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NEWSLETTER | GESAMB

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ALIMENTAÇÃO

TRAGA O VERÃO GREGO PARA A SUA COZINHA.

MAIS UMA RECEITA EXTRAORDINÁRIA PARA IMPRESSIONAR O SEU CÍRCULO SOCIAL.

Qualquer católico temente entra em "modo" pânico assim que percebe que tem de seguir uma receita. Algo que é natural, já que uma receita não é mais do que um conjunto de instruções, que no final deverão produzir um resultado, o qual inevitavelmente vai expressar a nossa habilidade, ou falta desta, para completar uma tarefa. O primeiro receio é o de não ter, não conhecer ou não saber, onde comprar os ingredientes. O segundo, é o medo de não conseguir acompanhar o jargão técnico da própria receita e por último, não menos relevante, o facto de não saber sequer como preparar devidamente uma infusão. Vá, chá para os leigos.

Como é óbvio, aqui não corre nenhum desses riscos.
Para começar, abrande a arritmia. Aqui está em casa e por isso não há a mínima hipótese de utilizarmos expressões como "em cama de milhos escornados com redução de vinho do Porto", ou incluirmos na lista ingredientes algo como noz-macadâmia. Tirando uma ou outra exceção, quase tudo nesta receita pode vir do seu jardim, varanda ou horta.

O prosaico também está presente ao nível dos utensílios necessários. Tudo o que vai precisar é tão-somente de uma tábua de corte, uma faca e um recipiente para saladas. Como vê, qualquer um é talentoso o suficiente para realizar este prato. Está pronto/a? Vamos a isto.

Uma receita testada pelos Deuses e pelo Tempo: a salada Grega.
Após anos e anos, por entre bancos de escola, livros e aulas de história, é um pouco triste perceber que o único conhecimento que ainda persiste no seu cérebro sobre este pais da UE seja o mal-amado do teorema de Pitágoras e claro, a crise económica da dívida pública que trouxe a Grécia para os telejornais e nomes como Yanis Varoufakis e Aléxis Tsípras para as nossas conversas de café. No meio da crítica fácil e do julgamento antecipado, quase todos nós esquecemos que a nossa civilização muito deve a este povo e que, já agora, o nome oficial da Grécia é República Helénica.

Tudo isto para lhe provar que apesar de simples, a receita que hoje trazemos até si passou pelas provações do tempo e do conhecimento, melhorada continuamente por um povo que discutia política, sociologia, filosofia e matemática muito antes do evento que serve de ponto de partida ao nosso calendário, o nascimento de Cristo. É que ainda que não pareça, o mais complicado é exatamente fazer algo simples.

Fresco, saboroso e simples. Como tudo devia ser.

Preparado? Então vamos para a lista de ingredientes.
150gr de Queijo Feta. Típico, fazemos uma ode ao facto de não utilizarmos ingredientes "difíceis" e começamos a lista com um queijo tradicional Grego de origem controlada. Bestial. Em nossa defesa, permita-nos dizer que hoje em dia é relativamente fácil adquirir este queijo num qualquer supermercado com direito a anúncios de televisão. Depois, explicar-lhe que o queijo Feta resulta de uma mistura de queijo de ovelha e queijo de cabra (70/30%) e que a sua aparência é similar aos denominados "queijos do dia" e a sua textura é mole e granulada. Por isso, se não conseguir adquirir o Feta original, pode sempre substituí-lo por um queijo "fresco" similar. Evite apenas os queijos frescos de vaca já que o sabor do Feta original é para o "salgadote" e aqueles, como sabe, não sabem a nada.
 
4 tomates maduros
1 pepino 
1 cebola roxa grande
1 colher de chá de orégãos
15 a 20 azeitonas pretas sem caroço
2 a 3 colheres de azeite – do bom!
Sal (aqui depende do queijo que utilizar, pode até nem precisar)
2 colheres de chá de alcaparras

Pouse a tábua de corte, segure a faca e vamos preparar os alimentos.

