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CONSUMO

O CLUBE DE COMBATE DO CREME DE BARRAR.

O QUE SE SEGUE PODE PARECER INVENTADO MAS GARANTIMOS, NÃO É.

Nesta segunda SIMPLIFICA de 2018 escolhemos para mote a expressão "A realidade supera sempre a ficção". Conheça cinco histórias reais que fazem da ficção um “betinho” de sapato de vela.

Se esta é a sua primeira noite no clube de combate, tem de lutar.

Se a expressão anglo-saxónica "Welcome to Fight Club" não lhe esgaça nem um leve sorriso, faça stop à leitura deste artigo e sente-se no seu sofá para de lá não sair até ter visto, e revisto (vai precisar, acredite), o filme de David Fincher que dá pelo nome “Clube de combate”. Na língua de sua majestade, "Fight Club". Para os nossos irmãos lá do outro lado do oceano "Clube de Luta" e para os “nuestros hermanos” uma batatada qualquer que eles e o inglês é um festival de dislexia. O filme, interpretado pela dupla Brad Pitt e Edward Norton, narra uma invulgar iniciativa, desenvolvida por um deprimido funcionário de uma seguradora e um determinado vendedor de sabonetes, em criar um clube de combate para o homem comum. A estória do filme é um elogio (não gratuito) à insanidade mental e à demência mas ainda assim, a milhas do que aconteceu recentemente em alguns estabelecimentos de uma conhecida rede de supermercados em França. Tudo, por causa de um célebre creme de barrar. Mas antes do creme queremos falar-lhe de cápsulas de detergente.

Quer ser “cool”? Coma uma pastilha de detergente.
Já foi uma colher de sopa de canela. Já foi um penalti de 750 ml de uma espirituosa qualquer e em tempos chegou a ser um qualquer pimento, capaz de provocar suores frios e vómitos. A internet lança desafios e só os mais intrépidos, arrojados e significativamente mais estúpidos que a média aceitam. O último, é o de ingerir - e claro, filmar para partilhar - uma cápsula de detergente líquido para a loiça e ver no que é que dá. Se o desafio da canela era de já de si suficientemente arriscado, pois representava um risco real para os pulmões do guloso em causa (a canela não se dissolve nem com água, nem com saliva), este não deixa grande margem de dúvida quanto ao que deverá suceder de seguida. Ainda assim e talvez não muito surpreendentemente é um sucesso entre os mais novos. O futuro não augura nada de bom.

De volta ao creme de barrar.
Nem a Google terá certamente explicação para a existência de baldes com 950 gr de creme de chocolate para barrar, mas o facto é que existem. Do ponto de vista ambiental, toda a embalagem que elimine embalagens é bem-vinda. Do ponto de vista alimentar e considerando que alguns produtos devem ser consumidos de forma muito pontual temos as nossas dúvidas, mas aqui ninguém é nutricionista.

Os tais 950 gr do creme de barrar podem ser encontrados nas prateleiras dos supermercados por um valor a rondar os quatro euros e meio. Valor esse que não costuma afastar os mais gulosos, mas que alguém achou que podia e devia ser mais convidativo e assim decidiu aplicar um estonteante desconto de 70% atribuindo aos mesmos 950 gr uns adocicados 1,40€. A promoção, que sublinhamos, não é de trufas negras, ovas de esturjão ou açafrão, tinha duas limitações: o stock disponível e o espaço temporal de 3 dias. Ao nível das vendas o resultado foi esmagador. Nesses três dias a cadeia de supermercados vendeu o equivalente a três meses de embalagens de creme de barrar e se mais houvessem mais iam. Ao nível civilizacional o resultado foi simplesmente degradante. Em vários dos estabelecimentos do franchising de supermercados as cenas de pancadaria sucederam-se ao ritmo dos programas de futebol nas nossas TV. Adultos de todas as idades, sexos e raças lutavam (sem aspas) pela conquista do maior número de baldes possível como se estivessem perante o elixir da juventude eterna. Para terminar, até porque a vergonha alheia é uma coisa real, dizer apenas que esta versão açucarada do "Fight Club" não aconteceu num qualquer remoto e sobrelotado campo de refugiados. Aconteceu na velha e refinada Europa e não foi por uma sande de pernil, foi por creme de chocolate para barrar… Somos grandes…

