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AH… SE FOSSEM TODOS COMO EU ISTO ERA MUITO…
MELHOR? PIOR? A SÉRIO, SE FOSSEM TODOS COMO V.ª EX.ª COMO É QUE ISTO SERIA?
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Muito provavelmente a teoria da relatividade ainda não teria sido descoberta. A fusão do átomo também não e o motor a vapor ainda seria uma tecnologia atual. Mas esqueça. Quando lhe fazemos a pergunta "se fossem todos como você" queremos saber exatamente como seria o planeta em que vivemos hoje, se todos tivéssemos os seus hábitos de consumo, o seu nível de participação cívica e claro, o seu grau de civismo. “Yeap”, este é o momento de pôr à prova aquela sua conversa de "Ai, se fossem todos como eu isto era...".
7 biliões de "eus".
Para o efeito, vamos imaginar que durante o último ano de 2016 em vez da multiplicidade de hábitos, comportamentos, personalidades, etc ... que cabem dentro de 7 biliões de habitantes (para quem não sabe é o total da população mundial) teríamos apenas um tipo de pessoa, exatamente igual a si. Por outras palavras, em 2016 a Terra seria habitada por si e mais 6 biliões novecentos e noventa e nove milhões novecentos e noventa e nove mil novecentos e noventa e nove de clones seus. Como estaríamos hoje? Melhor, pior? Vivos?
Como seria o Mundo com 7 biliões de pessoas iguais a si? Faça o teste!
Vamos então para a primeira pergunta. Não se esqueça que está a responder apenas e só perante a sua consciência. Pode por isso ser totalmente sincero. Aliás, deve. Se não confiar em si, vai confiar em quem? Em nós? Esqueça.
1) Vamos a isto. Se os 7 biliões de pessoas que existem no mundo tivessem plantado o mesmo número de árvores que você plantou no último ano, quão boa teria de ser a máscara de oxigénio que todos teríamos que usar? Das boas, ou das mesmo, mesmo muito boas?
2) Agora algo bem mais simples. Com 7 biliões de clones seus quantos ecopontos seriam necessários? Um por cada bilião? Um por cada 1000? Seria necessário algum ecoponto? Vá seja sincero.
3) Em quase todas as localidades por esse mundo fora há sempre alguém que por teimosia, gosto ou simplesmente maluquice forma uma associação ou um movimento de utilidade pública. Algo como uma tuna musical, um centro de apoio a idosos, uma associação recreativa, um clube desportivo, enfim, algo dedicado aos outros sem qualquer espécie de ganho pessoal que não seja o prazer de contribuir para a comunidade onde vive. Diga lá, como é que estaríamos nesse ponto? Fechados em casa? Mergulhados numa solidão profunda? A viver dependentes de antidepressivos?
4) Que a água é um bem essencial à vida, todos nós sabemos. Que a água é um património transversal a todos, sendo que neste caso os "todos" são os 7 biliões habitantes da Terra, também não é novidade. O que às vezes é novidade para alguns é que o acesso à água potável não é tão democrático como por direito deveria ser e portanto, é necessário moderar o seu uso. Tendo em consideração o seu tempo no banho; o número de vezes que lava o carro de mangueira; que rega a sua horta no pico do calor e o número de vezes que não fecha a torneira enquanto escova os dentes…. de quantos anos de seca profunda estaríamos a falar exatamente?
5) Continuando ainda com esse tal recurso sem o qual a vida não existe. Os óleos alimentares, tipo o azeite e os óleos vegetais, são altamente poluentes no que à água diz respeito. Uma simples gota é capaz de contaminar milhões de litros de água e a sua remoção é um processo complexo e difícil. Atendendo a que tudo o que é necessário fazer é não despejar os óleos usados pela banca ou sanita e leva-los até ao oleão mais próximo, quão dourada seria a superfície do mar?
6) Não sabemos se tem um amigo de quatro patas ou mesmo se gosta de canídeos, mas para fins de conversa vamos assumir que sim. Vamos assumir que o mundo tem 7 biliões de cães, um para cada clone seu. A pergunta é esta. Algum dia alguém desconfiaria de que a cor do passeio não é castanho-escuro? Diga de sua justiça.
