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RSU | SOLIDARIEDADE

TALVEZ NÃO SAIBA, MAS HÁ SOLIDARIEDADE NOS SEUS RESÍDUOS.

OS SEUS RESÍDUOS PODEM (MESMO) AJUDAR OUTROS. SAIBA MAIS AQUI.

No ano passado, e porque somos uns porreiraços (se não acredita venha conhecer-nos no próximo Dia Portas Abertas), decidimos doar parte das nossas receitas (vê como somos mesmo porreiros) a projetos de solidariedade social que se apresentassem pertinentes. A iniciativa, a que demos o nome de Resíduos Solidários começou de forma tímida mas para nossa surpresa, rapidamente ganhou notoriedade. A ponto de nos primeiros seis meses termos como parceiros o Banco Alimentar, o Ministério da Economia - Direção Regional de Economia do Alentejo de Évora e o Grupo Recreativo Montriguense. Neste momento e com 12 meses de projeto, a Gesamb já distribuiu mais de 9.500€ por entidades e projetos de ação social. Tudo isto aconteceu de forma tão rápida que nem tivemos oportunidade de o convidar a participar. Mas como mais vale tarde do que nunca, aqui estamos nós.

Você pode ser tão porreiro quanto nós. A sério!
Resíduos Solidários não é uma iniciativa à qual apenas instituições de solidariedade social se pode candidatar. Qualquer cidadão pode apresentar a sua iniciativa de ação social e beneficiar do apoio financeiro desta iniciativa da Gesamb desde que claro, o projeto apresentado demonstre pertinência, não tenha fins lucrativos e tenha um propósito social. Porreiro, não é?

E então, como é isto funciona? 
Então, o primeiro passo será, claro, submeter o projeto à Gesamb. Como também será óbvio, o projeto terá de ser de cariz social e deverá descriminar o fim a que se destina, o valor pretendido e a entidade que irá beneficiar do mesmo. Aprovada a candidatura, tudo o que há a fazer é juntar os amigos e começar a recolher resíduos (recicláveis) que deverão posteriormente ser entregues nas instalações da Gesamb em Évora. Os materiais deverão sempre ser entregues separados por categoria e a quantidade mínima para entrega é de 100kg. A Gesamb encarregar-se-á depois, de tratar, enfardar e encaminhar os materiais para as indústrias recicladoras. Do valor recebido, será atribuída uma percentagem (calculada tendo em conta a tipologia de material) para o projeto em causa. A base de cálculo é pública e os interessados poderão a qualquer instante avaliar os valores e os respetivos cálculos.

Esta é a sua oportunidade de ser mesmo, mesmo porreiro.
Neste momento a iniciativa recebeu e aprovou mais de seis projetos (alguns ainda decorrem), mas queremos mais e um pode muito bem ser o seu. Como vê, o processo é simples, transparente e acessível a qualquer entidade ou cidadão. No fundo, tudo o que estamos a fazer é ajuda-lo a ajudar. Só isto.

Para que possa saber mais detalhes sobre o projeto, deixamos aqui mais informação e os nossos contactos.

Mais informações em:
www.gesamb.pt/Gesamb/Responsabilidade-Social 
Tlf: 266 748 123
E-mail: geral@gesamb.pt


ENERGIA | POUPANÇA

HÁ UMA PEQUENA LUZ VERMELHA EM SUA CASA QUE O ANDA A TRAMAR.

POUPE MAIS DE 40€ DE ENERGIA POR ANO COM UM SIMPLES GESTO. MESMO!