Primeiro, corte o queijo em pequenos cubos. Depois, corte os tomates em cunha - vá, corte os desgraçados em 4 pedaços de cima para baixo. Retire a pele ao pepino e corte-o em rodelas e por fim, corte a cebola em fatias finas e faça o mesmo com as azeitonas.

Agora vamos preparar a salada em 5 simples passos. Looool.
Passo 1. Pegue na saladeira e misture o queijo, os tomates, o pepino e a cebola.
Passo 2. Acrescente as azeitonas e as alcaparras.
Passo 3. Polvilhe o conjunto com orégãos.
Passo 4. Regue tudo com azeite e volte a misturar tudo novamente. 
Passo 5. Deixe repousar a salada um pouco enquanto corta umas deslumbrantes fatias de pão alentejano. Tem de ser daquele que dá para "molhar".
Passo 6. Prove e veja como está de sabor. Se vir que é necessário, acrescente um pouco de sal e pimenta, mas seja comedido/a.
Passo 7. Abra o frigorífico e tire aquele branco a estalar que colocou no dia anterior. Sirva, beba e fale da República Helénica com os seus amigos.

Bom proveito!

ENERGIA

VIVE NO ALENTEJO E AINDA PAGA A LUZ?

VIVEMOS NUM DOS LOCAIS DA EUROPA COM MAIOR NÚMERO DE HORAS DE SOL E VOCÊ NÃO APROVEITA!

No passado dia 29 de maio comemorou-se o Dia Mundial da Energia. A ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos aproveitou a efeméride para mencionar algo que não lhe vai poupar energia, mas certamente irá poupar-lhe problemas. Ao que parece, há por aí quem aproveite a liberalização do mercado de energia para fazer retornar o já esquecido "vendedor de banha da cobra", uma espécie de chico esperto que pensa ser mais astuto que os demais. Apresentam-se à porta de sua casa como colaboradores de uma empresa de energia e tentam vender-lhe um serviço que até pode ser bom, mas que é apresentado de forma pouco clara. Começam por lhe pedir um fatura de energia, conseguindo assim os seus dados pessoais. Às vezes, pedem-lhe que assine um papel "só para confirmar junto do patrão" que realmente passaram por ali. Outras vezes, dizem-lhe que tem, ao abrigo de uma lei qualquer, de mudar de fornecedor de energia antes que lhe cortem o serviço.

Antes de mais comece por pedir identificação com fotografia e verifique se tudo bate certo. Se tiver de assinar algo, certifique-se de que fica sempre com uma cópia e claro, leia tudo. Especialmente as letras pequenas. Como sabe, a lei não obriga ninguém a mudar de fornecedor de energia e ninguém lhe vai cortar a luz desde que pague as faturas. Portanto este argumento é simplesmente banha da cobra. Por último, se não gostar ou não se sentir à vontade com o seu interlocutor, termine o diálogo com naturalidade e retire-se.

Um dos países com mais horas de sol da Europa e não vai aproveitar?
Desta vez, nem o pontapé do Eder e nem a voz do Salvador conseguiram trazer o título de local mais solarengo da Europa para casa. De facto, não somos o país com mais horas de sol do velho continente, mas não preocupe, estamos mesmo entre os primeiros. Por cá, o Alentejo também não é a região com mais horas de sol, mas é definitivamente um dos locais do país onde o sol brilha mais intensamente. Pena é que você não tire o devido proveito disso. É que podia literalmente alimentar a sua casa a energia solar, e já sabe, o sol não passa fatura.

