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CHILL OUT

HAVERÁ MELHOR FORMA DE COMEÇAR 2018?

MUITO PROVAVELMENTE SIM, MAS NENHUMA COM ESTA BANDA SONORA!

E então? Pronto/a para um novo ano depois de um faustuoso hino ao desperdício e ao consumismo gratuito para supostamente festejar o nascimento do homem que podia ter tudo mas que optou por não ter nada? E esses saldos, feitos? E essas trocas, arrumadas? E que tal essa ressaca, curada? Boa! Está portanto pronto/a para aquela depressão pós festas, tão típica dos nossos dias? Claro que sim.

2017 não foi um ano mau. Você é que é fraquinho/a.

Por norma, esta é aquela altura do ano onde todos nós, num pequeno assomo de saudosismo, fazemos uma, muito, mas mesmo muito, superficial retrospetiva do ano que passou, seguido de um balanço gratuito e completamente superficial da última volta que a Terra deu ao sol. A ligeireza do balanço não é uma questão de acaso mas antes uma questão de preservação e estima própria. É que são tantas, mas tantas as promessas por cumprir, os planos não executados, as dietas falhadas, os ginásios por frequentar (mas pagos! loool) que não há outra forma de olharmos para nós sem nos julgarmos medíocres.

Mas em 2018 tudo vai mudar! (quase de certeza que disse exatamente isto o ano passado)

Em 2018 tudo vai de facto mudar porque nós o/a vamos ajudar a mudar. Nesta primeira edição de 2018 a SIMPLIFICA vai fazer o que costuma fazer melhor: simplificar. E que é normalmente o primeiro passo para conseguir cumprir efetivamente com os seus planos. É que como quase todos nós temos uma magnífica ideia sobre nós os planos que traçamos e os objetivos que assumimos têm por base essa ode ao egocentrismo. No entanto, mais de 98% das vezes, especialmente se for do sexo masculino, essa imagem que temos de nós está sobrevalorizada. Por norma muito. Sinceramente? Mesmo, mesmo, mesmo muito. Acredite.
 
Porém o primeiro passo é definirmos uma banda sonora para 2018.
Ninguém sabe ao certo se morreu ou não. Os mais crédulos pensam que o homem das patilhas proeminentes e anca hiperativa deambula até hoje por Las Vegas. A malta que não vai “em grupos” sabe que o Rei está morto e enterrado em Graceland, Memphis, Tennessee, nos "Estates". Para o efeito, pouco ou nada interessa onde está de facto enterrado o "Pelvis", o que interessa é que este amante de lantejoulas e fatos justos tinha um dom musical extraordinário e, mais importante do que isso, uma vontade inabalável de vingar. Coisa que convenhamos, nem todos nós temos. Por isso, a primeira ideia a fixar para 2018 é esta: menos conversa e mais ação, que é igualmente o nome da música que escolhemos para o acompanhar ao longo de 2018.

Agora, ponha a música bem alta, clique no link e abane essa anca com toda a genica que conseguir. Bom ano malta! 
https://www.youtube.com/watch?v=CkCWVNaX6-k

ps: Por favor, para o propósito do artigo, ignore o "Satisfy me" que repetidamente aparece ao longo da música.
ps2: O quê? Estavam mesmo à espera que uma música do Elvis fosse sobre abnegação, foco, dedicação e esforço? Vá, sejam sérios.
 
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COISAS EXTRAORDINÁRIAS QUE OBRIGATORIAMENTE TEM DE FAZER EM 2018! #1

ACABE COM AS GARRAFAS, NÃO COM OS GOLFINHOS!

Começamos 2018 com uma espécie de "Best of" da SIMPLIFICA de 2017. Quem sabe, desta vez alguém lê o que escrevemos.
Não somos brilhantes. Não temos propriamente o dom da escrita nem tão pouco somos particularmente bem informados, mas há algo que ninguém pode negar. Somos dedicados, bem intencionados e extraordinariamente ambiciosos. Independentemente de todas as nossas limitações e particularidades, edição após edição da SIMPLIFICA mantivemos sempre o nosso objetivo: tornar o mundo num local mais verde, mais justo e mais sustentável. Para isso, ao longo dos 12 meses de 2017 fomos divulgando e promovendo pequenas mudanças que, multiplicadas por muitos poderão resultar em grandes mudanças. Nesta primeira SIMPLIFICA de 2018 trazemos até si as melhores, mais simples e mais promissoras propostas de 2017.