7) Aquilo que nos faz mais fortes enquanto espécie é a nossa capacidade de socializarmos e estabelecermos relações de comunidade. Em grande parte, foi esta capacidade de entreajuda que permitiu a construção de grandes impérios e nos dias de hoje, de grandes cidade e regiões. Tendo em conta o quão bem conhece e convive com os seus vizinhos no sentido de promover uma boa vizinhança, diga-nos o quão distantes estamos de viver isolados de qualquer contacto humano? Tipo Alcatraz? Superfície lunar? Fundo do oceano? Ao menos sabe o nome dos seus vizinhos?
Que tal se saiu? Mal? Pessimamente mal? Terrivelmente mal? A resposta fica para si e só para si. Mas como reparou, as perguntas ficaram-se pelos contributos mais simples e básicos que qualquer um de nós deve ter, especialmente quando partilha um espaço com outros. Neste caso, um planeta. Claro que poderá sempre alegar que não é dos piores e talvez não seja. Poderá ainda dizer, e com razão, de que não existem 7 biliões de pessoas com os seus hábitos e comportamentos, pelo que o equilíbrio andará algures por ai. Mas tenha consciência disto: não existem 7 biliões de pessoas iguais a si, mas existem muitos milhões de pessoas iguais ou parecidas consigo. Há milhões de pessoas com carro. Há milhões de pessoas que a única proteína que ingerem é a animal. Há milhões de pessoas que utilizam plástico para mexer o café. Há milhões de pessoas que usam e abusam do consumo de água, etc. Não estará na hora de mudarmos isso? Pense nisso. Simplifique.
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PARE DE COMER PLÁSTICO!
E NÃO, NÃO ESTAMOS A FALAR DE COMIDA DE PLÁSTICO.
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Diga não ao plástico.
Se quiser ser mais saudável, agora para além de ter de cortar no açúcar, no sal e nas gorduras vai também ter de cortar no plástico. É mais uma privação na sua alimentação e mais um sinal dos tempos em que vivemos. E se ainda pensa que lhe estamos a falar de "comida de plástico" também conhecida por junk food, desengane-se. Estamos mesmo a falar de plástico, o material sintético, moldável, produzido a partir do petróleo e que revolucionou a indústria nos anos 30.
Ah, mas eu não como plástico!
Come, come. Não tenha dúvidas. O que acontece é que não sabe que come, mas come. Não diretamente claro, mas através de outros alimentos, nomeadamente o peixe. Para perceber melhor a questão tome nota do seguinte. O plástico não desaparece, nunca. Todo o plástico que foi produzido desde os remotos anos trinta até hoje existe e existirá daqui a 100 anos. A razão é simples. A terra não consegue decompor o plástico. Consegue deteriorá-lo. Consegue parti-lo. Consegue quebrá-lo, mas não consegue decompô-lo e como resultado, temos vindo a acumular quantidades incríveis deste material.
Cinco continentes mais um, o do plástico.
Tal como os rios, o lixo também corre para o mar. De uma forma ou outra, seja com a ajuda do vento ou dos próprios cursos de água, o lixo acaba sempre por encontrar o seu caminho até ao mar e o plástico não é exceção. Contudo, a chegada ao mar não coincide com o fim da viagem. À boleia das correntes, o plástico desloca-se até um de vários locais em pleno oceano e reúne-se em grandes grupos tal e qual os movimentos migratórios de alguns animais. Um desses locais em particular situa-se no coração do oceano Pacífico e tem a dimensão de quase um continente. São 680 mil quilómetros quadrados de plástico flutuante. Por comparação, saiba que Portugal tem 92 mil quilómetros quadrados de superfície. É todo um novo mundo de plástico e fique a saber que existem outras concentrações massivas de plástico nos oceanos. Esta é só a maior.
Mas como é que chega ao meu prato?
Se a ideia de saber que existem ilhas de plástico a vaguear no meio de oceanos o assusta, fique a saber que essa é só a parte mais visível do problema. É que parte do plástico não flutua, afunda-se. Aliás, a maior parte do plástico, cerca de 70%, não flutua. O que significa que a parte visível é apenas 30% do problema total. À medida que o plástico se vai degradando, vai-se dividindo em pequenas porções, tão pequenas que quase se diluem com a água - e é aqui que o plástico começa a viagem até ao seu prato - e claro, são digeridas pelos peixes que as vão acumulando no seu organismo. O restante percurso é feito através da cadeia alimentar: peixe come peixe, que come peixe, até pessoa que come peixe, nós.