Começar pelo fim.
Antes de mais façamos uma nota. Na altura em que escrevíamos este artigo, a EDP disponibilizava gratuitamente neste site https://www.tomadainteligenteedpsu.pt/ uma tomada mágica, que o ajudava a poupar mais de 40€ por ano de energia. Infelizmente e porque tudo o que é bom acaba rápido, quando estiver a ler estas linhas já não terá hipótese alguma de conseguir uma para si porque simplesmente esgotaram. Como é óbvio não nos conformamos com este infortúnio e mesmo sem tomada mágica estamos decididos a ajuda-lo a poupar os tais 40€ por ano de energia. Aliás, vamos ajuda-lo a poupar mais porque aqui não somos para brincadeiras quando o assunto é poupar energia. Por isso, enxugue as lágrimas, cerre os dentes e leia por favor as próximas linhas. O pior que lhe pode acontecer é poupar alguns euros no final do ano. Vamos a isto!


OK, mas antes e porque aqui ninguém é tolo e todos nós desconfiámos quando a esmola é grande, façamos um pequeno enquadramento. Afinal porque é que alguém, neste caso a EDP Universal, está a oferecer tomadas para poupar luz, quando é exatamente com a energia que nós gastamos que eles ganham? Pois bem, esta iniciativa enquadra-se num projeto nacional, aprovado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) e que visa a promoção da eficiência no consumo de energia elétrica junto dos cidadãos.

Afinal o que é que essa tomada tinha de especial?
Para lhe explicarmos melhor o que fazia essa tomada mágica ou o que terá de fazer, para conseguir o mesmo resultado mesmo sem ter uma, levante-se por favor. Feche todas as persianas, corra todas as cortinas e apague todas as luzes. Depois, dirija-se até ao centro da sua sala. Feche os olhos por um instante e abra-os de seguida. Parece Natal não parece? Há luzinhas vermelhas, azuis e verdes por toda a parte. É a tv, a box, o router, o computador, as colunas do mesmo, o tablet, o telemóvel a carregar, a consola de jogos, etc. Enfim, todos os seus aparelhos elétricos e eletrónicos estão em modo stand by, o que mais ou menos significa que não estando ligados também não estão desligados. E é aqui que estão os 40€ euros/ano (ou mais!) que todos os anos queima literalmente para nada.

Se tem a tomada mágica OK, senão tem OK também!
O que a tal tomada mágica da EDP fazia - antes de mais não é bem uma tomada, é um conjunto de tomadas numa régua tipo extensão - era impedir que os seus aparelhos elétricos e eletrónicos entrem em modo stand by, poupando assim energia que de facto não estava a ser utilizada para nada. As boas notícias são que mesmo não tendo a tal tomada, conseguimos fazer exatamente a mesma coisa. O procedimento não é tão cómodo mas é bem mais eficaz. Tudo o que tem de fazer é desligar, com as suas hábeis mãozinhas, os equipamentos naquele botãozinho que faz click e pronto, Já está! "Ah mas não é mágico..." pois não, mas também poupa 40€/ano. Ainda assim, se quiser magia também arranjamos. Tudo o que tem de fazer é adquirir uma régua de tomadas que tenha um botão on/off e deste modo já não tem de andar a desligá-los um por um.

E agora, deixe-se de coisas e desligue as tais luzinhas que para o Natal ainda faltam 2 meses.

 

ALIMENTAÇÃO

DEIXE A MELANCIA EM PAZ. POR FAVOOOOR!

JÁ AGORA, DEIXE TAMBÉM OS PÊSSEGOS, OS MELÕES E AS UVAS.

Já que vamos falar de fruta, comecemos em primeiro lugar por desmascarar uma das maiores mentiras de sempre: o tomate não é um legume! Ao contrário do que se julga, este "legume" é na realidade uma peça de fruta! Sim, leu bem, uma peça de fruta. Nós sabemos, é inacreditável! Mas não se preocupe, esse erro não voltará a acontecer porque nós vamos fazer de si um verdadeiro especialista de frutas!