Jure que não gosta de golfinhos.
Nem de golfinhos, nem de todo e qualquer puto de cara laroca e pele fofa que ainda não viveu o suficiente para saber o que é um golfinho quanto mais para ver um. "Q`se lixe!". Você não gosta de ninguém, nem de si próprio. Caso contrário, como é que justifica o facto de ainda (a sério… ainda?) comprar água engarrafada em embalagens plásticas?  E por falar em garrafas plásticas. Quem é que embala 33cl de água? Isso é o quê? Um gole e meio?  33cl é quando muito para uma jola em embalagem de vidro, que devia ser por defeito o material de todas as bebidas.

Em 2018 a primeira coisa que deve fazer é comprar uma garrafa reutilizável de água.
Nunca de capacidade inferior a 50cl e preferencialmente de outro material que não seja plástico, mas até pode ser do dito desde que evite mais uma garrafinha descartável sempre que S. Excelência sacia a sede. Ah, e nem comece com a "choraminguisse" do "… mas eu reciclo… " que ainda perdemos os bons modos e lhe polimos a testa com uma vassoura de piaçaba!  Qual é a lógica de gerar resíduos sempre que tem sede? Ainda por cima de resíduos produzidos a partir de um combustível fóssil e para os quais ainda não há data prevista de deterioração no meio ambiente?  Se é para utilizar plástico, que seja para fins mais permanentes do que os breves instantes que você demora a engolir esses míseros centilitros de água, tipo algo como um pacemaker ou balão gástrico.

Agora sem mãos…
… e também sem dentes porque o assunto é sério. O plástico de uso quotidiano tal como o conhecemos "nasceu" algures pelos anos 30 e graças às suas inúmeras qualidades "inundou" literalmente o mundo. Entre algumas das suas qualidades está a durabilidade que se situa algures entre os 450 e os 500 anos. Isto significa que todo - absolutamente todo - o plástico produzido desde os idos anos 30 ainda hoje existe. Alguns ainda próximos do seu formato original, outros estilhaçados em milhares de milhões de pedacinhos espalhados pelos oceanos. As aves e sobretudo os peixes acham estes pequenos aperitivos uma delícia, apesar de lhes causarem mais tarde ou mais cedo a morte. Por falar em morte, conhece alguém que coma peixe? Vá deixe-se de mordomias e compre uma garrafa reutilizável e encha a mesma com a água da torneira que é tão boa senão melhor do que aquela que compra no supermercado. Se quiser passar para o próximo nível envergonhe publicamente do alto da sua consciência ambiental todos aqueles que não usam garrafas reutilizáveis e convença-os a comprar. Entre de carrinho e comece logo com a "cena" dos golfinhos, vai ver que resulta, não é?

 

POUPANÇA

COISAS EXTRAORDINÁRIAS QUE OBRIGATORIAMENTE TEM DE FAZER EM 2018! #2

A SÉRIO, SE NÃO FIZER ESTA NÃO PODE SER BOM DA CABEÇA. É SIMPLESMENTE IMPERDÍVEL.

Começamos 2018 com uma espécie de "Best of" da SIMPLIFICA de 2017. Quem sabe, desta vez alguém lê o que escrevemos.
Não somos brilhantes. Não temos propriamente o dom da escrita nem tão pouco somos particularmente bem informados, mas há algo que ninguém pode negar. Somos dedicados, bem intencionados e extraordinariamente ambiciosos. Independentemente de todas as nossas limitações e particularidades, edição após edição da SIMPLIFICA mantivemos sempre o nosso objetivo: tornar o mundo num local mais verde, mais justo e mais sustentável. Para isso, ao longo dos 12 meses de 2017 fomos divulgando e promovendo pequenas mudanças que, multiplicadas por muitos poderão resultar em grandes mudanças. Nesta primeira SIMPLIFICA de 2018 trazemos até si as melhores, mais simples e mais promissoras propostas de 2017.