Satisfazer o imediato para comprometer o futuro.
É o nosso fado enquanto raça: comprometer o futuro para satisfazer o imediato. Com um problema desta dimensão seria razoável pensar que algo está a ser feito para o resolver ou pelo menos para o contrariar. Mas não. Infelizmente, continuamos a consumir plástico como se não houvesse problema algum. Se pensa que estamos a comprometer o ecossistema marinho e até a nossa saúde por algo que valha mesmo a pena, fique também a saber que não. Grande parte do plástico que consumimos é o denominado plástico descartável de uma única utilização. Coisas tão úteis como palhinhas, copos de café, sacos, talheres, embalagens, garrafas de água, etc. Só nos EUA são utilizados 18.000.000 de barris de petróleo para produzir... garrafas de água. Inacreditável não é?
OK, OK, mas o que é que eu posso fazer?
O que pode fazer é bastante simples: diga não ao plástico! Sobretudo ao plástico descartável de uma só utilização. Evite consumir e diga não quando lhe oferecerem plástico. Prefira sempre produtos embalados em papel, cartão ou vidro. Evite consumir bebidas de tara perdida e por favor, compre uma garrafa reutilizável de água. Não faz sentido algum utilizar uma garrafa nova sempre que tem sede. Evite ainda utensílios de plástico e evite que os outros os utilizem. Faça-se ouvir enquanto consumidor. Mostre o quão ridículo é servir café em copos plásticos ou utilizar objetos de plástico para mexer o café. Temos mesmo de fazer algo, certo?
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CONVIDE OS SEUS AMIGOS E OFEREÇA-LHES LIXO PARA JANTAR.
OK, OK. NÃO É LIXO. SÃO RESTOS E CASCAS!
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Quando se trata de receber amigos lá em casa é um contrassenso pensar em poupar pois o que está na nossa mente é receber bem, disfrutar de umas horas de amena cavaqueira e quem sabe conhecermos a última novidade de algum elemento do grupo ou do mundo. Mas nalguns destes encontros -onde vamos evitar falar daquele amigo que largou tudo e rumou aos Himalaias ao encontro dos Hunza para descobrir o elixir da juventude- acontece termos contacto com pequenas formas de fazer as mesmas coisas que fazemos, mas de forma diferente. Mais simples, mais consciente e por vezes mais divertida. E ficamos a pensar, porque não?
Esses pequenos hábitos, atitudes ou truques por alguma razão nos fizeram parar e refletir: “Se ele/ela consegue e todos beneficiamos porque não experimentar?”. Foi aquele amigo que tinha três sacos coloridos no lugar do comum balde do lixo; ou aquela amiga que ao mexer na carteira revelou que trazia consigo um saco de pano para as compras e você não conhece alguém que use carteiras tão pequeninas como ela; ou então aquele amigo que deixou de comer peixe e carne duas vezes por semana e você sabe que ele não é vegetariano… Aqueles que nos rodeiam são muitas vezes fonte de inspiração para a mudança e, para o convívio que vai preparar lá em casa queremos que seja você “a musa”. Desde que seja para melhor, todos queremos mudar, certo?
Pegue em: cascas de batatas, talos de legumes e pão ressesso.
Antes de mais deixe-nos descansá-lo/a, pois os seus amigos podem até chamar-lhe de tio Patinhas, mas depois de provarem os seus aperitivos feitos de sobras de alimentos que normalmente vão para o lixo, eles vão querer levar as receitas para casa.
Depois lembre-se: você também quer ser inspirador/a e quer mostrar-lhes que existem formas simples e diferentes de fazer aquilo que estamos habituados a fazer. Por isso acredite em nós, que ao contrário dos habituais enchidos e fritos ou então das batatas fritas e uns Cheetos, os seus aperitivos vão marcar o evento e vão ser tema de conversa. Se assim não for, pelo menos são muito mais saudáveis e ambientalmente mais responsáveis!
Avance, sem medo. A nossa esperança é também a de que você fique mesmo com o “bichinho” e passe a explorar e aproveitar ao máximo todas as partes dos alimentos. Bom apetite!