O verdadeiro apreciador não se rende ao mais caro!
A sério, mas porque é que alguém há de insistir em comer morangos fora de época? É tão, mas tão pouco requintado que só alguém sem qualquer gosto de palato o pode fazer. Os morangos fora de época são quase tão saborosos como mastigar uma bola de papel molhado. Não têm açúcar, não cheiram a verão e a sua acidez não anda longe do ácido de bateria. Ah, e quase que nos esquecíamos, são regra geral bem mais caros. Mas os morangos não são caso único. Há toda uma outra quantidade de fruta, que por alguma razão que desconhecemos, é consumida fora de época de forma regular mesmo com todos estes dissabores. É literalmente pagar para arruinar algo bom.

O verdadeiro apreciador percebe a importância de esperar.
Ao que parece o que serve para os bombons não serve para a fruta. Isto assumindo que quase todos nós sabemos que aqueles bombons de prata dourada recomendados pelo Ambrósio só são devidamente apreciados no inverno profundo. É verdade que também não estão disponíveis antes e por isso não há grande escolha, mas isso também não serve para justificar tudo. O verdadeiro apreciador sabe que a espera também faz parte do prazer. Tudo o que é imediato é efémero. É banal. Ainda mais quando todas as estações têm um fruto específico para nos oferecer, numa clara mensagem de que tudo tem o seu tempo. Alterar isto é banalizar.

O verdadeiro leitor já está farto desta conversa do verdadeiro apreciador.
OK, é justo. Já estamos a fazer render o peixe há vários parágrafos. Afinal, porquê toda esta conversa sobre fruta de época? Se fizer um pequeno exercício da próxima vez que for ao supermercado vai perceber melhor. Quando estiver frente a frente com a banca das frutas e legumes espreite por favor o país de origem das mesmas. Vai reparar que não é fácil encontrar uma zona do supermercado tão cosmopolita como esta. De Espanha até ao Uruguai, passando por África do Sul não existe país que não esteja presente. O difícil mesmo é encontrar fruta nacional, e com isto não estamos de forma alguma a apelar a qualquer sentimento patriótico. Estamos sim a apelar à sua consciência ambiental e ao poder que tem enquanto consumidor consciente para fazer acontecer a mudança.

São milhares de km percorridos de avião, barco e camião.
Imagine o seguinte: pense em todos os supermercados que existem no país e depois, na quantidade e variedade de frutas que os mesmos expõem todos os dias nas suas bancas. Pense ainda na reposição diária que é necessário fazer para evitar falhas e agora, imagine as toneladas de fruta necessárias para fazer isto durante uma semana. Conseguiu? Não? É natural. Como dizia o outro "é muita fruta". Agora, e sabendo que a maioria dessa fruta vem de destinos tão longincos com o Uruguai, imagine as frotas de navios, aviões e camiões que são necessárias para transportar toda esta fruta. Tudo, mas tudo, para que possa ingerir os seus morangos aguados, sem sabor excessivamente ácidos no pico de dezembro.

Claro que o problema não reside apenas na fruta da época. Os frutos exóticos também contribuem - e de que maneira - para toda esta queima de combustível gratuita, mas não queríamos bater tão forte. Para já, contentamo-nos com o facto de consumir preferencialmente fruta de época e se quando em vez optar por consumir fruta que não tenha que atravessar literalmente um oceano para chegar até si.

Posto isto, vamos ali fazer uma salada de frutas e voltamos amanhã.

 

CONSUMO

HÁ QUANTO TEMPO NÃO BATE À PORTA DO/A VIZINHO/A?

DE REPENTE, PARECE QUE A ÚNICA COMUNIDADE QUE CONHECEMOS É A VIRTUAL.

Para as moças ou moços que andem mais distraídos ficam aqui duas novidades de última hora: o Brad Pitt está de volta à equipa dos solteiros e a Apple lançou o novo Iphone7. Se largou tudo e foi direto/a para o facebook tentar a "cantiga do bandido" com o Brad, estamos totalmente consigo. O rapaz é giro, financeiramente independente e está "solto". Já se começou a ver as especificações técnicas do novo modelo da Apple, queremos muito pensar que se encontra numa destas duas condições: primeira, não tem telemóvel e precisa de um. Segunda, o seu telemóvel está danificado para além da reparação ou é um "tijolo" daqueles que caem do 6º andar e continuam a funcionar.