Mantenha os olhos na bola.
Antes de começar a condenar severamente os gladiadores do chocolate de barrar, sorva primeiro um pouco de chá de tília e relaxe. Depois, tenha em consideração que os rufias do creme de barrar são, pelo menos na sua maioria, pais de família, trabalhadores honestos e muito provavelmente aos seus próprios olhos gente "normal". É verdade que o "normal" há muito deixou de ser "normal", mas nos dias que correm é "normal" deixarmo-nos ir pela cantiga do "aproveite", do "leve dois ao preço de um", do "50% menos", do "desde 25€" e de tantas outras cantorias que é fácil deixar de pensar pela sua cabeça e começar ao "banano" por algo que nem sequer precisa mas que se tornou desejável. Por isso, mantenha-se atento. Olhos na bola e faça um favor a si mesmo, compre apenas o que precisa. Preferencialmente sem embalagens desnecessárias.

Hei, e não deixe de ver este excelente filme. Fica aqui o trailer:
https://www.youtube.com/watch?v=SUXWAEX2jlg


 
RESÍDUOS

A BALEIA QUE PEDIU PARA MORRER.

SINCERAMENTE? SE ISTO NÃO O/A FIZER MUDAR NADA O FARÁ.

Esta é, infelizmente para todos nós, uma história demasiado real.
"Ela estava por ali a descansar. Não tinha nela qualquer réstia de energia. Estava só por ali. Limitava-se a respirar. Parecia querer apenas ficar sozinha. 
Os bombeiros tentaram empurrá-la para o mar. Tentaram mandá-la embora mas ela acabava sempre por voltar. Parecia doente. Parecia ter vindo para morrer… Então, eles decidiram matá-la."


Ela, é uma baleia…
Exausta, quebrada pela dor, ela procura em desespero encontrar um pouco de espaço para si. Alguns instantes sem nada nem ninguém para ver se o sufoco dá de si e a deixa respirar mais uma vez, mas eles não a entendem e continuam a empurrá-la. Apesar de partilharem a mesma condição de quem mama e inspira a plenos pulmões, nem homem nem baleia conseguem perceber o que o outro lado almeja. Ela, no limite das forças, tenta desesperadamente entrar porto adentro. Eles, de remos encostados ao lombo fazem força porto fora. Mesmo com toda a agonia de quem só tem um único fio de ar, ela consegue reunir num empurrão a força necessária para fazer com que o trio de bombeiros desistam e abandonem bote e intento. Finalmente, ela obtém o que queria: boiar. Entregar-se ao tranquilo balanço e esperar que algum alívio a encontre por entre a deriva. O estrondo que irrompe poucos minutos depois não trouxe o alívio que ela procurava mas em certa medida o alívio que ela precisava. Afinal, os bombeiros não tinham desistido. Tinham apenas trocado os remos por um arma.

A morte da baleia que trazia uma mensagem do fundo.
Ninguém sabe os motivos que levaram aquela baleia específica a procurar refúgio nas águas do porto de Bergen na Noruega. Certo, apenas a sua insistência em entrar porto adentro e a sua vontade hercúlea em contrariar um bote de bombeiros que tudo fizeram para impedi-la. Coincidência ou não, a baleia transportava consigo uma mensagem de extrema importância para todos nós. Seria talvez o propósito de todo o seu esforço.

