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EDITORIAL

SE QUER MESMO AJUDAR A RECUPERAR AS ZONAS ARDIDAS DO PAÍS, UTILIZE MAIS O ECOPONTO.

Sempre que utiliza o ecoponto para depositar os seus resíduos está, de forma direta e objetiva, a contribuir para a preservação da floresta e sobretudo, a ajudar no combate às alterações climáticas.

Ainda hoje há quem acredite que a Terra é plana, que as alterações climáticas são um mito e que a reciclagem é um mero pormenor. Mas tal como a seca que persiste no nosso território, ou os incêndios, que independentemente da sua origem ou causa, mostram uma voracidade e velocidade nunca antes vistas, a reciclagem é bem mais que um simples pormenor.

Se tem dúvidas que ao reciclar os resíduos que produz está a contribuir ativamente para o combate às alterações climáticas e para a preservação das florestas, é porque no rodopiar dos dias nem sempre consegue observar os detalhes à sua volta.

Pense por exemplo no pacote de leite que utiliza diariamente quando prepara o seu pequeno-almoço. Já reparou que a sua embalagem é composta maioritariamente de cartão? Não 100% cartão - é aliás esse o motivo pelo qual as embalagens de leite são depositadas no ecoponto amarelo e não no azul - mas quase 100% cartão. Agora, tente por instantes visualizar o seguinte: entre cafés, supermercado, hipermercados, restaurantes, cantinas, padarias, confeitarias, pastelarias, hotéis, pensões e habitações, quantos pacotes de leite terão sido usados só no dia de hoje? Pense no pequeno-almoço, no lanche e em todos os bolos e receitas que de alguma forma utilizam leite na sua receita. Consegue imaginar? Consegue arriscar um número? Muito provavelmente não, mas tem a perfeita noção de que serão milhares de pacotes de leite num único dia, que rapidamente se transformarão em milhões quando falámos de semanas ou meses. Assim que estes milhares de embalagens ficam vazios, os seus utilizadores têm duas opções: ou garantem que ela segue para o contentor amarelo do ecoponto ou, descartam-na para o contentor dos indiferenciados, vulgarmente conhecido como lixo. E é este o momento em que você e todos aqueles que produzem resíduos podem ou não, contribuir para a sustentabilidade do planeta, ou não. É que tal como sabe, o cartão, material que é utilizado na produção da grande maioria das embalagens, é produzido tal como o papel através de pasta de papel. Pasta de papel que por sua vez é produzida através da celulose, matéria-prima conseguida através do abate de árvores. O que por outras palavras quer dizer que, sempre que opta por não reciclar os seus resíduos de papel e cartão, aquilo que está a fazer é no fundo pedir à indústria de embalagens que corte mais árvores para produzir o seu pacote de leite. Algo totalmente evitável se tivesse optado por colocar a embalagem usada no ecoponto, já que esta seria reutilizada como matéria-prima para produzir uma nova embalagem de leite.

Mas, quando optamos por quebrar o ciclo da reciclagem, ao descartarmos as embalagens que produzimos para o "lixo", não estamos apenas a pedir à indústria que abata mais árvores. No caso do plástico, estamos por exemplo a pedir que se explore mais petróleo algures num oceano qualquer, que esse mesmo petróleo seja transportado até uma fábrica, muito provavelmente situada algures na China e que o produto final siga até si, via Porto de Roterdão, seguido de muitos quilómetros de estrada em camião. Tudo isto para que possa mexer o seu café, às vezes, com um pauzinho de plástico. Troque o furo petrolífero no Oceano Pacífico por uma mina algures na Austrália ou na Rússia e terá mais ou menos uma ideia do que acontece com as embalagens de metal que descarta. 

O enorme papel que a reciclagem tem na preservação do ambiente é que ela suaviza, e de certa forma compensa, os nossos exageros consumistas enquanto sociedade, evitando que se explore de forma constante e desmesurada os recursos naturais, às vezes para algo tão "útil" como um pauzinho para mexer o café, reutilizando os resíduos produzidos enquanto matéria-prima. Mas tudo isto só é possível se você, aliás se todos nós, utilizarmos o ecoponto, que a maior parte das vezes está do outro lado da rua. É por isso que o seu papel é tão relevante. É por isto tudo que a reciclagem das suas embalagens não é um pormenor.