CASCAS DE BATATA NO FORNO
Ingredientes:
Cascas de batatas bem lavadas
Alecrim, cominhos e paprika
Alguns dentes de alho
Sal q.b.
Preparação:
Coloque o forno a aquecer a 200º. Entretanto cubra uma assadeira com uma folha de papel vegetal ou alumínio (para não agarrar) e coloque lá dentro das cascas temperando com as ervas, os dentes de alho esmagado mesmo com a casca e uma pitada de sal. Quando o forno estiver quente coloque as cascas a assar por cerca de 15/20 min, ou até estarem bem douradinhas (mas vigie para que não queimem). Retire e sirva de imediato. Se desejar, pode regar com um fio de azeite no momento de servir.
PATÉ DE TALOS
Ingredientes:
4 colheres de sopa de talos de beterraba picados
4 colheres de sopa de talos de espinafre picados
1 chávena de queijo ricota, ou iogurte natural sem açucar (para uma opção mais saudável e menos calórica)
Pão endurecido ou tostas
Sal e pimenta q.b.
Preparação:
Bata os talos no liquidificador com 1 colher de ricota ou iogurte. Misture a pasta obtida com o restante do queijo ou do iogurte e tempere com uma pitada de sal e pimenta. Conserve no frigorífico. Sirva com pão endurecido que torrou previamente, torradas ou mesmo pão fresco.
CROCANTES DE PÃO
Ingredientes:
Pão endurecido (equivalente a 10 fatias)
3 colheres de sopa de azeite
3 dentes de alho
Oregãos e tomilho
Preparação:
Pré aqueça o forno a 220º. Corte o pão em cubos sem amassar. Coloque os cubos num recipiente e adicione o azeite e os restantes ingredientes. Transfira para uma assadeira e leve ao forno por cerca de 5 minutos. Pode guardar os crocantes depois de frios desde que o recipiente seja hermeticamente bem selado.
EBook com receitas
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QUANDO ATÉ CANTAR ERA DIFÍCIL.
FEZ 30 ANOS QUE SE CALOU UMA DAS VOZES MAIS INCONFORMADAS DE TODAS.
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Fez 30 anos, este ano, que faleceu José Afonso dos Santos, mais conhecido por Zeca Afonso. Naturalmente, a data seria ela própria motivo para recordarmos quem fez da voz uma arma contra o regime, mas esse não é propriamente o motivo pelo qual trazemos ao nosso espaço uma das suas músicas.
Na realidade, o motivo que nos faz recordar a voz de "Grândola Vila Morena" não é tanto a sua relevância em termos históricos mas antes a sua vontade em ser relevante, em fazer a diferença. Naquele tempo, muitos foram aqueles que viram e sentiram a opressão, a injustiça, o medo, mas só alguns fizeram algo contra e Zeca Afonso foi um deles. Porquê? Teria mais a ganhar com isso do que os outros? Teria menos a perder que todos os outros? Do que se sabe, nem teria mais a ganhar, nem menos a perder que qualquer um dos outros portugueses na mesma situação. Tinha família como a grande maioria. Teria medo como qualquer ser humano e não sabia porque não podia saber, qual seria o desfecho da situação. Fê-lo, ao que parece, porque em primeiro lugar acreditava em algo e em segundo lugar porque enquanto membro de uma comunidade queria o melhor para ela e para o futuro da mesma.
Como podemos imaginar, numa altura em que o lápis azul revia tudo e mais alguma coisa, não seria propriamente fácil cantar publicamente determinados temas sem arriscar o “lombo”. Não queremos claro que arrisque o seu "lombo", nem a situação assim o exige. O que queremos mesmo é que independentemente daquilo que os outros possam ou não fazer, contribua para a sua comunidade. Não é preciso nenhum assombro de coragem, nem, lá está, arriscar o "pelo". Tudo o que é preciso fazer é contribuir, seja participando em iniciativas públicas, seja contribuindo porque planta uma árvore ou recicla os seus resíduos. Só isso.
Agora, imagine que é um dos revolucionários e que sem qualquer certeza de quem vai ou não aderir ao movimento, ouve na sua rádio "Grândola Vila Morena". A coisa acabou com flores, mas naquele momento ninguém podia saber como ia acabar.
https://www.youtube.com/watch?v=gaLWqy4e7ls
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VENDAS NOVAS, A TERRA
DAS OPORTUNIDADES E DAS BIFANAS!