Esta é daquelas que é "limpinho, limpinho".
Ao longo da sua vida não se irá deparar certamente com muitas oportunidades como esta. Aliás, se tivermos em conta que apesar do seu aspeto, feitio e personalidade não está sozinho/a, diríamos muito sinceramente que já estoirou todos os cartuxos de sorte que o destino tinha para lhe oferecer. Por isso, não olhe duas vezes para trás e siga diretamente o nosso conselho.

Por amor da santa, compre um redutor de caudal. Hoje!!!
Redutor de caudal? O que é isso? "Isso" é uma pequena "pecinha" para acoplar nas torneiras lá de casa, operação para a qual não necessita de qualquer ferramenta (aliviado/a, não está?), que lhe vai permitir poupar muitos euros na conta da água, e o melhor de tudo é que não vai notar qualquer diferença no uso uma vez que estes redutores de caudal reduzem de facto o caudal da água mas acrescentam ar para que não haja qualquer estranheza no uso.

Antes que diga qualquer coisa como: "Porreiro pá vamos começar 2018 a poupar umas massas!", saiba que nós não podíamos estar menos preocupados com a sua situação financeira do que estamos. A entidade que lhe cobra a água podia literalmente raptar a sua família como forma de pressão para liquidação de faturas em atraso, que nós continuaríamos a dormir profundamente como só as crianças dormem. Isto porque o que menos nos interessa é a poupança efetiva de euros que vai realizar com os redutores de caudal, que são aliás um investimento baixíssimo. O que nos impele é o potencial de poupança de água presente nesta simples e barata solução.

Agora sem mãos…
… e também sem dentes porque o assunto é sério. Colocar redutores de caudal nas suas torneiras é algo simples, económico e efetivamente útil em termos de poupança de água e julgamos que neste momento não será necessário frisar o quão importante é poupar o máximo de água possível. Lembre-se que o problema da água não se resume a meia dúzia de inconvenientes domésticos. Há famílias, postos de trabalho, empresas e bens em causa. Muito provavelmente não fará da agricultura ou agropecuária a sua atividade, mas há quem faça. Um redutor de caudal não custa mais do que 3 euros e pode fazer a diferença, para si e para os outros. Por falar em outros, convença por favor mais alguém a adotar esta solução. Tal como lhe dissemos quando somos muitos tudo é mais fácil. Bom ano.

 

CONSUMO

COISAS EXTRAORDINÁRIAS QUE OBRIGATORIAMENTE TEM DE FAZER EM 2018! #3

AVENTURE-SE NO FANTÁSTICO MUNDO DAS REFEIÇÕES SEM ANIMAIS.

Começamos 2018 com uma espécie de "Best of" da SIMPLIFICA de 2017. Quem sabe, desta vez alguém lê o que escrevemos.
Não somos brilhantes. Não temos propriamente o dom da escrita nem tão pouco somos particularmente bem informados, mas há algo que ninguém pode negar. Somos dedicados, bem intencionados e extraordinariamente ambiciosos. Independentemente de todas as nossas limitações e particularidades, edição após edição da SIMPLIFICA mantivemos sempre o nosso objetivo: tornar o mundo num local mais verde, mais justo e mais sustentável. Para isso, ao longo dos 12 meses de 2017 fomos divulgando e promovendo pequenas mudanças que, multiplicadas por muitos poderão resultar em grandes mudanças. Nesta primeira SIMPLIFICA de 2018 trazemos até si as melhores, mais simples e mais promissoras propostas de 2017.

Aquilo que come afeta-nos e por isso está na altura de mudar, OK?
Há já muitos meses que andamos aqui a pregar para que analise a forma como se alimenta. Não porque achemos que precisa de emagrecer, nem porque prezemos a sua saúde mais do que você a devia estimar, mas sim porque aquilo que você come tem reflexos na sociedade. Melhor dizendo, tem consequências para a vidinha aqui da malta que mensalmente lhe faz chegar esta magnífica newsletter, e já sabe que somos um nadinha egocêntricos e queremos chegar até aos 150 anos com as mordomias adequadas! Mas se quiser ser mais otimista pense que apenas terá consequências mais lá para a frente, para os “futuros nós”= para os nossos filhos.