Por mais distante que seja o destino, todas as viagens começam da mesma forma, com um simples passo. Com as grandes mudanças acontece exatamente o mesmo, todas começam com um simples gesto, que pode ser algo tão pequeno como garantir que recicla os resíduos que produz. Mas, tal como quem recusa dar o primeiro passo não vai conhecer novos destinos, quem não incorpora a mudança não pode desejar que as grandes mudanças aconteçam. Lembre-se, para o próximo verão faltam apenas oito meses.

ÁGUA

E SE O M3 DE ÁGUA CUSTASSE 5€?

SERÁ QUE AINDA LAVAVA O CARRO DE MANGUEIRA?

Com uns belíssimos 5€ por metro cúbico a sua fatura de água andaria, considerando um consumo médio de 10m3, muito próximo dos 50€ mensais. Isto é, algo próximo de 10% do ordenado mínimo nacional. Claro que um cenário onde o custo do m3 subisse quase 10 vezes seria algo impensável, mas a realidade tem uma tendência estranha de superar a ficção e é por isso que no distrito de Viseu a autarquia está a pagar 5€ por m3 de água, que tem de transportar de uma albufeira para outra em camiões cisterna porque a albufeira local tem apenas água para mais um mês.

No Alentejo claro, o cenário não é melhor e apesar da seca começar a ter contornos de efeméride, a verdade é que ano após ano a sua extensão e severidade têm ganho novos máximos. Contudo e não obstante as contrariedades palpáveis que a falta de água traz ao nosso dia a dia, a sensação que dá é que a maior parte de nós não está particularmente preocupado com a situação, pelo menos a ponto de passar das palavras aos atos. Mas acredite, quando temos que recolocar peixes de albufeira em albufeira, se calhar está na hora de agir.

Plantar árvores é o melhor que pode fazer.
Mesmo que faça parte daqueles que não acreditam na ideia de que as alterações climáticas estão por trás de tudo isto, há algo que não é possível negar. A cada ano que passa temos um novo record de temperatura e um novo ano com o título do mais quente de sempre. Portanto, independentemente do motivo, algo está a mudar, e notoriamente não é para melhor. O melhor é portanto tomarmos medidas. A mais importante, a mais relevante e aquela que efetivamente poderá influenciar o futuro e também aquela que muito provavelmente nenhum de nós ira fazer. Plantar árvores é, até ao momento, a forma mais eficaz de contrariar os efeitos das alterações climáticas. Elas têm a capacidade de reter a água dos solos, de aliviar o calor e de transformar CO2 em O2. Infelizmente, não fornecem free  wi-fi e talvez por isso, independentemente de tudo o que podem fazer pelo ambiente, a sua importância é menosprezada. Se quiser contrariar o mundo, não hesite. Plante não uma, mas muitas árvores.

Enquanto não planta, poupe.  
É verdade que para muitos, os inconvenientes da seca não hão de ultrapassar o "drama" de ter que reduzir o número de banhos e o facto de terem que andar mais do que uma vez com a mesma roupa. Contudo, as consequências são bem mais extensas do que no primeiro momento se possa pensar. É que a falta de água não limita apenas a nossa higiene diária. A rega, que garante o pasto, os legumes e a fruta também estão em causa e para quem aprecia uma boa refeição isto começa a ficar mais complicado.

Portanto, se gosta de banhos mas também aprecia leite, queijo, carne, fruta, legumes, leguminosas, azeite, vinho e afins, o melhor é recordar algumas destas dicas de poupança.

1) Recicle mais. Ah pois é! Não estava a contar que numa lista de dicas para poupar água a primeira fosse a reciclagem, não é? Mas por muito estranho que lhe possa parecer, quanto mais recicla mais água poupa. É que a produção de bens utilizando matéria prima reciclada utiliza, por comparação quando produzidos com matéria prima virgem, quase menos 50% de água. E tome nota: não há, mesmo, nenhum processo produtivo que não utilize água de alguma forma. Estamos por isso a falar de mesmo, mesmo, muita água.

