mundial tem acesso a cuidados básicos de saúde. O que tecnicamente significa que em muitos locais há malta sem médico de família, mas com acesso à internet. Dito de outra forma, algures no Congo é possível saber o resultado do último Real Madrid vs Barcelona mas é impossível marcar uma colonoscopia. Vá, do mal o menos. Se calhar aquela tonalidade vermelha nas fezes não quer dizer nada.

Um cemitério de memórias em sua casa.
Para aqueles a quem a expressão "Smells Like Teen Spirit" soa a nome de tratamento homeopático o "iphone" será muito  provavelmente a primeira marca de aparelhos  para "falar" de que têm memória. Contudo, o fabricante norte-americano dos lados da solarenga Califórnia ainda não tinha acordado para a comunicação sem fios, quando uns astutos Finlandeses decidiram, em 1990, lançar o primeiro NOKIA. Por altura dos Nirvana não havia quem não tivesse um dos seus modelos, fosse 5510 ou o mais popular de todos o 3310. Era inquebráveis, a bateria durava dias(!) e traziam com eles o jogo da "cobra". Apesar do sucesso, a NOKIA não estava sozinha no mercado. A Motorola, a Erikson, a Siemens, a Alcatel e a AEG disputavam o mercado dos "tijolos", competindo entre si para ver quem conseguia fazer o telemóvel mais pequeno e mais incompatível para quem tivesse dedos de um pedreiro. Nos dias que correm, grande parte destas marcas sucumbiu e fazem parte da história. Da história dos telemóveis, que aliás começa em 1973 com o primeiro Motorola, e que é de tal forma profusa, densa e pessoal que existe até um museu do telemóvel em cada habitação dos tais um terço da população mundial. Aliás, de certeza absoluta, há um museu destes em sua casa.

Na maior parte das vezes, quando o seu telemóvel toca, a chamada é para si. 
A frase é estúpida mas convenhamos, ter um museu do telemóvel em sua casa também o é. Se ainda não acredita, por favor levanta-se e vá até à gaveta dos cabos - sim, tem uma e nós sabemos. É aquela onde guarda um sem fim de cablagem de cobre com inúmeras e distintas entradas e que um dia (ahahahahahahaah) ainda lhe vão fazer falta (ahahahahahahaaha!). O seu museu pessoal do telemóvel deve estar na gaveta ao lado. Lá dentro, para além de todo um espólio de equipamentos que guardou por razões sentimentais ou de conteúdo impróprio, estarão ainda todas as caixas - imaculadamente guardadas, adaptadores incompatíveis, carregadores descontinuados, manuais de instruções (sim, porque antes havia manuais de instruções) e um emaranhado de headphones que nunca, mas nunca usou.

No fundo, não tem um museu. Tem uma mina.
Olhando para o seu aspeto de cantos suaves, ecrã luminoso, textura lisa e aspeto metalizado é difícil imaginar que este equipamento altamente tecnológico seja no fundo uma liga de metais e minerais fundidos e apertados entre si, mas é exatamente isso que o seu smartphone é. Independentemente do nome do fabricante ou do país que fecha a expressão "made in", o equipamento que segura nas mãos é fruto de uma operação global, protagonizada por um conjunto de empresas de cariz tecnológico, cujo nome certamente conhece, mas iniciada por um outro conjunto de empresas, bem menos glamorosas, cujo objeto é escavar e transportar minério de minas espalhadas pelo globo.

Há ouro nas gavetas de sua casa.
Há ouro, sílica, cobre, cobalto, lítio, Índio, Cério, Térbio e mais uma carrada de elementos da tabela periódica em total esquecimento na sua gaveta lá de casa. A ironia, é que a maior parte destes materiais são raros e para além disso, extraordinariamente difíceis de minerar. Algo que só se consegue recorrendo a maquinaria pesada e a processos altamente poluentes, como por exemplo, o recurso a mercúrio. Uma das substâncias mais poluentes quando falamos de água. Ora, se houvesse uma forma de obter estes materiais que não implicasse explosões, rebentamentos, perfurações, químicos, contentores, embarcações, camiões, gruas e que fosse tão simples como abrir uma gaveta era algo extraordinário, não era? Então, o que espera? Deixe-se de frescuras, apague as suas informações dos equipamentos e entregue-os para reciclar. Já são horas de acabar com o museu, certo?
 
