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NEWSLETTER | GESAMB

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RECICLAGEM

FAZ IDEIA DE QUANTO GASTA COM O SEU LIXO MENSALMENTE?

NÃO É BARATO, MAS A VERDADE É QUE TAMBÉM SÓ PAGA QUEM QUER.

Há contas que só pagamos porque queremos. A conta do lixo é uma delas.
Quando faltam apenas duas jornadas para o fim do campeonato e com o mundial da Rússia ai à porta não é fácil mantermos o foco. É por isso natural que esqueçamos com alguma facilidade de toda a "máquina" que diariamente recolhe, transporta e trata o lixo que diariamente produzimos em demasiada abundância (os valores são incríveis, acredite). São centenas de pessoas, veículos, equipamentos e recursos que numa operação quase invisível fazem desaparecer tudo o que não queremos ver. Invisível sim, mas não gratuito.

Como está bom de ver, alguém tem de pagar tudo isso. Consegue adivinhar quem é? 
Sim, claro que é você quem paga, mas quem literalmente assina o cheque não é você. É o seu município. Ainda que o lixo (a palavra correta é resíduos, mas para já dá-nos "jeito" utilizar lixo) tenha uma política nacional definida -aliás, europeia- a sua resolução tem por razões óbvias um carácter local. Cada município ou conjunto de municípios é responsável pela recolha e correto tratamento dos resíduos produzidos localmente. Se está a ler estas linhas o mais certo é que viva num dos 12 municípios que têm como responsável por toda esta operação a Gesamb, empresa intermunicipal da qual todos os municípios são sócios fundadores e claro, clientes.

Pode não ler o resto do artigo, mas leia este parágrafo. Vai poupar-lhe dinheiro.
OK, talvez não a si mas ao seu município que é no fundo a mesma coisa, já que quem financia o seu município é você. Todos os finais de mês a Gesamb apresenta naturalmente as faturas a cada município para que estes paguem a sua conta do lixo (repare que continuamos a dizer lixo). Como será óbvio, cada um paga consoante a utilização do serviço que fez e é aqui que entra você, a sua carteira e a sua maior ou menor vontade de utilizar o ecoponto. É que a Gesamb apenas - APENAS - se cobra pelas toneladas (sim, toneladas) de resíduos indiferenciados, o tal lixo que falávamos. Tudo o restante, ou seja, tudo o que é recolhido dos ecopontos (em boas condições claro!) é à borlix. Custa népia, nada, nicles, zero! Isto significa que as embalagens de vidro, plástico, metal, cartão e papel podem ter ou não um custo para o seu município (entenda-se para si) consoante o local que você escolher para as depositar. Não se quer dar ao "trabalho" (a sério?!?!) de separar os seus resíduos? Pois muito bem, os seus impostos locais em vez de servirem para construir uma ciclovia, um novo jardim ou quem sabe uma nova creche vão literalmente para o lixo. E lembre-se, são tonelada. Toneladas!

Perceber, percebi. Só não entendo a razão de um ser à borla e outro ser pago.
Temos vindo até aqui a referirmo-nos aos resíduos domésticos como "lixo", algo que está completamente errado. Os resíduos domésticos são na sua maior parte recursos valiosos. Eles só se tornam lixo (e uma conta para pagar) quando optamos por tratá-los como lixo, atirando-os para o lixo. No sentido inverso, quando depositamos as embalagens no ecoponto estas transformam-se em recursos (e numa receita), vendidos posteriormente pela Gesamb como matéria-prima à indústria recicladora, e por isso não é cobrada qualquer conta ao município. As próprias embalagens pagam todos os custos. Como vê, pagar ou não pagar a conta do lixo só depende do local onde coloca os seus resíduos.

Espere, ainda temos mais custos.
Para além de todos os custos de recolha, transporte e tratamento, o lixo (que só é lixo por opção nossa) comporta todo um outro conjunto de custos para o município que são tudo menos irrelevantes. O lixo que segue para os aterros tem de ser tratado e devidamente condicionado para que não polua os solos e as águas. Quando se lida com toneladas este processo é extraordinariamente complexo e igualmente custoso, mas a fatia enorme dos custos (recordamos, completamente evitáveis) não se encontra aqui. É que ao ritmo com que produzimos "lixo", os aterros que o recebem "aguentam" cada vez menos tempo e como deve imaginar construir um novo aterro não fica propriamente barato. Ah, e lembra-se de quem paga? Pois, talvez não seja má ideia começar a reciclar e garantir que os seus amigos e família também o fazem. É que no final pagamos todos e isto já para não falar da fatura ambiental. Aquela que serão os seus filhos a pagar.