A primeira baleia falsificada do mundo.
Não. A baleia, a tal baleia, não era falsa por não ser genuinamente uma baleia. Foi efetivamente um ser vivo que tentou entrar no porto de Bergen e foi um ser vivo em extremo sofrimento que morreu entre a baia e o alto mar. A expressão "falsa" advém do foi encontrado no seu interior: um emaranhado aparentemente sem fim de diferentes tipos de plásticos que substituía o enchimento espectável de um animal de sangue quente. Mais de 30 sacos plásticos, alguns ainda em perfeito estado, foram retirados do interior daquela baleia o que levou um dos cientistas da Universidade de Bergen a um desabafo muito particular "#!#*!%#...Temos uma baleia de plástico". O amontoado de embalagens de comida, película transparente e de sacos plásticos formava um alto visível do exterior. No interior, formavam um bloqueio que lentamente foi impedindo aquela baleia de comer e respirar.

OK, mas esta baleia também não ia descobrir a cura para o cancro.
Dentro dos mamíferos são do maior que há. Ao que parece a baleia azul tem um pénis proporcional ao seu tamanho o que dá algo com mais de 2 m. Contudo, mesmo apesar da dimensão do seu cérebro a inteligência não parece ser o ponto mais forte destes animais. Aliás é essa a razão pela qual não conseguem distinguir plástico de comida. Parece básico, quase primário, mas apesar da sua imponência simplesmente não conseguem. Nós por outro lado conseguimos perfeitamente distinguir uma coisa da outra. O que não conseguimos é eliminar o plástico de uma única utilização no nosso dia a dia. Ao que parece não somos suficientemente inteligentes para perceber que estamos a destruir algo muito importante com algo realmente banal.

 

LÁ FORA

NÃO PERCA ESTE ESPECIAL "BEA JOHNSON".

A FRANCESA QUE MUDOU O ESTILO DE MILHARES DE PESSOAS.

A sua determinação não é mais que uma partida do destino.
Mais vezes do que aquelas que gostaríamos de admitir, as grandes mudanças, aquelas que efetivamente determinam um novo rumo nas nossas vidas, não acontecem pela nossa indomável vontade e absoluta convicção. Acontecem na total banalidade e quase sempre por mão do acaso. Para Bea Jonhson, o acaso foi a dificuldade de encontrar uma casa no centro da cidade que tivesse espaço suficiente para acolher a sua família de quatro mais um, sendo o "mais um" um cão.

Quem não tem cão caça com gato.
Para quem está habituado a viver no centro, viver na periferia implica sempre alguns inconvenientes. O mais palpável é a necessidade quase absoluta de ter de se deslocar, para quase todo o lado, de carro. Em sentido oposto, as casas têm por norma áreas mais generosas e preços mais convidativos. Como será expectável, conseguir uma casa no centro que reúna as vantagens das casas na periferia é jogo de sorte e muita, mas muita paciência.

Quase um ano após ter iniciado a demanda de encontrar uma casa no centro, com dimensão suficiente para albergar a totalidade da sua família Bea, decide tomar uma decisão de compromisso. Mudar-se-iam no imediato para a "baixa" e ficariam provisoriamente num apartamento mais pequeno até encontrarem a tal casa que pretendiam.

Como quase sempre o provisório é do mais definitivo que há.
Por uma daquelas questões que não é possível contornar, grande parte dos pertences da família Jonhson tiveram que ficar na primeira casa. As duas mobílias que outrora decoravam as duas salas da casa dos subúrbios não cabiam na pequena sala que agora tinham. O mesmo aconteceu com a roupa. Se antes havia mais do que um guarda-roupa por elemento, no pequeno apartamento os guarda-roupas estavam limitados a um por quarto. Com a parafernália da cozinha, a mesma situação e com todas as peças dos arrumos, igual. A sensação de provisório atenuou a divisão do espólio em partes e talvez por isso ninguém na família Jonhson tenha experienciado qualquer tipo de privação ainda que tenham deixado quase 80% dos seus pertences na casa da periferia.

O maior usufruto do tempo disponível, que antes era ocupado em viagens e filas de trânsito, terá dissipado a sensação de privação e a limitação do espaço, contido o impulso de aquisição de novas "coisas". O tempo fez o resto e quando a "tal" casa apareceu já ninguém estava interessado em mudar. Melhor do que isso, todos, na família de Bea, tinham percebido que vivam melhor com menos, com muito menos.

