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RECICLAGEM

URGENTE. PERDEU-SE UNICÓRNIO DE ESTIMAÇÃO EM ÉVORA.

FOI VISTO PELA ÚLTIMA VEZ JUNTO AO TEMPLO DE DIANA. CHAMA-SE VIOLETA E DÁ-SE PELO NOME.

No dia em que desapareceu trazia uma sela em pele de cor dourada, com rédeas de cetim na cor vermelha e brilhantes incrustados em forma de pequenos corações. O pelo é de cor branca com cauda e crina multicoloridas, tipo arco-íris. Os olhos têm a cor do nome e as narinas de um rosa muito ligeiro. Foi visto pela última vez nas proximidades do Templo de Diana e se o vir, ligue imediatamente para o seu médico. É que tal como: todas as histórias em que se sugere que você anda a separar o "lixo" para nada, porque "eles" misturam tudo; ou, aquelas em que se diz que "aquilo é tudo para queimar"; ou ainda, "não é preciso separar que eles lá separam tudo"; ou, a melhor de todas, "a reciclagem é uma coisa que não serve para nada", tudo isso é fruto da sua imaginação!

Por amor da santa…
Antes de mais, queremos esclarecer definitivamente o seguinte: separar e depositar corretamente os seus resíduos é fundamental. É, em primeiro lugar, um ato de cidadania "obrigatório" para quem se diz ser um bom cidadão. Depois, é o mínimo que você pode fazer para participar ativamente no combate às, tão faladas, alterações climáticas. E por último, é a forma direta de você compensar os excessos consumistas que pratica diariamente. Às vezes, por coisas tão úteis como um "pauzinho" para mexer o café. Não é por isso, um detalhe. Não é um pormenor. Não é uma insignificância. É algo que realmente faz a diferença e não há, mesmo, qualquer desculpa para não o fazer.

Não reciclar fica-lhe caro. Muito caro. 
Enquanto adulto que paga as contas e contribuinte experimentado que é, você sabe perfeitamente que existem vários tipos de impostos. Existem os impostos ao consumo, ao rendimento, os impostos diretos e indiretos, os que são cobrados pela fazenda pública e os que são cobrados pelas autarquias, também conhecidos por impostos locais. Tal como suspeita, não há autarquia no país que não cobre a sua parte de taxas e impostos, sendo o mais conhecido deles o famoso IMI. Com este dinheiro que sai diretamente do seu bolso para os cofres municipais, as autarquias garantem a execução de todo um conjunto de tarefas entre elas, a recolha e tratamento dos resíduos que você e a sua família produzem. Por questões logísticas e financeiras os municípios, em vez de tratarem individualmente os resíduos produzidos pelos seus munícipes, desenvolveram uma solução conjunta, criando uma entidade intermunicipal que tem como objetivo recolher e encaminhar para o destino correto, os resíduos dos municípios envolvidos. No seu caso - assumindo que é um dos nossos leitores que vive num dos 12 concelhos do distrito de Évora - a entidade responsável pela gestão dos resíduos da sua localidade é a GESAMB. Isto é, nós.

Se nunca nos visitou é provável que não tenha ideia dos recursos, meios e infraestruturas envolvidos para gerir de forma ambientalmente correta as toneladas de resíduos que recebemos diariamente, mas acredite, são muitos e de várias tipologias. Como alguém que recebe mensalmente um ordenado pelo trabalho que faz, sabe bem que ninguém trabalha de borla e que as instalações da empresa onde trabalha, assim como os instrumentos que utiliza no desempenho das suas funções têm um custo. Aqui na GESAMB é exatamente igual, mas com uma ligeira diferença. Os municípios têm claro de pagar pelo serviço que a GESAMB lhes presta mas - e é aqui que você decide como e onde são gastos os seus impostos - só pagam pelas toneladas de resíduos não separados. Dito de outra forma, todos os resíduos que não forem separados, isto é, não forem devidamente colocados no ecoponto, serão pagos pelo seu município, à tonelada. E acredite, são muitas toneladas.

Mas se pensa que os euros desperdiçados são o maior custo, desengane-se.
Claro que perceber que o município despende parte do seu orçamento em algo que podia ser totalmente evitável se, simplesmente utilizássemos o ecoponto é doloroso mas acredite, este é um daqueles casos em que nem é só pelo dinheiro.