AGARRE UMA BIFANA E COMECE A SUA STARTUP.
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Vendas Novas é um daqueles concelhos portugueses muitas vezes injustiçado por apenas contar com uma centena de anos de história – neste caso já são 300 primaveras - e não possuir riquezas ostensivas de património edificado ou cultural. Mas nem só de histórias antigas, artefactos medievais ou fósseis gravados na pedra se faz uma comunidade.
Até lhe podíamos falar da pia gótica octogonal na Igreja da Nossa Senhora da Nazaré, do exemplo de arquitetura palatina que é o templo da Capela Real, do extenso e diverso manto florestal ou da história da troca das princesas que ocorreu no Palácio das Passagens, mas a verdadeira atratividade de Vendas Novas está nas oportunidades que lhe pode oferecer. E claro, nas bifanas!
De olhos postos no futuro, e pés bem assentes no presente.
É impossível falar deste concelho sem referir aquela que foi durante anos uma benesse que muito contribuiu para o seu nascimento e progresso: a sua localização geográfica. Ou não fossem os muitos viajantes que, rumando de Lisboa a Madrid, Montemor ou Évora, por estas bandas tiveram de pernoitar. E como uma coisa leva a outra, para pernoitar é preciso que haja onde fazê-lo e portanto, “toca” a construir albergarias ou um sumptuoso Palácio, neste caso Real e das Passagens, para acomodar estas gentes. Mas os venda-novenses não são patetas nenhuns e como tal não se ficaram por providenciar apenas dormidas. Cedo perceberam que onde há trânsito de pessoas haverá trânsito de mercadorias e estas têm de circular por algum lado. Pois então, trataram de abrir caminhos, estradas e garantiram que o caminho-de-ferro passasse lá pelo concelho.
Até aqui esta história é semelhante a muitas outras, mas Vendas Novas parece ter conseguido antever algumas das necessidades que este dinamismo acabaria por trazer e manteve os olhos postos no futuro, pois quando toda esta circulação trouxe necessidades de serviços de apoio, a região viu uma oportunidade. Acompanhou a evolução e tratou bem as suas gentes e quem por lá quis ficar. Desde a construção de armazéns para as mercadorias que por lá passavam, a oferta de condições especiais para a criação de empresas, a criação de parques industriais, a aposta na formação, o aumento e melhoria de espaços de lazer e desporto, o concelho parece ter sabido manter a atratividade, fixando também a população.
E tem sido assim até hoje. Mesmo com 77% do território ocupado com área florestal, onde se situa um dos melhores montados do país, Vendas Novas é um dos maiores aglomerados urbanos do distrito de Évora e conta com uma percentagem significativa de jovens e, apesar de ter vindo a registar uma ligeira diminuição na população residente, a verdade é que tem conseguido resistir melhor do que muitos concelhos alentejanos. E um dos motivos será certamente esta “tradição” empresarial e industrial, patente na presença forte da indústria automóvel, do setor corticeiro e logístico e na realização da FILDA - Feira Industrial e Logística do Alentejo.
Uma terra com oportunidades, e de boas bifanas!
Já percebeu que mais do que convidá-lo a fazer turismo em Vendas Novas estamos em primeiro lugar a sugerir-lhe que quando lá for conhecer as oportunidades que esta comunidade lhe pode reservar –e quem sabe mudar de residência- e assumindo que confia no que lhe contamos até aqui, acreditará também quando lhe dissermos que esta gente mantém as ganas de empreender e não deixou passar o comboio das “Startups” e dos espaços colaborativos que promovem a inovação e a criatividade, fazendo aqui uma incubadora de empresas que é também o ponto de partida para toda a região alentejana. Este pode bem ser o seu momento, o momento de arriscar. Mas não o faça de estômago vazio pois todos sabemos que quando este assim está é um inimigo das ideias esclarecidas, por isso entre numa das inúmeras casas da Rua da Boavista, sente-se e delicie-se com uma das famosas bifanas. E só depois decida. Ah, vá por nós, e pelo "TripAdvisor", e escolha o local onde tudo começou, o Café Boavista.
Boas oportunidades!
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