A mudança de apartamento foi apenas o início.
Hoje, Bea Jonhson é uma afamada palestrante que corre o mundo numa demanda contra o desperdício. É também a fundadora do movimento “Zero Waste Lifestyle” (Modo de vida desperdício Zero) e a autora do bestseller "Zero Waste Home - casa resíduos zero". O seu blogue "zerowastehome.com" é local de peregrinação virtual e não há jornal, TV ou revista que não a tenha entrevistado pelo menos uma vez. A mudança provisória de casa transformou definitivamente a consciência desta família, mas sobretudo a consciência de Bea que experimentou, ainda que de forma completamente casual, os benefícios de uma vida mais simples.

Sem mais demoras eis o que supera a ficção nesta história da Bea Jonhson.
Sabem aqueles boiões de picles cuja base cabe na palma de uma mão e que têm de altura pouco mais que um telemóvel? É exatamente essa a dimensão de todo o "lixo" produzido pela família de Bea ao longo de 2017. Se isto ainda não lhe está a parecer espantoso é porque ainda não lhe "caiu a ficha". Esta família de quatro fez em 365 dias 1/5 do lixo que você sozinho/a fez esta manhã. Ainda não está convencido/a? Então logo, quando estiver a caminho do contentor para levar o lixo do dia, veja quantos boiões de picles consegue encher. É só fazer as contas.

Se eles conseguem será que você consegue?
Assim que se fez clique, Bea Jonhson percebeu que muitas das comodidades que usufruía diariamente não só não eram propriamente comodidades como, transportavam consigo um custo ambiental de tal forma elevado que para quem é mãe de dois e se preocupa com o futuro da sua prole representava uma incongruência.

Típico de quem começa com todas as ganas o arranque desta luta contra o desperdício começou em forma de intifada. Para evitar totalmente embalagens desnecessárias e produtos processados Bea chegou a produzir os seus próprios produtos alimentares, como por exemplo o leite de soja que habitualmente consumia. O que começou em forma de revolta acabou num depurado processo de tentativa-erro que resultou no tal livro. Hoje, a Bea não faz o seu leite de soja mas leva a sua própria embalagem, reutilizável, para o adquirir numa loja de granel. Lá em casa ninguém bebe água engarrafada. Não existem guardanapos de papel, nem sacos plásticos. No final há apenas um boião de lixo por ano. Será que você consegue?
Saiba mais sobre a Bea e o seu blogue aqui:  https://zerowastehome.com/

 

ÁGUA

16 DE ABRIL DE 2018. O PRIMEIRO DIA DO FIM.

SE É ALENTEJANO A LEITURA DESTE ARTIGO PODE CAUSAR PREOCUPAÇÃO.

Uma cidade inteira luta contra o fatídico "dia zero".
Chama-se Sitaara mas para o efeito podia ser Constança, Jacinta ou Piedade. Não se depila há mais de dois meses e o banho, quando tomado, é por entre um conjunto de baldes que preenchem a base de um chuveiro de onde caem umas pingas. A água recolhida nos baldes há de, se chegar, servir para fazer a descarga da sanita, para lavar algumas peças e para regar alguns vasos. A limpeza da casa é feita de borrifador. Um com detergente, um com água usada. A banheira há muito que marca o jardim na tímida esperança de que um dia chova, mas o pior ainda é a fila que a população tem de enfrentar diariamente. São quase três milhões de pessoas que nas mesmas circunstâncias procuram levar para casa o limite de água que o município estabeleceu por indivíduo. Apesar de todas as privações que uns mais do que outros estabelecem para si mesmos o dia zero é cada vez mais uma realidade.