LÁ FORA

SANDES DE QUEIJO, SUMMITS E OUTRAS EFEMÉRIDES.

DE CARLOS RAMOS A NOAMI OSAKA, PASSANDO POR SERENA WILLIAMS.

A "Summit" das tendências.
Nos dias que correm não há esquina nem efeméride que não tenha a sua própria “Summit”. É a “Summit” da água, da internet, do leite com chocolate, dos caramelos da Régua, dos enchidos de Redondo e atrevemo-nos a dizer, a “Summit” da própria “Summit”. Para aqueles que não sabem (“google it” - huahahahaha), “Summit” é a tradução do nosso português cimeira, para a língua nativa do Charles Dickens e que, por algum motivo que se desconhece, é a tendência mais atual da moda dos vocábulos aqui no burgo.

Os nomes próprios também fazem escola no mundo das tendências. Hoje, não há ninguém que mesmo nunca tendo "pegado" numa raquete não conheça ou pelo menos reconheça os nomes de Naomi Osaka, Serena Williams e claro, o mais recente motivo de "orgulho nacional" o Carlos Ramos. O homem dos nervos de aço e o árbitro acusado de sexismo numa partida de ténis. "Nos entretantos" e um pouco entre linhas, ficámos a saber que setembro foi o mais quente da história nacional e a Indonésia, entrou para a lista dos países mais "azarados" ao comprovar o muito português provérbio: uma desgraça nunca vem só. Um sismo e um tsunami sacudiram e lavaram a ilha de Celebes sem aviso prévio. Note-se que tsunami é também um vocábulo da nova vaga, new wave para a malta das “Summits”, já que nunca tantas vezes se utilizou este termo. Sinais dos tempos diriam uns, sinais do tempo diriam outros.

E tudo isto, enquanto sua excelência avia uma sandes de queijo. 
Se alguns nomes ganham a ribalta simplesmente porque sim outros, nem quando se demitem em direto lavados em lágrimas conseguem determinada façanha. Nicolas Hulot é provavelmente um desconhecido para a maior parte de nós, ainda que liderasse muito recentemente o Ministério do Ambiente do governo de Emmanuel Macron.

Para os mais distraídos, Emmanuel Macron é o presidente do destino preferido dos nossos emigrantes e o representante máximo de uma das maiores economias do mundo. Se a língua lhe está a escorregar para Luxemburgo não se detenha. Não está correto, mas está muito próximo de o estar porque é ali mesmo ao lado. O curioso das "modas" e das "tendências" é que é mais provável que o nome Jair Bolsonaro lhe diga mais que o do Nicolas Hulot ou até mesmo do que o de Macron, apesar do primeiro ser "apenas" um candidato à presidência Brasileira e os outros dois membros eleitos de um governo Europeu.

De volta a Nicolas Hulot 
"O meu coração está triste. A minha mente está livre. A minha consciência está em paz". Foi com estas palavras, ditas entre soluços, que Nicolas Hulot discursou em frente à porta do Ministério depois de se ter demitido das suas funções enquanto Ministro da pasta da energia e ambiente do atual governo francês em direto num programa da rádio francesa. A sua demissão não teve nenhum embaraço, escândalo ou sinal de corrupção. Deveu-se simplesmente à sua completa discordância com as medidas adotadas pelo seu governo nos temas das alterações climáticas e da energia. Medidas, com as quais não podia concordar. "… e para terminar, gostaria de dizer-vos: sejamos audazes… tenhamos a ousadia de ter esperança. Ousemos a utopia, porque a única utopia é a reprodução permanente de um modelo que não é uma solução, e que produz os mesmos efeitos. Sejamos disruptivos, sejamos inventivos, sejamos criativos, sejamos unidos".

De volta à sua sande de queijo.
Sabe aquelas embalagens de queijo, que por norma estão na zona dos frios dos supermercados e que para além de já virem fatiadas têm também entre elas uma fina folha de plástico para evitar que colem entre si? Sim? São mesmo práticas, não são? Aquele detalhe de terem finas folhas de plástico - não reciclável e de uma utilização só - faz mesmo a diferença não faz? Ainda por cima evitam que faça fila na zona dos queijos e enchidos, onde podia ter trazido exatamente o mesmo queijo, embalado numa única folha de papel. São uns minutos que se ganham e que valem bem a pena. Talvez não para malta como o tal do Hulot, que em prol das suas convicções entregou o cargo de uma vida, mas também sejamos sinceros, do que é que ele percebe de tendências? Quase de certeza absoluta que ele não faz a mínima ideia do que significa "Summit". Enfim, um parolo.
REDUZIR | CONSUMO

ESCOVAR OS DENTES? NÃO OBRIGADO.