Vá malta, boa semana! 
 
CONSUMO

CONSEGUE DIZER QUANTAS T-SHIRTS TEM?

PROVAVELMENTE NÃO, MAS É QUASE CERTO QUE DEVIA TER MENOS.

A história do homem que roubou um polvo e um champô. 
Não é fácil compreender a escolha. Por um lado, uma embalagem de champô. Algo que ainda que inegavelmente útil, perde, atendendo às circunstâncias, quando comparado com a versatilidade e usabilidade de um simples sabonete. Do outro lado, uma embalagem de polvo. Repasto que exige preparo, confeção e ainda por cima, alguma destreza na cozinha para não terminar como borracha na boca. Ainda assim, esta foi a lista, aparentemente ideal (provavelmente a possível), que um sem-abrigo tentou aliviar dos corredores de uma conhecida cadeia de supermercados na cidade do Porto. O intuito acabou barrado junto à porta, nas mãos do uniforme que a vigia. O homem sem casa, aparentemente a precisar de um banho e definitivamente com fome, acabou, sem alternativa, por devolver o espólio que, somado, rondava uma brutalidade de 25€ e uns trocos. De crime semipúblico a furto simples passaram dois anos em tribunal. A pena, transformada em coima, multiplicou por 10 o "pecúlio", que nunca o chegou a ser, do homem que fazia listas de compras esquisitas e tornou evidente um facto: se é para “desgraçar” que não seja por um sabonete e um polvo. No mínimo um banco, se não puder ser uma economia inteira! Da mesma forma, se é para "dar cabo de tudo isto" que não seja por uma simples t-shirt.

A t-shirt, a peça de vestuário mais banalizada de sempre.
De etiquetas que ultrapassam o ordenado mínimo até peça de brinde de feira com estampado de oficina de automóveis. Há t-shirts para tudo e para todos. Só não haverá quem não tenha pelo menos uma destas peças feitas à base de algodão no seu guarda-roupa. O que a maior parte de nós desconhece é que estes trapos a quem ninguém dá muito valor são um dos produtos mais poluentes da atualidade, competindo até com o mal-amado ouro negro (por favor, não comece já a cantarolar o "vou levar-te comigo….").

3 oceanos antes de chegar até si. 
Muito provavelmente a t-shirt que está a usar neste momento foi produzida a mais de 11.000 km do lugar onde está sentado/a a ler estas linhas. Se traçássemos uma linha do ponto mais a Norte, até ao ponto mais a Sul de Portugal Continental obtínhamos um comprimento de uns bem medidos 561 km. Os tais 11.000 km dão para chegar até onde chegou Vasco da Gama e até um pouco mais além. Mais concretamente até ao Bangladesh, o maior exportador de t-shirts do mundo que emprega hoje qualquer coisa como 4,5 milhões de pessoas na confeção destas peças menores do mundo da moda. Além da pegada carbónica proveniente de todos os comboios, cargueiros e camiões TIR que trouxeram do longínquo Bangladesh a sua t-shirt até cá, a sua consciência ainda terá que aguentar com as deploráveis condições de trabalho com que estes milhões de pessoas, sobretudo mulheres, enfrentam durante longas jornadas de trabalho, para no final do mês levarem para casa algo como 56,72€. Sem férias pagas, sem subsídio de desemprego e sem segurança social. OK, dá para pagar um polvo e um champô.

Ainda faltam mais dois oceanos. 
O Bangladesh pode ser o maior produtor do mundo de t-shirts, mas não é de todo o maior produtor de algodão. Esse título está reservado a um trio de países: Índia, China e EUA, sendo que a terra do Tio Sam é aquela que mais se destaca dos três. Por isso, o algodão da sua t-shirt antes de ter feito Dhaka - Lisboa muito provavelmente terá realizado uma outra viagem com origem no Texas, já que o sudoeste dos EUA é a região onde se produz a maior quantidade de algodão. Ali, ao contrário do que acontece no Bangladesh, o trabalho é feito essencialmente por pesada maquinaria, transformando aquilo que seria à partida uma quinta, numa fábrica. Tudo é automatizado e tudo é em grande escala. A começar no uso de pesticidas, que aproveitando o facto do cultivo do algodão não ser um cultivo que vá parar ao prato, não enfrenta grandes limitações de uso, tornando-o na cultura que mais recorre a pesticidas do planeta. O uso de água também não é comedido. Nem podia. É que o algodão é uma cultura exigente em termos de rega e por isso precisa mesmo, mas mesmo de muita água. E se o uso de pesticidas parece não trazer grande alarme, já o consumo de água parece fazer alguma mossa. É que o sudoeste dos EUA enfrenta há já vários anos uma condição de seca severa, quase dramática, que proíbe inclusivamente a rega de jardins. Ainda assim, parece que não há nenhuma outra verdade mais verdadeira que a frase muito americana: "The show must go on".