A ironia de ser uma cidade ladeada por dois oceanos.
Para sermos exatos é apenas um o oceano que banha a costa da cidade de Kaapstad, Cidade do Cabo em africâner, a segunda língua mais falada na capital da África do Sul, mas o Índico, está mesmo ali ao lado. Ainda assim, muito dificilmente a Cidade do Cabo conseguirá evitar o dia por esta altura muito falado, o "dia zero". O dia em que a Cidade não terá oficialmente qualquer reserva de água disponível e será por isso forçada a fechar todas as torneiras. Apenas os hospitais, escolas e outros serviços fundamentais terão acesso a água potável e mesmo estes de forma racionada.

"Think Water - together we can avoid day zero" é o nome da campanha que por estes dias inunda a Cidade do Cabo numa tentativa fugaz de conseguir ainda sensibilizar a população para o uso racional da pouca água disponível. Em português seria algo como "Mantenha o foco na água - junto podemos evitar o dia zero". Ainda assim e apesar dos esforços, nem todos os habitantes parecem convencidos da gravidade da situação e muitos não compreendem que o "dia zero" não é um golpe de marketing. É uma previsão real, baseada em consumos médios, número de habitantes e disponibilidade hídrica. O fatídico dia tem um contador próprio, disponível online, e é revisto regularmente. Já teve data marcada para o dia 12 de abril. Hoje, no dia em que escrevemos este artigo o "dia zero" avançou até ao 16 de abril. Parece que os sul-africanos conseguiram empurrar o destino pelo menos mais uns dias, mas o futuro tem a garganta seca.

A que distância fica a Cidade do Cabo?
Segundo o “Google Maps” são exatamente 11.727 km que levam umas longas 166 horas a fazer de carro. E sim, é possível fazer o trajeto de carro desde que "apanhe" o ferry em Almeria, sul de Espanha, mas como será óbvio não é essa a distância que temos em mente. A distância à qual nos referimos, é a da proximidade das condições que antecederam o "dia zero" na Cidade do Cabo e aquelas que nós temos vivido aqui no Alentejo nos últimos tempos. E à semelhança do que aconteceu na Cidade do Cabo, há também por cá quem não esteja muito convencido da gravidade da situação e nem as inusitadas operações como a mudança de cardumes inteiros por falta de água em certas albufeiras parecem ser suficientes para convencer os mais céticos.

Claro que fatores como a densidade populacional ou a dimensão da economia local são fatores que separam as realidades vividas entre a Cidade do Cabo e o Alentejo, mas nem todas as diferenças são a nosso favor. É que a segunda maior cidade de África do Sul foi literalmente "apanhada" pela velocidade a que aconteceram as alterações climáticas, mas a solução para a escassez de água esteve, desde sempre, literalmente à frente dos seus olhos e tudo o que é preciso fazer é tirar-lhe o sal. Já nós precisamos de uns bons 85 km de tubo para chegarmos à água salgada mais próxima.

Quer mesmo saber o itinerário Évora - Cidade do Cabo? Siga o link.
Tem dúvidas que o contador para o "Dia Zero" existe? Veja aqui.

 

CHILL OUT

LENTAMENTE VÁ SUBINDO O VOLUME.

ESTA É UMA DAS MELHORES DE SEMPRE E A IDEAL PARA FECHAR ESTA SIMPLIFICA.

Não era possível terminar esta SIMPLIFICA de outra forma: 
O álbum é de 1988 e foi eleito um dos 500 melhores de sempre pela prestigiada revista norte americana “Rolling Stone”. A sétima faixa, que dá pelo nome de "Where is my mind (onde tenho a cabeça)?" foi ela própria distinguida como um dos 100 melhores temas de sempre pela rádio australiana “Triple J” que lhe atribuiu um prestigiado vigésimo nono lugar. A letra é uma deliciosa homenagem à loucura e ao desvario e portanto, a forma perfeita para concluirmos esta nossa SIMPLIFICA. Já agora, fique a saber que este tema dos “Pixies” faz parte da banda sonora do filme "Fight Club", o que é por si só mais um motivo para ver ou rever o mesmo.

Agora já sabe. Ponha o som no máximo e clique aqui.

 

 


 







   


NewsSlide

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