Desde o impacto que a produção e transformação animal têm nas alterações climáticas, passando pela ocupação de terras, pela desflorestação, pela perda de biodiversidade, até à quantidade de água despendida por esta indústria, que todos estes fatores, mas mesmo todos, já foram por nós “trazidos a lume” aqui na SIMPLIFICA de modo a mostrar-lhe quão importante deve ser para si fazer alguma coisa sobre o assunto. E porque estará certamente em fase de listar os projetos para 2018 este é simplesmente mais um para colocar na lista: um dia por semana não comer produtos de origem animal. Afiançamos que, à parte de plantar uma árvore e ter um filho (passemos à frente a ideia ambiciosa de escrever um livro), este será muito provavelmente o projeto com maior impacto que algum dia poderá concretizar. Não resolve o problema mundial mas alivia, e muito, a pressão.

Agora sem mãos...
…e também sem dentes porque o assunto é sério. Reduzir o consumo de proteína animal é uma das medidas mais importantes, mais relevantes e mais eficientes que pode tomar enquanto cidadão. Se reduzir o seu consumo de proteína animal vai ajudar a reduzir o consumo e a poluição de água, a desertificação e a esterilização dos solos, a reduzir os gases estufa que provocam o aquecimento global e, mais importante de tudo, vai possibilitar que alguns terrenos deixem de ser utilizados na alimentação animal para passarem a alimentar quem mais precisa. Ah, e o melhor de tudo isto é que a sua saúde agradece. 

Mas sabemos que mudar de hábitos é coisa difícil - por mais pequenos que eles sejam, mas este, vai ver, é muito fácil. Posto isto começamos já por partilhar algumas técnicas simples para colocar em prática este grande desígnio que vai mudar a sua vida –e já agora a nossa também pois como dissemos antes, aquilo que decide comer tem consequências para todos nós.

Não seja demasiado/a ambicioso/a: aplique esta mudança apenas nas duas principais refeições do dia, o almoço e jantar. 
Tente recordar-se de todos os alimentos, ingredientes, condimentos, etc, que podem ter origem animal e que constam do seu cardápio semanalmente. São esses que não vai poder comer nesse dia. Não se esqueça da manteiga, iogurte, nata, ovos, queijo, fiambre, crustáceos…
Explore a internet para conhecer o que é o veganismo e o vegetarianismo e desmistifique-os.
Procure receitas vegan para se ambientar com outros alimentos que não apenas os vegetais e a fruta. Conheça as lentilhas, o tofu, a quinoa, as algas…
Faça a ementa para os 4 primeiros dias (1 mês) e vá às compras. Não é obrigatório visto que apenas vai ser vegan em duas refeições por semana, mas sugerimos que procure garantir que tem sempre uma fonte de proteína e uma fonte de ferro na mesa. (alguns exemplos de fonte de proteína: tofu, feijão, ervilhas, grão-de-bico, soja, chia, quinoa, castanhas, grãos, sementes de girassol; e de fonte de ferro: couve, damasco, tofu, feijão, rúcula, folhas verde-escuras, couve, chia, beterraba, agrião).
Renove a ementa ajustando os pratos que gostou menos e introduza novos ingredientes para que não se torne monótono.

Aqui ficam alguns links com receitas:
http://sociedadevegan.com/category/receitas-vegan/
https://www.pingodoce.pt/coleccoes/receitas-vegan/

 

RECICLAGEM

COISAS EXTRAORDINÁRIAS QUE OBRIGATORIAMENTE TEM DE FAZER EM 2018! #4

ESTA É APENAS PARA ALGUNS. PARA AQUELES MESMO, MESMO MUITO ESPECIAIS.