Mal a companhia da maçã trincada anunciou o seu último gadget, uma febre consumista varreu o mundo e apoderou-se de milhares de pessoas que não se pouparam a esforços para serem das primeiras a adquirir o mais recente espasmo tecnológico da reputada marca. A curiosidade desta situação, que já é vista como "normal" (incrível não é?), é o facto de percebermos que a grande maioria destas pessoas não só possuíam telemóveis atualizados e perfeitamente operacionais, como em muitos casos possuíam exatamente o modelo anterior da referida marca. A sério, o que é que se passa connosco?!

Não vamos sequer referir aqui o monstruoso impacto ambiental subjacente a toda esta loucura, nem tão pouco referir a montanha de resíduos que será necessário tratar com os equipamentos "obsoletos". Vamos somente perguntar porquê?!?! Porquê comprar aquilo que já se tem, que está a funcionar, que não é assim tão diferente e que não foi propriamente barato? Como será expectável não existe nenhuma razão suficientemente válida para este comportamento. O que acontece é que muito facilmente deixamos de pensar e simplesmente agimos. Agimos seguindo aquilo que nos parece mais fácil no momento ainda que não o seja. E ainda por cima o preço dos equipamentos não é nada meigo. Ultrapassa o valor do ordenado mínimo em Portugal. É portanto uma compra exigente, mas será válida?

Às vezes num ato sôfrego de disciplina e poupança, impomos a nós mesmos uma austeridade orçamental que chega ao ponto de limitar o número de bicas que bebemos por dia e no entanto, a verdadeira poupança reside nas compras de maior vulto, como por exemplo um telemóvel de 700€! E é aqui que às vezes estragamos tudo!

É por isso que queremos que volte a bater à porta do seu vizinho/a.
Todos nós vivemos atulhados em nossas casas com um extraordinário número de "coisas" que não utilizamos, ou utilizamos tão pontualmente que se torna quase "estúpido" ocuparmos espaço em casa com elas. A questão é que essas “coisas” não ocupam apenas espaço. Elas também esvaziam espaço, mas apenas na sua carteira. E se pensa que estamos a falar de "coisinhas baratinhas" desengane-se. Ainda se lembra onde está o abre-latas elétrico que comprou? Ou daquela faca de serra elétrica que nunca tirou da embalagem? Pois é! Ah! E já nem falamos no custo de ordenar, arrumar e guardar todos estes objetos. Vá lá, simplifique.

Quando lhe sugeríamos bater à porta do vizinho não era com o intuito de que procurasse ajuda para pensar. Era mesmo para que lhe pedisse de vez em quando coisas emprestadas, como por exemplo aquela máquina a vapor para limpar os estofos do carro. A outra opção é comprar uma para si, mas vai usa-la tão poucas vezes... É por estas razões que cultivar um sentimento de comunidade é tão importante. Nos dias que correm as únicas comunidades que parecem interessar são as virtuais e que por um qualquer motivo tendem a evitar todos aqueles que estão mais próximos de nós. Alguém aqui se lembra de falar com os seus vizinhos para além do simples e básico "bom dia"? Não estamos a sugerir que abrace a empreitada de construir um forno comunitário, apenas que tente cultivar algo que nos é tão básico enquanto seres humanos: a proximidade entre pares. E claro, que pense verdadeiramente antes de comprar algo.

Para o ajudar vamos deixar aqui uma plataforma (sim é virtual) que promove exatamente a troca e o empréstimo de "coisas" entre comunidades: www.freecycle.org/browse/PT/Portugal.

Espreite e quem sabe se não terá você próprio a iniciativa de criar algo para a sua comunidade.