DEIXE AINDA HOJE DE ESCOVAR OS DENTES E GANHE UMA NOVA CONSCIÊNCIA.

Yeap é verdade. Queremos que deixe de escovar os dentes.
Idos são os tempos em que a qualidade e brancura da cremalheira definia a nacionalidade do seu proprietário. As nossas, por oposição àquelas dos que se passeavam em Albufeira, eram desalinhadas, incompletas e em vez do branco brilhante vindo lá de fora, aparentavam um amarelo sujo, aqui e ali pontilhado com tiques de negrura e inevitavelmente comportavam a memória odorífica do assado do último domingo. Hoje, não há puto que não tenha "brackets" - outro dos vocábulos em voga que significa tão somente "aparelho" - e até mesmo alguns adultos, ostentam com "orgulho" aquilo que nos seus tempos de escola era motivo para "tanga". Ainda assim, e segundo um estudo recente feito em Portugal, a maioria dos inquiridos, entre  um telemóvel novo e um tratamento dentário, preferem gastar os seus euros no primeiro.  Alô, está lá?

Pobre por definição tem "maus" dentes.
Talvez por isso, nos dias de hoje ter um sorriso perfeito é, mais do que um sinal de saúde e boa higiene oral, um estatuto social que mostra que o seu proprietário tem dinheiro suficiente, o tempo necessário e as prioridades definidas  para ter o sorriso das estrelas (por prioridades entenda-se: o subsídio não se destina a pagar  o jogo de pneus do carro). Não admira por isso, que a malta dos sorrisos simétricos olhe para os seus semelhantes desalinhados com o mesmo desdém que os tatuados olham para os restantes "cagufas". Estar na moda é cumprir parâmetros e a moda de hoje não quer nada com as Vanessa Paradis desta vida.
Não obstante, a perfeição ou falta desta no piano de marfim, a maioria de nós independentemente da sua condição social, tem por hábito escovar diariamente a sua dentição. Talvez não três vezes por dia como devia ser. Talvez sem fechar a torneira enquanto "esfrega" e certamente sem primeiro passar fio dental, mas o hábito está lá, e mais ou menos por todo o mundo não há quem não se debruce no lavatório para higienizar, ou fazer que higieniza, a sua concavidade bocal.

Halitose vs ambiente.
Se fossemos poucos a lavar os dentes, o problema não se colocava. A questão é que somos muitos e como tal, a quantidade de embalagens de pasta dos dentes e escovas proscritas que todos os dias acabam no lixo é um problema grave. Não tão grave como o da halitose, mas igualmente um problema. Se as embalagens de dentífrico ainda "dão" para reciclar, o plástico das escovas simplesmente não dança essa música, e mesmo sabendo que serão poucos aqueles que seguem a regra da troca a cada três meses, quando falamos numa escala planetária, estamos mesmo, mas mesmo a falar de biliões de escovas que entre aterros e o fundo do oceano hão de cá estar muito para além da sua dentição.

A solução? É deixar de lavar os dentes.
Tenha calma porque não há palmo de cara que o(a) salve, se ao desalinhamento acrescentar tonalidades menos próximas do marfim. Também não precisa de ter aquele branco imaculado de louça sanitária - que aliás não é sequer a cor "natural" dos dentes -, mas dai até não lavar os dentes vai um curto caminho até à ostracização social. O que se pretende é que deixe de lavar os dentes com as escovas feitas no material que aparentemente serve para tudo, o plástico, e passe a usar escovas produzidas em material mais adequado ao tipo de uso previsto.

A estupidez vs o bambu.
Produzir um utensílio cujo tempo de vida útil aconselhado é de três meses num material que dura mais de quinhentos anos, que não é reciclável e cujo uso está de tal forma disseminado que não deve haver local no Planeta onde não exista uma escova dos dentes só pode ser fruto da mais perfeita estupidez. Daí que a simples ideia de produzir escovas de dentes feitas em outro material que não o plástico pareça uma ideia de génios, ainda que na realidade seja algo tão lógico como não enviar sms enquanto conduz.