Começamos 2018 com uma espécie de "Best of" da SIMPLIFICA de 2017. Quem sabe, desta vez alguém lê o que escrevemos. 
Não somos brilhantes. Não temos propriamente o dom da escrita nem tão pouco somos particularmente bem informados, mas há algo que ninguém pode negar. Somos dedicados, bem intencionados e extraordinariamente ambiciosos. Independentemente de todas as nossas limitações e particularidades, edição após edição da SIMPLIFICA mantivemos sempre o nosso objetivo: tornar o mundo num local mais verde, mais justo e mais sustentável. Para isso, ao longo dos 12 meses de 2017 fomos divulgando e promovendo pequenas mudanças que, multiplicadas por muitos poderão resultar em grandes mudanças. Nesta primeira SIMPLIFICA de 2018 trazemos até si as melhores, mais simples e mais promissoras propostas de 2017.

Esta é apenas para os/as muito especiais. Do alçapão que se encontra na cave que dá acesso às masmorras, mesmo lá no fundo do nosso coração esperamos que você não seja um/a deles/as. 
Em 2017 ultrapassamos a barreira dos 7,6 biliões de habitantes no planeta. Para quem tem parcas noções de espaço saiba que será algo semelhante ao que se assiste na época de saldos em algumas lojas de roupa. Como é óbvio, em locais tão ferozmente ocupados, as pequenas particularidades individuais ganham contornos nada menos do que apocalípticos. Imagine por instantes que na tal loja, por entre empurrões, pressas, decibéis e afins, todos os presentes decidem "falar ao telemóvel" em simultâneo. Ensurdecedor, certo? Claro que haverá sempre quem diga que isso não é de todo provável de acontecer e têm razão. Para esses propomos outra situação. De volta à tal loja, imagine que um terço das pessoas decide cuspir no chão. Tudo fica diferente quanto o problema não termina com a chamada e fica espalhado no chão até alguém limpar, não é?

No meio dos 7,6 biliões de mamíferos podemos, claro, encontrar todo o tipo de particularidades e pensamentos. Há quem ainda pense que a Terra é plana, que o leite achocolatado "vem" das vacas castanhas (que tipo de leite pensará esta malta que "vem" das vacas pretas?) e que a reciclagem dos seus (DOS SEUS!!!) resíduos é uma "coisa" menor. Estes são aqueles que apesar de saberem que a Terra não é plana e que o leite achocolatado não "vem" das vacas castanhas são incapazes de perceber que quando se partilha um espaço com "tanta gente" cada um tem de fazer a sua parte.

Este temos a certeza que não é para ninguém. Ainda assim cá vai. Em 2018 comece ou recomece a fazer a reciclagem dos seus resíduos. Dos seus. Daqueles que você produziu. Daqueles pelos quais é responsável.
Nem é complicado, nem há desculpa. À medida que vai descartando materiais como revistas, embalagens dos cereais ou garrafas coloque-os num saco para posteriormente os colocar no ecoponto. Não tem de ser metódico, perfeccionista, obsessivo, nem tão pouco saber na ponta da língua o quê vai para onde. Se errar, errou. Não vai errar sempre nem acertar todas. Se não quiser pensar muito limite-se às embalagens, nada mais. Na rua vai encontrar três contentores distintos normalmente junto e unidos entre si. O azul é para as embalagens de papel e cartão. O amarelo é para as embalagens de plástico e metal e o verde é para as embalagens de vidro. Se quiser brilhar um pouco mais, coloque as pilhas nos pequenos contentores vermelhos que vai encontrar, também espalhados pela cidade. 

Agora sem mãos…
…e também sem dentes porque o assunto é sério. Separar e depositar os resíduos que produziu é uma das principais medidas, acessíveis a todos os cidadãos, de combate às alterações climáticas e ainda de preservação de importantes ecossistemas em risco pela exploração de matéria prima. A situação é nada menos que dramática tal como é urgente, mas sobretudo é decisivo fazer algo agora.  Se tem dúvidas basta ler, ver ou ouvir o seu canal de notícias favorito. Só para "animar" fique a saber que em Sidney ontem os termómetros chegaram aos 47 (!!!) graus Celsius, e que nos EUA o frio congelou tartarugas e iguanas. Na Flórida, o Estado solarengo, nevou pela primeira vez na história. Por isso, recicle e ajude outros a começar. Bom ano!

 

 


 







   


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