Ainda faltava um oceano, certo?
Curiosamente ou talvez não, dependendo dos seus conhecimentos de fiação, as t-shirts produzidas no Bangladesh não utilizam algodão como matéria-prima, mas sim tecido produzido a partir do algodão e se os EUA são um dos principais produtores de algodão, já no que se refere a fio e tecido de algodão o pódio está dividido entre India e China. Razão pela qual o algodão da sua t-shirt antes de seguir para Dhaka tem de passar por Pequim, de onde partirá certamente até uma das muito industrializadas cidades em redor da capital Chinesa.  
Os pompons brancos que brotam das plantas de algodão não são do mesmo branco que nos acostumamos a ver nas corriqueiras t-shirts. Depois de transformado em fio e posteriormente em pano, o algodão adquire uma cor pouco comercial: "branco sujo" e é só à custa de muita lixívia e outros tantos químicos que o algodão espevita de sujo para branco imaculado. Branco, se a demanda for para branco, por que quem branqueia também colora e as mesmas máquinas, com diferentes químicos, fazem o branco mais branco e também fazem do branco cor. Os rolos de pano, estão agora prontos para seguir para Bangladesh, assim como os químicos utilizados para branquear e colorar o algodão estão prontos para descer rio abaixo ou subir chaminé acima, somando mais uma parcela à já elevada conta ambiental.

Afinal, quantas t-shirts tem?
Provavelmente não vai deixar de comprar t-shirts depois de ter lido este artigo, nem tão pouco é esse o nosso intuito. Na verdade, tudo o que queremos é que pense bem quanto ao número de t-shirts que realmente precisa e sobretudo, que saiba o verdadeiro custo ambiental destas. Comprar t-shirts de algodão orgânico é uma opção, mas melhor opção ainda é comprar menos, e se possível comprar localmente. Para terminar e para que não pense que estamos "novamente" a exagerar, por ano são comercializadas qualquer coisa como 2.000.000.000 de t-shirts.
Agora, é só multiplicar por 2000.000.000 os números abaixo.

São necessários 2.700 l de água para produzir uma única t-shirt.
O cultivo de algodão utiliza mais pesticidas que qualquer outra cultura no mundo
Uma simples t-shirt chega a percorrer ao longo do seu processo de produção mais de 60.000 km até chegar ao seu destino final.
Este sector de atividade é responsável por mais de 10% das emissões de carbono do mundo.

 

 
LÁ FORA

ESTA É A SUA OPORTUNIDADE DE FREQUENTAR YALE.

UMA DAS MAIS PRESTIGIADAS UNIVERSIDADES DO MUNDO TEM UM LUGAR PARA SI.

O poder de Hollywood.
O poder do cinema, concretamente do cinema de Hollywood, é algo tão poderoso, tão influente, que a grande maioria de nós sem nunca ter posto os pés no país dos hot-dogs é capaz de dizer o nome de três ou quatro das principais universidades daquele país. Ora vamos lá: Harvard, Princeton, MIT (quase todos conhecemos a sigla, mas poucos conhecem a versão extensa: Massachusetts Institute of Technology) e claro, Yale.

(já agora, quer experimentar dizer o nome de 3 universidades francesas? Vá, espanholas… Népia não é?)