Por incrível que pareça, não são muitas as ofertas de escovas de dentes isentas de plástico. O exemplo que lhe trazemos vem lá de fora e dá pelo nome de "sociedade da escova de bambu" o que como o nome deixa antever é o material escolhido para produzir as ditas escovas. Se quiser espreitar, o link segue abaixo. O custo de uma escova ronda os 5€ e 1% deste valor segue para ONG ligadas ao ambiente. Não fosse o facto de ao custo ambiental termos de adicionar o carbono do transporte esta opção não seria boa, seria ótima. A pergunta que fica é: será que não há ninguém interessado em fazer escovas com madeira local produzida por cá? Não estamos a falar em desenvolver um satélite. Apenas um cabo com cerdas para escovar. Vá, não há ninguém interessado?

Se querem espreitar é aqui: www.thebamboobrushsociety.com

p.s.: Última hora: todos os nossos leitores juntos podem não conseguir esgotar o estádio do Sport Clube Alcaçovense mas qualquer um deles poderia substituir os técnicos do VAR nos jogos da primeira liga. Assim e segundo estes, existe um site, ainda por cima nacional, que vende escovas de bambu e para além disso, mais baratas: 3,99€ por escova.
https://www.pegada-verde.pt/escova-dentes-bambu-babu-eco.html

Os(As) novos(as) técnicos(as) do VAR também nos deram conta do seguinte: para produzir cá as novas escovas já só é preciso metade do trabalho. É que o Alentejo agora, para além da cortiça é forte no…bambu. Ah pois é. Somos o maior produtor europeu. 
Para quem não acredita fica aqui a notícia: 
https://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2011-02-04-agricultura-maior-produtor-de-bambu-da-europa-produz-mais-de-100-variedades-no-alentejo-c-fotos-e-vdeo
ALIMENTAÇÃO

A TENDÊNCIA DOS RESTOS.

A MODA QUE AS NOSSAS MÃES COSTUMAVAM USAR.

Por falar em tendências…
Uma das tendências na gastronomia nos últimos anos tem sido a de cozinhar com sobras de alimentos e ainda que você possa dizer que não é moda nenhuma porque já a sua mãe e avó o faziam, a verdade é que a geração dos 30`s e dos 40`s deixou de o fazer. E você, será que o faz? Será que tem por hábito olhar para o que sobrou do jantar e pensar o que pode fazer com isso, ou é dos(as) que diz “É tão pouco que não dá para nada”? Vá lá, seja sincero(a).

Não é que tenhamos pouca fé em si, mas sejamos verdadeiros(as) na azáfama do dia a dia ainda consegue ter tempo para pensar em reaproveitar sobras de alimentos, de hoje, para refeições, amanhã? E por isso milhares, milhões, de pessoas diariamente deitam fora restos de comida que sobram das suas refeições quotidianas o que como imagina levanta uma série de problemas e questões sociais, humanitárias, ambientais, económicas, enfim de sustentabilidade. E nem vamos pensar na restauração pois o que nos trouxe a este artigo foi uma simples receita!

Mas antes de ir à receita deixe-nos só desabafar: é pena que a tendência não vire moda.
Infelizmente cozinhar com sobras é uma “moda” de nichos e não de massas e apesar de já existirem muitos projetos – alguns deles já lhe falamos em artigos anteriores na SIMPLIFICA – que ora respeitam a casca da batata tanto quanto o seu interior, ora consideram “o lixo” de outros restaurantes a sua matéria-prima, a verdade é que continuamos a ver neste luso cantinho gastronómico os pratos servidos cheios, com comida que vai para trás, e para trás é mesmo para o lixo. 
Tal como em sua casa - OK na nossa às vezes também - os dias são pequenos para tanto que fazer, a cabeça já não tem espaço para ocupar com pensamentos tão “pequenos” e a comida de ontem já não é para si.

Porque não virar moda em sua casa?
Não diga que nós não ajudamos, pois aqui na SIMPLIFICA temos tentado, como bem se pode ver nestas receitas para o(a) ajudar a brilhar junto dos seus amigos, esperando também que a moda pegasse. Mas o artigo de hoje é dedicado a uma receita prática e sem mistério nenhum. Vai recordar-lhe como dar destino a, provavelmente, um dos ingredientes que mais sobra nas mesas portuguesas: o arroz. Esta receita não é uma novidade, nem tão pouco vai resolver o problema de todas as sobras lá de casa, mas ajuda. Aprecie!