É que sempre que optamos por atirar ao "lixo" algo que podia ser reaproveitado, estamos literalmente a gastar mais água, mais energia, mais combustível, mais madeira, mais minério, mais tudo. Isto, simplesmente porque decidimos conscientemente impedir que os materiais usados sejam novamente utilizados como matéria-prima. E onde pensa que a indústria vai "buscar" mais matéria-prima para fazer, por exemplo, a garrafa plástica de água que tem na mão? À natureza, claro. E assim, para a sua comodidade, uma empresa russa, algures no mar do Bahrein, perfura o fundo do oceano para de lá retirar o petróleo necessário para produzir a sua garrafa. E de seguida, a bordo de monstruosos navios é transportado para a China, onde algures no interior remoto serão produzidas milhões de garrafas que hão de seguir novamente de barco até Roterdão na Holanda, onde trocarão o barco pelo camião até chegarem à empresa de bebidas…

E é por tudo isto que lhe dizemos: não vá em contos imaginários. 
Por mais que se sinta tentado/a em acreditar em histórias fantásticas, em aliviar a sua consciência atribuindo responsabilidades a terceiros ou mesmo pensar que a sua decisão não faz a diferença no meio de tantas pessoas que parecem não se importar, questione se é mesmo verdade. Seja curioso/a e pergunte-nos como fazemos o nosso trabalho. Venha visitar-nos para melhor entender a importância da sua opção. A opção de separar diariamente as suas embalagens e depositá-las no ecoponto. Acreditamos que o unicórnio Violeta lhe agradece, mas com toda a certeza lhe dizemos que o planeta certamente agradece.

RECICLAGEM

SABE O QUE FAZEMOS ÀS SUAS EMBALAGENS DE PAPEL E CARTÃO?

HIPÓTESE A: COMIDA PARA CÃES. HIPÓTESE B: FILTROS DE CIGARROS. HIPÓTESE C: PATÉ DE SARDINHA.

Se a sua escolha foi a hipótese C, não está sequer perto. Mesmo.
Mas antes de lhe dizermos o que de facto acontece às suas embalagens de papel e cartão, quando as deposita no contentor azul do ecoponto, vamos primeiro dizer-lhe o que acontece quando não as deposita.

Fale mais alto que não se ouve nada com a motosserra ligada.
No momento em que escolhe como destino final o contentor dos indiferenciados, vulgo contentor do lixo, para colocar as suas embalagens de papel e cartão, são imediatamente abatidas 2 ou 3 árvores. Não acredita? OK, talvez não imediatamente e talvez não duas ou três árvores, mas sejamos sinceros, é isso que realmente interessa? Ou será antes o inegável facto de que o cartão do qual as suas embalagens são feitas, ou o papel das revistas, livros e jornais que lê, ser obtido a partir de pasta de papel – também conhecida por celulose-, a qual é obtida através do abate de árvores? Você decide.

Sempre que deposita os seus resíduos de papel e cartão no ecoponto salva uma rola.
Claro que não é obrigatório ligar a motosserra e começar a aviar troncos como se não houvesse amanhã para produzir o papel em que está neste momento a rabiscar uns gatafunhos. Pode em alternativa utilizar o contentor azul do ecoponto para depositar os seus resíduos de papel e cartão, que serão posteriormente reciclados como matéria-prima para produzir mais papel e mais embalagens e, evitar assim que se abatam árvores para o mesmo efeito. Se ainda não percebeu como é que desta forma se salvam rolas é porque não sabe onde é que estas moram. Mas quando optamos pelo ecoponto em detrimento do contentor de resíduos indiferenciados não é apenas a casa das aves que estamos a poupar. As árvores são o principal meio de combate às alterações climáticas. São elas que resgatam CO2 do ar e troca por O2. São elas que evitam a erosão dos terrenos e retêm a água nos solos. São elas que dão abrigo e alimento a todo um conjunto de animais, com influência direta no equilíbrio do planeta e portanto na sua vida.