2) Reduza na carne! Puuumba! Mais uma surpresa não é? Você à espera do "feche a torneira enquanto escova os dentes e nós sacamos desta brutalidade. Mas de facto, quando reduz o consumo de carne, leite e derivados está também a reduzir o consumo de água. Como? É simples. O pasto consome muita água e as vacas comem muito pasto. Ora toda essa água dava para regar muita couve, para mesmo muita gente. Ninguém aqui quer que se torne vegetariano, essa é uma escolha sua, mas se reduzir um pouco no consumo de carne e derivados não lhe fará mal algum e está mesmo a poupar água.

4) Reduza a descarga do seu autoclismo. Esta dica é bem mais fácil para aqueles que têm o reservatório da sanita acessível pelo exterior, mas fica aqui para todos. O procedimento é simples e garante a poupança de muita, mas mesmo muita água. Arranje um "tijolo de burro" (são aqueles maciços, pesados e com os quais se costuma construir  fogões de sala) e coloque-o no interior do reservatório.  A cada descarga, poupará o equivalente ao peso e volume do tijolo. Sim, também pode usar uma garrafa de água de litro e meio, cheia e com tampa, claro.

5) Aproveite a água da chuva. A chuva já não aparece há algum tempo mas de um momento para o outro pode aparecer. Por isso, o melhor é estar preparado e colocar alguns recipientes no exterior para recolher alguma. Claro que não vai cozinhar nem tão pouco lavar-se com esta água, mas pode regar, lavar o carro ou passeios, com ela. Para além de tudo o mais é grátis!

Nota: Tenha em mente o seguinte: mesmo que enquanto estiver a ler este artigo lá fora chova a cântaros, não pense de forma alguma que a seca já passou. Quase 12 meses de seca intensa não se resolvem com duas chuvadas nuns tantos dias. Tal como lhe dissemos no início, algo está a mudar e alguém tem fazer algo. Até mesmo você.

 

RESÍDUOS

AS 4 MELHORES HISTÓRIAS DE "LIXO".  CAPÍTULO I.

CONHEÇA AS 4 DAS 8 MELHORES HISTÓRIAS DE "LIXO" DA GESAMB.

Aqui na GESAMB?
Pois, talvez não nos conheça tão bem como nós o conhecemos a si, e acredite que conhecemos, mas para partirmos em ponto de igualdade aqui fica. Nós, a GESAMB, somos a entidade que recolhe, trata e valoriza os resíduos de quem vive no distrito de Évora, com a exceção dos concelhos de Portal e Viana do Alentejo. Por outras palavras, somos nós quem recebe  tudo aquilo que deita fora, para reciclar ou não.

Os seus resíduos dizem muito mais de si do que possa imaginar. 
Tal como a sua lista de compras diz muito de si, os resíduos que produz também revelam muito da vida pessoal, dos hábitos  de consumo, dos problemas de saúde, dos cuidados de beleza ou até dos hábitos sexuais!  Se não acredita, um dia experimente espalhar os resíduos que produziu ao longo de uma semana e analise cuidadosamente a sua composição. Rapidamente vai perceber que afinal não conhecia tão bem a sua família como pensava e muito provavelmente, vai ter uma nova imagem de si próprio, especialmente quando perceber que o "eu até nem como tantos doces como isso" esbarra frontalmente com o número de embalagens de doces e bolachas espalhados pelo chão. Se de repente com tudo isto se sentiu observado, relaxe. Os seus resíduos estão em segurança e mais do que isso, misturados com os resíduos de todo um mundo de gente. Não será certamente pelos seus resíduos que a PJ lhe baterá à porta.

Mas …
Os resíduos que recolhemos podem não dizer nada de si particularmente, mas dizem muito dos habitantes da nossa região. Demonstram  tendências, comportamentos, acontecimentos e claro, revelam algumas histórias que valem a pena ser contadas. Fique então com 4 das 8 melhores histórias do lixo aqui na GESAMB.

1) "Do casamento para sempre" até ao "dura até durar": Longe vão os tempos em que para "segurar" o sagrado matrimónio, um dos cônjuges, normalmente o do sexo feminino, suportava todo o tipo de meiguices do seu parceiro, independentemente deste ser um traste incurável. Eram os sinais dos tempos e notoriamente os tempos hoje são outros, a julgar pela quantidade (são milhares!) de fotos, álbuns e até algumas impressões de grande formato que encontramos nos nossos contentores onde invariavelmente aparece sempre um casal. Ele vestido de fraque. Ela de grinalda e vestido branco.