Nos dias que correm a tecnologia fez do sol o novo petróleo, com uma vantagem evidente para nós. Em Portugal não existe o chamado ouro negro, mas por outro lado temos sol quase todos os dias. Especialmente aqui no Alentejo, onde até no inverno o sol costuma dizer olá. Faz por isso total sentido que invista seriamente algum do seu tempo neste assunto. Se reparar, houve quem já investisse, e à grande, criando centrais solares para produzir e vender energia. Talvez o negócio não seja assim tão mau. A sério, para quem vive no Alentejo não dedicar algum tempo a explorar o assunto é algo tão irracional como viver mesmo em cima do "X" que sinaliza no mapa o local do tesouro e nunca ter ido a uma loja perceber quanto custa uma pá.

Solar Fotovoltaico e Solar Térmico.  
Como é óbvio, também não vamos ser nós a perder tempo por si. Não que não o mereça, porque merece. A questão é que o tema é demasiado longo para ser tratado num artigo de uma única página. De qualquer forma, vamos ajudá-lo/a a entrar no tema para que a sua exploração seja mais rápida, fácil e conclusiva.

A energia que despende mensalmente na sua habitação é distribuída basicamente em 4 áreas distintas: climatização, iluminação, alimentação de equipamentos (todo o tipo de eletrodomésticos) e aquecimento de águas. Já quando falámos de energia solar, a divisão é mais simples: temos painéis para a produção de eletricidade e painéis para o aquecimento de águas.

Os painéis fotovoltaicos transformam a energia solar em energia elétrica, permitindo-lhe produzir a sua própria eletricidade. Os painéis térmicos têm como finalidade exclusiva garantir o aquecimento das águas domésticas. Para a sua habitação, poderá escolher qualquer uma destas soluções já que não existe qualquer dependência entre elas. Isto não significa que não as possa utilizar de forma complementar, porque pode.

Tudo depende do dinheiro que tem ou está disposto a investir. É que apesar de ser hoje mais baixo, o custo destas soluções é ainda significativo. O mercado possui várias soluções com diferentes preços e há fornecedores de energia que permitem o pagamento em prestações. Como estamos no Alentejo, a rentabilidade destes equipamentos é quase assegurada. Ainda assim é preciso fazer contas. Tudo depende do tamanho do agregado, dos seus consumos e dos seus hábitos. No caso da energia despendida para o aquecimento de águas pode conseguir ganhos de quase 80%. Dá que pensar, certo?

Alguns pontos que deve procurar esclarecer.
.Os seus padrões e hábitos de consumo, o número de pessoas do agregado e o tempo que estes passam na habitação, são fatores fundamentais a considerar. Algo que serve para o seu vizinho pode não servir para si. A rentabilidade do seu investimento depende muito da escolha ser a adequada para o seu caso.

.Existem duas tecnologias correntes, no que a painéis solares térmicos (para aquecimento de águas) diz respeito. Os de sistema de termossifão e os de sistema de circulação forçada. Sem entrar em grandes detalhes técnicos, fique a saber que os primeiros são de funcionamento mais simples. Basicamente, o sistema consiste numa estrutura que deverá colocar no ponto mais alto do seu telhado, onde estão acoplados os painéis solares e o respetivo reservatório de água. Na escolha deste tipo de soluções há que estar atento a alguns pormenores, como por exemplo o material utilizado na fabricação do reservatório; o facto de possuir um sistema de apoio para o aquecimento das águas, nomeadamente uma resistência que garanta que nos dias sem sol tenha água quente, e por último, a capacidade do reservatório pois este terá de ter em conta o número de pessoas do agregado. 

.Os sistemas de aquecimento de água de circulação forçada têm a grande vantagem do reservatório e os painéis poderem estar em locais separados. Isto significa que o reservatório pode estar num local abrigado (cave por exemplo) ficando menos exposto às variações de temperatura. Por outro lado, e ao contrário do termossifão, o sistema de circulação forçada tem um processo ativo -alimentado por energia elétrica- que garante um aquecimento da água mais constante e portanto, mais confortável. Pode inclusivamente, com alguns modelos, garantir o aquecimento da própria habitação através de radiadores. Como é óbvio, tudo isto tem um custo e por norma os sistemas de circulação forçada são mais dispendiosos do que os sistemas de termossifão.