Aqui só entra a elite.
Tal como na Urban Beach, entrar em Yale não é para todos. Aqui não são os seguranças que lhe complicam a entrada, mas sim os altíssimos requisitos de ingresso. Dos mais de 20.000 candidatos apenas uma mão cheia acaba por entrar (cerca de 10%) e se a escolha for Direito talvez seja preferível tentar a sorte na Urban Beach. É que apenas 6% dos candidatos chega a entrar e os que entram dificilmente de lá saem já que a maior parte (80%) acaba por ser convidada para professor. O caso não é para menos. Yale conta com o maior número de presidentes americanos como ex-alunos e por entre os seus caloiros podemos encontrar desde nobéis (6!), até gente do grande ecrã como Paul Newman, Meryl Streep, Jodie Foster e Edward Norton. Portanto como vê isto não é para todos.

Mas decididamente é para si.
Pode parecer barrete mas acredite, não é. Yale tem um lugar para si e não é na cave. Independentemente do seu talento ou falta dele, pode frequentar um curso (e até pedir diploma se o desejar) numa das universidades mais antigas e mais respeitáveis dos Estados Unidos. Não estamos, claro, a falar de Direito, nem tão pouco de Medicina ou Arquitetura, mas também não estamos aqui a enganar ninguém. O curso é real, a sua frequência gratuita e pode fazê-lo à distância. O único custo que eventualmente terá será de algo como 65€ se desejar o seu diploma. Algo que para quem frequentou Yale faz todo o sentido.

Ser feliz precisa de curso?
É conhecida pela "cadeira" da felicidade e é, nos dias que correm, uma das disciplinas mais concorridas em Yale. Quem a leciona, por uma curiosa coincidência, dá pelo apelido de Santos, Laurie Santos, e de um momento para o outro viu as inscrições para a sua aula de "psicologia e boa vida” esgotarem com mais de 1200 candidaturas. A disciplina aborda o tema da felicidade através da psicologia e tenta por um lado, desmaterializar o conceito de felicidade e por outro, materializar comportamentos e ações que nos levem até à tal dita felicidade. No fundo ensinar o que é que precisamos de fazer e deixar de fazer para sermos mais felizes.

Como seria de prever, o conceito de felicidade da maioria dos instruendos não era propriamente distinguível. Na maioria dos casos os substantivos repetiam-se: sucesso, dinheiro, emprego, remuneração. Tal como não podiam estar mais distantes de tudo aquilo que, segundo a Laurie Santos, nos traz felicidade.

A cadeira, segundo os cromos raros que a frequentam, vale mesmo a pena. Para si, está à distância de um clique. É só visitar o website que segue abaixo. Se está farto de não a/o deixarem entrar no Urban, tente também o curso de Direito de Yale, também aqui deixamos o link.

Agora vão chover insultos.
No meio de tudo isto, "esquecemo-nos" de lhe referir algo importante. Yale fica na terra do Tio Sam e como tal, os cursos são lecionados utilizando a língua da terra do Tio Sam, que é como sabe o inglês. Estava bom de ver mas apostamos que neste momento está a morder a língua para evitar um chorrilho de insultos para connosco. Ainda assim, nem tudo é mau. É que a plataforma que distribui, gratuitamente, este curso também distribui todo um conjunto de cursos, alguns deles em português. A plataforma, de nome Coursera, e repositório de conhecimento com cursos online, muitos gratuitos, do mais variado que existe. Vale mesmo a pena, vai ver.

E agora como dizia o Raul Solnado, façam o favor de serem felizes. 

https://www.coursera.org/learn/the-science-of-well-being 
https://www.yale.edu/ 
https://www.coursera.org

 

COMPOSTAGEM

COMPOST… QUÊ?

MAS AFINAL O QUE É ISSO DA COMPOSTAGEM?

Até parece inacreditável que passados todos estes anos e depois de tanta informação disponível na internet; a realização de um projeto no Alentejo com oferta de compostores e formação; os conhecimentos e práticas partilhadas na escola dos seus filhos, você ainda faça a pergunta “O que é a compostagem?”. Para sermos sinceros, estamos um pouco desapontados, mas ainda assim contentes por você fazer a pergunta. É sinal que sempre não se está nas tintas para a qualidade de vida na sua região!

Comecemos pelo princípio, o seu saco do lixo.
Faça o seguinte exercício: olhe para o seu saco do lixo e diga-nos o que vê lá dentro. Queremos acreditar que não encontrará lá papel, plástico, metal ou vidro uma vez que os colocou no contentor doméstico para levar ao ecoponto, mas vê de certeza cascas de fruta e restos de vegetais, algum pão e arroz, algumas folhas e ramos secos que retirou dos vasos. Só para dar alguns exemplos. Pois é, cerca de 53-55% do peso do saco do lixo de um Português é composto por resíduos biodegradáveis.