Ingredientes:
1 colher (sopa) de azeite
3 ovos
Sobras de arroz (de preferência do arroz seco) que perfazem aproximadamente 300grs
100 grs de cenoura com casca
Sal e cebola a gosto
Sobras de frango ou carne de porco
Uma erva como alecrim ou salva que joga bem com frango ou porco.

Preparação:
Coza levemente a cenoura e corte-a aos cubos. Esfie ou pique a carne.
Pique a cebola. Leve o azeite a aquecer e frite os ovos mexendo sempre cerca de 2 minutos. Junte todos os ingredientes e misture bem. Corte a erva e polvilhe por cima. 
Repare que pode usar este mesmo princípio para juntar marisco, legumes (e se forem legumes de um assado fica divinal), qualquer carne… De igual modo o arroz devidamente acondicionado e no frigorífico pode durar-lhe em segurança 3 dias. 

É só servir!
CINEMA AMBIENTAL

ESTE É UM CONVITE PARA CINEMA À BORLA SEM PIPOCAS.

CINEASTAS, REALIZADORES E AMBIENTALISTAS DE TODO MUNDO REÚNEM-SE EM SEIA.

E você claro, está convidado.
O CineEco, o mais antigo e internacional dos festivais de cinema está de regresso e o ingresso é como sempre foi: gratuito. O CineEco nunca foi apenas um festival de cinema ambiental, mas este ano essa vertente está ainda mais sublinhada. Para além das habituais exposições, debates, workshops, provas e atividades, o festival alberga o 1º Fórum Internacional de Festivais de Cinema do Mundo e para quem é da área do ambiente ou do cinema esta é uma oportunidade única para conhecer e conversar com cineastas, realizadores e ambientalistas dos 4 cantos do Planeta.

Mais de 26 países e 70 filmes com exibição gratuita.
A vigésima quarta edição do CineEco arranca com o primeiro Fórum Internacional de Festivais de Cinema Ambiental que, para além dos representantes dos mais de 36 festivais participantes, apresenta um painel de oradores para as sessões de debate - também elas de entrada livre - dos quais se destacam: Werner Boote, autor e realizador do premiado “Planeta de Plástico; Catherine Beltrandi, Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente; Giulia Camilla Braga, Banco Mundial e Connnect4Climate; Ailton Krenak, líder Indígena, ambientalista e escritor; Ashley Hoppin, produtora executiva da National Geographic e Helena Freitas, Cátedra Unesco para as questões da Biodiversidade e Sustentabilidade.
 
Uma semana de filmes em Seia.
O primeiro dia, que inclui o Fórum Internacional de Festivais de Ambiente, termina com o arranque oficial do CineEco e com a exibição do filme "The Green Lie" (Mentira Verde). Um documentário polémico do mesmo autor de "Plastic Planet" (Planeta de Plástico) e que é também um dos oradores do Fórum. Depois, seguem-se 8 dias de muitos filmes e competições, onde há um pouco de tudo, só não há pipocas. Nem podia, certo?

13 a 26 de Outubro em Seia.

Fique a par de toda a programação, quer do Fórum, quer do Festival através dos links abaixo, mas comece por espreitar o trailer promocional só para abrir o apetite:
https://www.youtube.com/watch?v=r5WebmlX8Pk 

Programação Fórum:
http://www.cineeco.pt/?q=forum-programa 

Programação Cine Eco:
http://www.cineeco.pt/2018/outros/CINEECO18_WEB_PROGRAMACAO-GRELHA_ADPTADO.pdf

Bons filmes malta!

 

 






   



NOTÍCIAS / Apareça nas Oficinas de Compostagem em Évora

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Dia 27 de outubro no Bairro da Malagueira.

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Ação "Limpar e perceber a água da Fonte do Cerejal" promovida pelo Centro Ciência Viva de Estremoz.

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Apresentação dos resultados do intercâmbio com a cidade de Liubliana (Eslovénia) e Évora no dia 21 de setembro na CIMAC.

NOTÍCIAS / Certificação de Qualidade e Ambiente renovada

2018-08-30
A Gesamb obteve a renovação dos seus sistemas de gestão ambiental e qualidade.

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Desde o início da operação que a Gesamb assegura a receção e recolha dos pneus dos 12 municípios que serve.

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Se vive no Alentejo esta é a sua oportunidade para ajudar.

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"AGORA", o filme que lhe mostra como simplesmente tem de começar já.

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