.Se pretende instalar um sistema de produção de energia para consumo da sua habitação, tenha em conta que é preciso fazer contas. Em primeiro lugar considere o custo de aquisição e instalação. Depois, saiba que apesar de uma grande durabilidade - um painel pode durar até 25 anos - estes sistemas não são isentos de manutenção, a qual varia conforme os componentes em causa.

Alguns sítios onde procurar ajuda e até expor o seu caso.
www.energias-renovaveis-emcasa.pt
www.erse.pt
www.forumdacasa.com
www.nergizair.apren.pt

 

ECONOMIA SOLIDÁRIA

CONHEÇA O SUPERMERCADO QUE NÃO ACEITA DINHEIRO, NEM MULTIBANCO.

AQUI PODE IR ÀS COMPRAS E PAGAR COM ABRAÇOS.

Leva o que precisas, dá o que podes.
Felizmente ainda há neste mundo quem saiba que a dignidade, ou pelo menos o direito a esta, não tem preço. E assim, mesmo sabendo que haverá sempre quem se aproveite da generosidade dos outros, que haverá sempre quem não respeite o esforço alheio, nada impediu a organização australiana, Ozharvest de abrir o primeiro supermercado do Mundo que aceita abraços como forma de pagamento. Porque tal como lhe dissemos, a dignidade não tem preço.

Não aceitamos dinheiro nem multibanco.
Uma porta automática de um amarelo intenso separa a rua do interior do Ozharvest. Na sua superfície pode ler-se em letras generosas de cor preta e contornos anafados a seguinte inscrição: "Take what you need. Leave what you can". Em português: "Leva o que precisas. Deixa o que podes". O aviso é claro e está feito. No interior, o aspeto é o de um comum supermercado. Existem cestos e carrinhos à entrada. As prateleiras estão repletas de produtos. Existem bancas de frutas e legumes e corredores organizados por categorias. A única diferença, é que não existem promoções, descontos, pontos ou cartões. Isso, e o facto de não ser possível visualizar qualquer indicação relativa ao preço dos produtos expostos. Porquê? Porque tal como a inscrição patente na porta amarela indica, o preço é o que o cliente puder. Nem mais, nem menos. E até pode ser um simples abraço.

Se esta não é a pior política comercial que um supermercado pode ter, não sabemos qual será. Ao contrário das grandes cadeias de distribuição aqui do burgo, o objetivo do Ozharvest não é o de rechear os bolsos dos seus acionistas, mas sim o de garantir que toda a gente tem acesso a bens alimentares. Por outras palavras, garantir que ninguém passa fome. Tudo sem filas, sem etiquetas, sem "cenas".

Mas como é que isso é possível?
Se alguém vindo do nada lhe perguntasse de repente: “Preferia, ter um filho extremamente belo ou extraordinariamente inteligente?”. A maior parte de nós seria provavelmente demasiado lesto a responder “Muito inteligente!”. Isto porque desconhecem o valor do coeficiente da beleza, que é aquele que diz que numa entrevista de emprego, a pessoa mais bem-parecida é aquela que terá mais hipóteses de ser contratada. Isto claro, desde que não tenha o QI de um boião de maionese. Obviamente que como ser vivido e experimentado que é, nada disto é novidade para si. A beleza tem um poder próprio e o poder é poder, independentemente da sua fonte. O que talvez seja novidade para si é que o coeficiente da beleza é um fator relevante no mundo das frutas e dos legumes.

Os padrões de beleza não são de facto um critério exclusivo das relações humanas. Curiosamente, a fruta e os legumes também são ostracizados pela sua aparência. Todos os legumes e fruta produzidos que não cumpram os critérios estéticos das cadeias de distribuição são colocados de parte. Por outras palavras, todos os legumes e frutas feios, independentemente do seu sabor ou frescura, são literalmente colocados no lixo.