Vamos recordar!
Antes de mais fixe esta ideia. Separar e depositar corretamente os seus resíduos no ecoponto não é pormenor, nem tão pouco um detalhe. É o dever de qualquer cidadão/cidadã informado/a e ambientalmente consciente. Mas tirando esta questão da responsabilidade, é tão simplesmente uma questão de hábito. Coloque um saco na sua cozinha e à medida que vai dispensando embalagens, coloque-as no interior deste. No final da semana vá até ao ecoponto, ou "crave" a um dos pequenos lá de casa para tal missão. Afinal de contas a pequenada não pode dar só despesa.

Vá, recorde o que colocar e não colocar no contentor azul do ecoponto.
Tudo o que seja de papel e cartão, que esteja seco e limpo de gorduras (e com isto arrumamos já as caixas de pizza). Eis alguns exemplos: jornais, papel, revistas, embalagens de cartão de leite e sumo, caixas de cartão, caixas de ovos, embalagens de cereais, sacos de papel….

 

RECICLAGEM

SABE O QUE FAZEMOS ÀS SUAS EMBALAGENS DE PLÁSTICO E METAL?

HIPÓTESE A: BRINQUEDOS SEXUAIS. HIPÓTESE B: WHISKY BARATO. HIPÓTESE C: XAROPE PARA A TOSSE.

Se a sua escolha foi a hipótese A, esteve perto, muito perto. Talvez demasiado perto…
Das duas, uma. Ou é um/a verdadeiro/a conhecedor/a de toda a panóplia de brinquedos sexuais presentes no mercado ou, está forte no que às questões da reciclagem diz respeito. Antes de avançarmos e por cautela é melhor esclarecermos isto: na GESAMB não produzimos nada a não ser composto. Não temos por isso nem brinquedos sexuais, nem tão pouco whisky, o que para alguns até poderia parecer uma combinação interessante!

“Deixem-se lá de piadas fáceis e digam o que fazem às embalagens?”
Fazemos alguma coisa quando, e apenas quando, você opta por colocar as suas embalagens de plástico e metal no contentor amarelo do ecoponto. Caso contrário, não conseguimos fazer nada. Ou melhor, não aproveitamos nada. Se o primeiro pensamento que lhe veio à cabeça foi: "Humm…estes senhores da Gesamb são um pouco preguiçosos…" deixe-nos explicar primeiro como é que isto funciona. Os materiais que coloca no ecoponto, neste caso o plástico e o metal, são posteriormente agrupados por nós, aqui na Gesamb, por categorias. Os metais, por tipo de metal e os plásticos, por tipo de plástico. Estes materiais seguem depois para a indústria que os utilizam como matéria-prima. Claro que a pergunta que está na sua cabeça é "mas porque é que só fazem isso com os resíduos que recebem no ecoponto e não com todos os outros?". Se pensa que é por preguiça é porque nunca viu ao vivo uma tonelada de resíduos indiferenciados e nós aqui não recebemos uma, recebemos muitas, diariamente. A outra questão é o nível de contaminação dos materiais que provêm do contentor dos indiferenciados e a sua qualidade, que como será óbvio não é a adequada para o fim a que se destina.

Os materiais recolhidos são transformados em matéria-prima. “Parece que toda a gente ganha menos eu…”
É justo. Aqui ninguém trabalha para aquecer e nós não queremos que transpire sem o devido retorno. Por isso, aqui vai a sua lista de ganhos. Começamos pelo mais mundano e que é claro, o "guito". Sempre que opta pelo ecoponto em vez do contentor dos indiferenciados ("do lixo") está a poupar uns euros ao seu município, que apenas paga pela recolha dos indiferenciados. Se está prestes a dizer "Ah, grande coisa, o município não sou eu" fixe esta ideia: onde é que pensa que o município vai buscar o dinheiro para pagar as contas? Ao seu ordenado, claro. Onde mais havia de ser?