2) A luz vermelha lá de casa: É matemático. Apesar de ser uma das indústrias em maior crescimento, de ser a palavra invariavelmente mais procurada no Google e de ser um dos setores da economia mundial que mais milhões movimenta, não há ninguém, absolutamente ninguém, que veja pornografia. De igual forma, parece não haver ninguém a comprar brinquedos sexuais. Isto, apesar do número crescente de lojas e sites que parecem acompanhar o "insucesso" comercial do cinema pornográfico. Por cá, não sabemos se existe alguém que veja pornografia ou que compre os tais brinquedos sexuais. Tudo aquilo que sabemos é o que aparece nos nossos contentores e temos um pouco de tudo. Desde algemas, a vibradores. Desde  bonecas insufláveis até instrumentos para os quais é necessário alguma imaginação para se perceber o seu propósito, são inúmeros os objetos e brinquedos sexuais que recolhemos nas nossas rondas. Se calhar há mesmo alguém que vê e compra o que ninguém vê e compra.

3) Bananas e chocolate: Se está familiarizado com o título desta obra, o mais provável é que esteja igualmente familiarizado com a sigla VHS. Para os que nunca viram a obra completa da famosa deputada Italiana, o VHS está para DVD como as K7 estão para as USB. Por outras palavras, tratava-se de um sistema de reprodução e gravação de filmes em tudo idêntico ao DVD  de hoje, se ignorarmos a qualidade do áudio, da imagem e o formato.  É que ao contrário dos DVD, que têm a aparência de um disco e são pouco maiores que uma mão, o VHS funcionava a partir de umas cassetes, que tinham a aparência de um pequeno livro feito de plástico, onde em vez de folhas, o seu interior era constituído por metros e metros de fita, devidamente enrolada numas pequenas bobines. No auge do VHS a internet ainda estava no paleolítico, pelo que não era possível descarregar nada (legal ou ilegalmente) porque simplesmente ainda não existiam sítios para descarregar seja o que for. Assim, quando as pessoas queriam ver um filme em casa, tinham de sair de casa para ir até um videoclube. O equivalente à atual Itunes, mas em formato de loja de rua. Ali, as pessoas passeavam-se por entre corredores de prateleiras repletas de caixas de cassetes VHS e escolhiam o seu filme baseado na capa destas. Não havia cá trailer ou previews. Apenas um pequeno texto que no caso do "Bananas com Chocolate" não era de todo necessário ler. Pois bem, aqui na GESAMB recebemos cassetes VHS suficientes para ressuscitar o falecido "BlockBuster", um franchising de videoclubes que a internet arrumou.

4) Aquilo que faz o mundo rodar: Guito, carcanhol, pilim, cheta, pecúlio, prata, vintém, munfunfa, cascalho, money paus, graveto ou pastel. Talvez não esteja familiarizado com todo este jargão, mas certamente saberá a que se refere. Também certamente, saberá que o lixo é o último local onde alguém espera encontrar guito, carcanhol, pilim, cheta, pecúlio, prata, vintém, munfunfa, cascalho, money, paus, graveto ou pastel, mas é exatamente isso que algumas vezes encontramos nos nossos contentores. Contudo, a sorte acaba no exato momento em que encontramos o dinheiro. É que uma coisa é dinheiro, outra coisa são euros e como está bom de ver, encontramos dinheiro sim, mas não euros e nem tão pouco alguma divisa valiosa. Era muito, mas já todo fora de circulação e sem qualquer valor. Valeu a pena a surpresa.

Todos os resíduos referidos foram encontrados nas infraestruturas geridas direta ou indiretamente pela GESAMB e provêm da livre deposição da população, tendo sido devidamente encaminhados para os destinos adequados.

 

ALIMENTAÇÃO

UMA RECEITA PARA FAZER DE OLHOS FECHADOS.

PANQUECAS DOCES DE 3 INGREDIENTES E SEM AÇÚCAR? NÃO É POSSÍVEL!