Agora pare para pensar no seguinte: será que esses resíduos biodegradáveis – que é o mesmo que dizer resíduos “vivos”, naturais, orgânicos, daqueles que se decompõe sozinhos para voltar a formar terra fértil – não terão outra utilidade que não seja a de acabar num aterro sanitário? Garantimos que sim. Têm outra finalidade e você só precisa de querer.

Agora passemos para os seus vasos ou jardim.
Tem horta ou jardim? Não? Mas tem uma varanda, não? OK, mas uma planta é impossível que não tenha. Quem não tiver pelo menos um vasinho que seja dentro de casa que atire a primeira pedra! E não pense que é uma “mania” que afeta apenas o sexo feminino, pois a verdade é que o ser humano mais tarde ou mais cedo na vida faz-se sempre acompanhar por uma planta. Tão certo como os impostos.

Então agora observe a sua horta, ou vaso. Vê que as plantas estão… presas à terra, certo? E que nela vivem 1001 organismos responsáveis pela sua capacidade de produzir alimento e nutrientes para as suas plantas, correto? Mas a verdade é que de vez em quando a sua terra fica cansada, ou até já “nasceu” cansada, e não consegue que as plantas cresçam, deem frutos ou fiquem bonitas. E o que é que você faz? Vai à loja comprar um produto, de origem química ou não, líquido ou sólido, e aplica na terra na esperança que resolva!

Agora pare novamente e pense no seguinte: e se em vez de gastar dinheiro a comprar esse produto, você resolvesse dois problemas de uma vez produzindo o seu adubo praticamente sem esforço? É possível e mais uma vez só precisa de querer.

E por fim concluamos com a resposta à sua pergunta.
Se juntar a sua vontade de poupar dinheiro e a necessidade de ter plantas viçosas, com os seus resíduos biodegradáveis está a um passo de descobrir o que é a compostagem. É que se em vez de comprar adubo você produzir o seu próprio adubo em casa -garantidamente livre de químicos- colocando dia após dia os restos de alimentos da cozinha e jardim num contentor que pousou no jardim e, de vez em quando for observando o seu interior de modo que volvido algum tempo, o seu contentor lhe devolva a substância que precisa para alimentar a terra que sustenta as suas plantas: o composto. A compostagem é isto: dar outra finalidade aos resíduos biodegradáveis que não o aterro sanitário, poupar dinheiro e recursos e melhorar a qualidade dos nossos solos. Simples não?

E se ficou interessado/a em experimentar, fique atento a próximas edições da SIMPLIFICA pois voltaremos ao tema para lhe dar a conhecer tudo o que precisa saber para produzir o seu próprio adubo.

 

ARTE | REUTILIZAÇÃO

DEITE FORA TODAS AS FERRAMENTAS QUE TEM LÁ EM CASA!

MAS PRIMEIRO, VEJA ESTE VÍDEO E DIGA SE É CAPAZ DE FAZER O MESMO.

Nem é com as mãos, é só com os dedos.
Noah Deledda é um escultor americano na casa dos 40 anos que conseguiu - sem utilizar qualquer tipo de ferramenta ou utensílio - transformar um objeto de 35 cêntimos, numa peça de 2.500€. Como? Utilizando simplesmente os seus polegares.

Transformar o ordinário em extraordinário.
Como qualquer artista Noah tem talento (é ver para crer) e uma visão: “re-contextualizar” o ordinário. Dito por outras palavras, transformar o ordinário em extraordinário, sendo que no caso dele o ordinário são latas de refrigerante. Noah transforma, utilizando apenas os seus polegares, transformar aquele resíduo em algo que você gostaria de ter em casa. A grande questão é esta: será que você consegue fazer o mesmo? Se não conseguir, pelo menos tente. Se ainda assim não conseguir, transforme o ordinário em extraordinário utilizando o ecoponto. Nós agradecemos.

Vá, agora espreite o pequeno filme e diga se estamos ou não a exagerar: 
https://www.youtube.com/watch?v=s-HwgUc5gcM 
https://www.youtube.com/watch?v=tilw2vZYPLM
http://www.noahdeledda.com/#premise
 

 


 







   



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Os resíduos orgânicos de cantinas, universidades, restaurantes, hospitais e outras instituições de maior dimensão são agora encaminhados para a GESAMB através de um serviço dedicado. 

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