Depois, há todo o ganho ambiental que apesar de ser aquele a quem ninguém liga - o que não deixa de ser curioso já que respirar parece ser uma coisa importante - é o mais relevante de todos os ganhos. Por momentos esqueça o óbvio e ignore a lógica que lhe diz que não faz sentido algum "atirar para o lixo" matéria-prima, que a seguir vai ter de comprar mais cara. Centre-se apenas nos custos de exploração e logística para obter por exemplo a matéria-prima para fazer uma lata do seu refrigerante favorito. A pequena lata de 33 cl que tantas vezes segura na mão é produzida à base de alumínio, metal obtido pela eletrólise da alumina, que por sua vez é obtida através da exploração de bauxite. Pondo de lado o facto de que para provocar a eletrólise da alumina é necessário um forno a 800 graus (o seu lá de casa vai até aos 250 e você nota na conta da luz), as principais minas de bauxite ficam lá longe, mais concretamente na Austrália (era impossível ser mais longe), Brasil e China. Agora pense nisto: sempre que atira uma lata de refrigerante para o contentor do "lixo" está no fundo a mandar barcos, comboios e aviões para o outro lado do mundo (tudo movido a gasolina) e onde (também movidos a gasolina) fornos, máquinas e escavadoras vão ter que procurar por bauxite no fundo da terra. Ainda acha que o ecoponto está longe?

Então, vamos lá recordar! 
Antes de mais fixe esta ideia. Separar e depositar corretamente os seus resíduos no ecoponto não é pormenor, nem tão pouco um detalhe. É o dever de qualquer cidadão/cidadã informado/a e ambientalmente consciente. Mas tirando esta questão da responsabilidade, é tão simplesmente uma questão de hábito. Coloque um saco na sua cozinha e à medida que vai dispensando embalagens, coloque-as no interior deste. No final da semana vá até ao ecoponto, ou "crave" a um dos pequenos lá de casa para tal missão. Afinal de contas a pequenada não pode dar só despesa.

Vá, recorde o que colocar e não colocar no ecoponto amarelo:
Aqui a palavra embalagem é chave! Deposite tudo o que seja embalagem de plástico ou metal para dentro do contentor amarelo do ecoponto. Pode também lá colocar esferovite. Só lhe pedimos que evite tudo o que não é embalagem, tipo brinquedos ou mobiliário de jardim e ainda, todas as embalagens que tenham contido produtos tóxicos, como embalagens de óleo de motor (as de óleo alimentar pode!).

 

 

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SABE O QUE FAZEMOS ÀS SUAS EMBALAGENS DE VIDRO?

HIPÓTESE A: ARROZ BRILHANTE. HIPÓTESE B: ESFOLIANTE. HIPÓTESE C: SAL DE COZINHA.

Se a sua escolha foi a hipótese A, está mais perto do que possa imaginar.
Se sempre quis testar os limites da expressão "a realidade supera sempre a ficção" fique a conhecer a história de dois ágeis empreendedores que perante a escassez de arroz, sentida um pouco por toda a Ásia, decidiram inovar e, surfando na vil ganância, criaram o primeiro arroz feito de plástico. Para manter viva a alma do negócio, estas duas almas "caridosas" decidiram não divulgar junto dos seus consumidores o pequeno segredo do seu "arroz". O negócio foi, claro, um sucesso. O preço era bom. O aspeto melhor e a fome muita. Claro que havia sempre a possibilidade de alguém morrer por estar a ingerir algo que não era comestível, mas nem isso afastou outros bravos empreendedores de decalcar o mesmo caminho. Com o tempo, e ao sabor de um arroz xau-xau ou de outro sabor qualquer, aconteceu o que tinha de inevitavelmente acontecer quando se ingere plástico: o negócio sucumbiu junto com os clientes. Apesar de completamente ridícula esta história aconteceu realmente e foi inclusive notícia de jornal. Se não consegue ultrapassar o estranho que é alguém cozinhar arroz de plástico e não notar, fique a saber que quase todos os alimentos utilizados em anúncios são de plástico para parecerem "melhores".