Ora, aquilo que a Ozharvest fez foi algo tão simples como repescar estes legumes e frutas do seu fatal destino, colocando-os disponíveis aos clientes das suas lojas através de uma estreita cooperação com os agricultores locais.

Os supermercados “normais” são curiosamente também um dos principais fornecedores do Ozharvest, encaminhando produtos cuja data de validade se aproxima do fim, ou mesmo aqueles cuja data de validade foi já ultrapassada, mas que ainda assim se encontram totalmente aptos para consumo. Este mesmo princípio é aplicado junto dos restaurantes e catering locais, que disponibilizam igualmente os seus produtos de validade reduzida ou ultrapassada, mas ainda seguros para consumo, e as inevitáveis sobras que acontecem sempre que se realiza um evento.

As doações e apoios por parte de empresas e do público em geral, são também outra das formas de “encher” as prateleiras no Ozharvest. Como vê, algo que parecia difícil de explicar tem até uma explicação muito simples.

Por último, duas ideias a reter.
A primeira é a mais simples e simultaneamente a mais interessante. A ideia de criar um supermercado que simplesmente nada cobra pelos produtos que “vende”, parece à partida algo idiota e impossível. No entanto, quando conseguimos criar redes de colaboração, até a ideia mais ridícula tem hipóteses de se afirmar. Assim, o primeiro passo para colocar em marcha um projeto, independentemente da sua dimensão ou ambição, é sem dúvida ir, estar, marcar presença, falar. Algures alguém há de embarcar na nossa ideia.

A segunda questão que este projeto prova é que o Mundo tem tanto de irracional como de surpreendente. Depois de percebermos que a estética é tão relevante que é capaz de atirar para o lixo algo que custou meses de trabalho, litros de água e outros tantos recursos, será que há alguém capaz de dizer o real custo das coisas? Isto já para não falar do elefante no meio da sala. Enquanto o autodenominado Mundo civilizado desperdiça alimentos, há um terço do planeta que sofre com a escassez dos mesmos? E o “ah, mas é longe”, não vale de nada quando neste preciso momento eu consigo encomendar on-line a entrega de um ramo de rosas em Estocolmo por uns míseros euros.

Se ficou entusiasmado com a ideia e quer saber mais, siga por aqui: 
www.ozharvest.org/market

 

ZEN

DEFINA O AMBIENTE CERTO PARA A SUA FESTA OU JANTAR COM UM CLICK.

QUANDO SE TEM A MEMÓRIA MUSICAL DO MUNDO NA SUA MÃO, NADA É UM PROBLEMA.

"Eu só quero ir / Aonde eu não vou / Porque eu só estou bem / Aonde não estou. ... " é o refrão da música "Estou Além". Autoria do barbeiro que também era cantor nas horas vagas e que demasiado cedo para todos nós, lançou o seu "Best of".

Tal como o António, alguns de nós gostavam de estar onde não estão. Os mais sonhadores gostavam mesmo de poder estar numa outra época e viver outros tempos. Uns gostariam de ter partilhado a Nova York de Humphrey Bogart. Outros, de ter convivido na Liverpool dos Beatles e outros ainda, de ter lutado pela paz em Woodstock.

Há também aqueles para quem uma simples mudança de geografia seria mais do que suficiente. Há quem não consiga resistir ao estilo e estética nórdica. Quem fique deslumbrado com o ritmo e alegrias dos nossos irmãos do outro lado do oceano e ainda, quem comece a salivar compulsivamente quando pensa na arte culinária da Índia.

E você, para onde iria?  
Como é óbvio, não estaríamos aqui a referir tudo isto se não conseguíssemos faze-lo/a viajar no tempo e no espaço. Pode parecer pretensioso da nossa parte mas garantimos, não é. Como sabe, na internet é possível encontrar-se de tudo e nós encontrámos um sítio que permite aos seus utilizadores viajar, com um simples "click", pelo tempo e no espaço. Chama-se "Radioooo" e é uma espécie de memória musical do mundo, catalogada por ritmo, década e país.