São 7h35 e o despertador já deu sinal que é hora de levantar e, com sorte, os miúdos (se os houver) também já começam a dar sinal que conseguem acordar sem fazer uma birra descomunal que tira qualquer um do sério. Apesar da aparente autonomia dos pequenos, ela não é ainda suficiente para que, sozinhos, se organizem para vestir, fazer a mochila e o pequeno- almoço, por isso a sua ajuda é uma necessidade.

No que à indumentária diz respeito, ou à organização da mochila, deixamos consigo a melhor forma de simplificar as suas manhãs - esperando sinceramente que tenha conseguido que eles a preparassem na noite anterior – mas já no que diz respeito ao pequeno-almoço esperamos com este artigo conseguir dar uma ajuda.

Note que partilhamos esta receita a pensar nos miúdos, é verdade, mas essencialmente em si. Porque é rápida e tão simples que a consegue fazer quase de olhos fechados. Não tão rápida como uns tradicionais cereais, mas certamente mais nutritiva e saudável, muito saborosa e acima de tudo diferente, e isto vai certamente ajudar a eliminar as eventuais segundas birras da manhã, ou os comentários: “é sempre a mesma coisa” ou “não quero outra vez pão e leite”.

Uma banana, dois ovos e uma colher de chá de canela e já está. OK, precisa ainda de uma pequena frigideira para cozinhar as panquecas.

Vamos passar ao lado das informações nutricionais destes ingredientes pois certamente já as conhece, mas antes de passarmos à receita propriamente dita fazemos uma pergunta: sabe como ver se o ovo está fresco? Encha um copo com água. Inseri o ovo lá dentro. Se boiar esqueça, significa que não está fresco e por isso não o pode consumir.

Boas manhãs e bom proveito!

Ingredientes:
1 banana bem madura
2 ovos
½ colher de canela em pó

Preparação:
Numa taça misture a banana, os ovos e a canela com um garfo. Mexa e esmague bem até ficar com uma mistura macia.

Coloque uma pequena frigideira em lume branco com um fio de azeite (pode usar uma nos de manteiga mas já sabe que nós evitamos a manteiga!) e depois aumente para lume médio. Com um colher retire cerca de ¼ da mistura e coloque-a no centro da frigideira e deixe cozinhar. Cerca de 1 minuto e meio depois vire-a com uma espátula larga de modo que apoie a totalidade, ou quase, da panqueca. Vai ter de fazer este processo 4 vezes pois esse é o rendimento destas quantidades.

Pode comer simples, com geleias, com mel, com sementes trituradas, com um smoothie ou iogurte e frutas … a escolha é sua.

Serve 4 panquecas, demora 5 minutos a preparar e cerca de 12 minutos a cozinhar. Pode servir por exemplo com um sumo de fruta natural, um copo de leite ou um iogurte natural adoçado com uma colher de mel.

Esta receita foi retirada do blogue: http://zoomyummy.com.

 

CHILL OUT

SE TEM MESMO CORAGEM, ATREVA-SE A NÃO RECICLAR…

RECICLE OU NÃO, PREPARE-SE PARA ENFRENTAR A FÚRIA DO "ECO NINJA"!

Chega de pancadinhas nas costas e falinhas mansas. A partir de agora quem não reciclar leva!

Não podemos ter a certeza, mas muito provavelmente terá sido isto que Jonathan Browning terá pensado quando teve a ideia realizar o filme "ECO NINJA". Película onde um silencioso assassino Japonês faz justiça pela espada sempre que alguém tem a audácia de não reciclar ou de não utilizar materiais recicláveis. O filme, que passou por cá no Cine ECO de 2012, traz uma abordagem no mínimo original à questão da reciclagem, contada através de uma empresa que decide contratar um ninja para impor um comportamento mais ecológico junto dos seus funcionários. Tudo o que lhe podemos dizer é que o método resulta e traz ainda consigo uma solução interessante para problemas de sobrepopulação do mundo.

Dispense-lhe uns meros 6 minutos: https://www.youtube.com/watch?v=kzG492YNAUY


   

 




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Os resíduos orgânicos de cantinas, universidades, restaurantes, hospitais e outras instituições de maior dimensão são agora encaminhados para a GESAMB através de um serviço dedicado. 

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