Mas descanse, por cá não fazemos nada. 
Com as embalagens de vidro que deposita no contentor verde do ecoponto não fazemos arroz, nem sal, nem tão pouco esfoliante, mas também, para sermos sinceros, não fazemos muito mais do que parti-las. Não por nenhum propósito lúdico, mas porque a redução do volume ajuda no transporte. À semelhança do que acontece com o papel, o cartão, o plástico e o metal, o destino do vidro que recolhemos dos ecopontos é a reciclagem. Local onde será transformado em matéria-prima e mais tarde, novamente em garrafas ou noutra peça qualquer do mesmo material. A grande vantagem em fazer novo vidro através de vidro velho é que se gasta menos energia na sua produção e, não é necessário andar a dragar o fundo do rio para conseguir areia, o material base com que se faz o vidro. Assim, quando opta por colocar as suas embalagens de vidro no "lixo" em detrimento do ecoponto, na realidade o que está a fazer é a dragar areia do rio e a fazer com que imensos tubos de escape de dragas, barcos, camiões, etc. expilam - sem necessidade alguma - quantidades brutais de CO2 e desta forma está também a contribuir para aquele “pequeno” problema chamado aquecimento global. Se calhar não é má ideia começar a separar o vidro que tem lá em casa, pois não?

Então, vamos lá recordar! 
Antes de mais fixe esta ideia. Separar e depositar corretamente os seus resíduos no ecoponto não é pormenor, nem tão pouco um detalhe. É o dever de qualquer cidadão/cidadã informado/a e ambientalmente consciente. Mas tirando esta questão da responsabilidade, é tão simplesmente uma questão de hábito. Coloque um saco na sua cozinha e à medida que vai dispensando embalagens, coloque-as no interior deste. No final da semana vá até ao ecoponto, ou "crave" a um dos pequenos lá de casa para tal missão. Afinal de contas a pequenada não pode dar só despesa.

Vá, recorde o que colocar e não colocar no ecoponto verde:
Aqui também a palavra embalagem é chave! Apenas deve depositar embalagens de vidro! Desde garrafas até boiões. Desde que seja embalagem e vidro tudo OK. Se pensa colocar aquele conjunto de copos "bonitos" que a sua "estimada" sogra lhe deu, esqueça. Tudo o que seja copos, pratos, cristais, vidros de janela, etc. e tal, não dá. Antes que pergunte, nós respondemos. A primeira razão é que nem tudo é vidro, OK? A segunda, é que alguns desses vidros fundem a temperaturas diferentes o que quando misturados com os restantes, inviabilizam toda a fornada.

 

EVENTOS

7 DIAS, MAIS DE 100 FILMES.
ENTRADA GRATUITA.

OUTUBRO É MÊS DE CINE ECO, O FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA AMBIENTAL.

Já agora, há quanto tempo não vai à Serra da Estrela.
A neve podia ser aquele motivo que "empurra" a decisão, mas com o calor que está vai ser muito difícil "apanhar" neve na semana de 14 a 21 de outubro, que é a semana do Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela. Ainda assim, se não há promessa de neve, há sempre promessa de Queijo da Serra. O que, convenhamos, é bem mais apetecível que água solidificada.
  
Um festival dedicado 100% ao ambiente e 100% gratuito.
Ocorre em Seia, dura uma semana e entre longas, curtas, sessões especiais, internacionais e lusas são mais de 100 películas totalmente dedicadas ao ambiente, exibidas de forma gratuita, naquele que é o Festival mais antigo do país – e um dos mais antigos do mundo - dedicado unicamente à temática ambiental.

Uma cidade dedicada ao festival.
Para além dos muitos filmes e competições, o Festival traz à cidade Seia um outro conjunto de atividades como concertos, debates, provas de vinho e claro, festas, que esta malta do cinema não faz por menos. No âmbito do Festival há ainda uma conferência - também ela gratuita mas de inscrição obrigatória - dedicada à floresta e que dá pelo nome de "Comunidades e Florestas Resilientes" e que decorre nos dias 21 e 22 de outubro no CISE, o Centro de Interpretação da Serra da Estrela, na cidade de Seia.

Tome nota:
Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela – Cine`Eco.
14 a 21 de outubro, na Casa Municipal da Cultura de Seia e no Centro de Interpretação da Serra da Estrela.

Programa: https://www.cineeco.pt/outros/CineEco17_grelhaprogramacaoFinal_WEB.pdf
Website: www.cineeco.pt

Antes de nos despedirmos, espreite aqui o trailer para ficar com um gostinho. Boa semana!
https://www.youtube.com/watch?v=ETWcYFmQLnA


   

 


 



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