Como é óbvio não vai sair da sua cadeira, pelo menos fisicamente, mas vai poder viajar para onde quiser ao som de um reportório musical único. O "Radioooo" é um repositório de músicas do Mundo, alimentado por pessoas, onde pode pesquisar e apreciar um sem fim de músicas, distribuídas por localização, época e ritmo.

Para começar, siga até www.radiooooo.com.
Ao entrar no site, ignore por favor toda a informação que lhe aparecer. Apesar de um cartão com informação útil lhe tapar parte do mapa-múndi que se encontra no fundo, escolha um país. Feito isto, há de lhe aparecer, em baixo, uma lista de décadas. Escolha uma e deixe a música rolar. Depois de passar por vários países e várias décadas, o seu à vontade há de ser maior. Quando isso acontecer, espreite no canto superior esquerdo do seu ecrã. Há de lá ver um pequeno táxi. Por baixo deste, três opções para selecionar: slow, fast, weird, que correspondem ao ritmo que quer colocar na sua seleção musical, rápida, lenta ou "estranha". A partir daqui é consigo. Pode até, se assim o desejar, fazer a sua própria contribuição e colocar no “Radioooo” uma música portuguesa de uma época do seu gosto.

Diferentes, vão ser os seus jantares italianos lá em casa. É que a partir de agora todos os momentos têm a correspondente banda sonora!    
Boas viagens!

 

LAZER

TOME NOTA! AS FESTAS ESTÃO AI!

COM SARDINHA ASSADA OU SEM ELA, JUNHO ROMPE DEFINITIVAMENTE COM AS HOSTILIDADES.

Junho parece abrir a época das feiras e das romarias um pouco por todas as vilas de Portugal, parecendo não escapar nenhum lugarejo aos necessários preparos e, à mais ou menos pomposa, ornamentação.
 
De norte a sul do país, de móbil profano ou religioso, as festividades começam por ser em menor número em junho -mas nem por isso são tímidas, ou não fosse o mês em que se celebra os santos populares como o Santo António, o São João e o São Pedro. Em julho e agosto já parece que vieram para ficar e, como que para receber os filhos emigrados, proliferam pelo país as grinaldas, os carrosséis e as bandas musicais, saem os andores e expressam-se os folclores.

Ora, se durante um ano dedicamos cada mês da SIMPLIFICA a dar a conhecer um pouco de cada município da Gesamb, iremos agora dedicar este artigo não a um, mas a vários concelhos que durante este mês de junho estarão em festa e que vão assentar arraiais nas principais praças da sua cidade. Boas festividades!

8 a 17 de junho, o Tapete está na Rua, Arraiolos.
Saber mais: www.cm-arraiolos.pt

9 a 11 de junho a Feira do Toiro em Alandroal
Saber mais: www.cm-alandroal.pt

23 de junho a 2 de julho, Feira de S. João, Évora
Saber mais: www.facebook.com/FeiraSJoaoEvora

24 de junho Marchas Populares em Estremoz
Saber mais: www.cm-estremoz.pt

14 de junho a 9 de julho Cidade Preocupada Montemor-o-Novo.
Saber mais: www.oficinasdoconvento.com

4 de junho Marchas Populares e Arraial, em Montemor-o-Novo

10 e 11 de junho, Feira Quinhentista de Redondo.
Saber mais: www.cm-redondo.pt

9 a 13 de junho, Festas de Santo António em Reguengos de Monsaraz 
9 a 11 de junho, ViniReguengos 
Saber mais: www.cm-reguengos-monsaraz.pt

23 de junho, Marchas Populares em Vila Viçosa.


   

 



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NOTÍCIAS / Um marco para a Gesamb, no caminho da sustentabilidade

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Em 2019 produziu-se menos resíduos (-0,14%) e aumentou-se a recolha seletiva (14%), do que em 2018.

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