Por último e se ficou intrigado com a quantidade de "coisas" que compramos e não utilizamos, espreite este livro "Arrume a Sua Casa, Arrume a Sua Vida" de Marie Kondo e conheça a nova tendência mundial, os minimalistas.

Simplifique!

 

LAZER

MONTEMOR-O-NOVO,
A BROADWAY DO ALENTEJO
.

THE SHOW MUST GO ON, COMPADRE!

Há municípios que fizeram da gastronomia a sua pedra de toque. Outros, fizeram da história e do património edificado o seu mantra. Outros ainda, retiraram das suas excecionais condições naturais o melhor dos partidos. Montemor-o-Novo por seu lado apostou no espetáculo, mas não pense que estamos a falar de “artistinhas” de calça riscada e rasta comprida. Também os há, que a cultura vive na diversidade, mas estamos a falar de algo de uma dimensão completamente diferente. Garantimos, se não conhece vai ficar surpreendido. Mas primeiro, comecemos pelo mais importante, o estômago.

Este é já o sexto artigo que escrevemos dedicado aos municípios do Alentejo e começamos a notar uma certa implicação dos alentejanos com os mouros e castelhanos. Montemor-o-Novo não foge à regra e também aqui a história da cidade e do seu património se fez por entre demandas e conquistas encabeçadas pelo próprio D. Afonso Henriques, o Conquistador. No entanto, Montemor-o-Novo é uma alma muito mais antiga que o início da nossa nacionalidade. Há 50.000 anos, muito antes que árabes e mouros, outros povos se fixaram por aqui e deixaram marcas que perduram até hoje e que são de visita obrigatória, mas primeiro e tal como tínhamos referido, o estômago.

Uma empada para começar viagem.
Montemor-o-Novo como qualquer outra localidade alentejana é um sítio bom para comer e claro, para beber. A oferta é grande e coesa, não faltando nenhum dos pratos típicos que distinguem a gastronomia alentejana de todas as outras. No entanto desta feita vamos optar por continuar a caminhar enquanto agarramos algo para comer. Tenha calma. É certo que não se vai sentar e apreciar, mas também aqui ninguém lhe vai dar uma sande de delícias do mar abastada de maionese. Vamos sim, apresentar-lhe uma iguaria local, as empadas. Por aqui há de vários sabores e recheios. Temos de javali, perdiz, caça e outras, mas a que recomendamos é a de galinha. Diz quem conhece que uma passagem pelo Polo Norte é obrigatória. Gabam-lhe a massa e o tempero, mas faça você mesmo a prova. Café /Snack bar “Polo Norte”, Carreira de S. Francisco, 23.       

É tempo de espetáculo!
Talvez desconheça que Montemor é uma referência na área das artes e expressão cultural, mas a comunidade internacional não. Há vários anos que o município tem apostado na criação de condições para albergar iniciativas de criação artística e desde então proliferam em Montemor-o-Novo todo um conjunto de movimentos associativos e culturais que trazem até este recanto do Alentejo pessoas de todo o Mundo e das mais diversas culturas. As iniciativas e projetos são vários, pelo que não será difícil assistir a um espetáculo numa ida a Montemor-o-Novo. Agora tome nota porque o espetáculo vai começar. Silêncio por favor:

Oficinas do Convento:
Como pedra angular na atividade cultural do concelho, desde 1996 que esta organização não governamental em muito contribui para que a cultura se tornasse um verdadeiro pilar de desenvolvimento da cidade. Ao fornecimento de meios e condições para a produção artística -em especial na área da Escultura, Imagem, Tecnologia e Música- aliam a promoção de jovens criadores, a formação, as residências artísticas, a investigação e publicação de artigos, a organização de eventos anuais na e para a cidade, a prestação de serviços como impressão e construção artesanal de revestimentos (ufa!), ainda acrescem preocupações ambientais e sociais a muitos dos projetos que desenvolvem.

www.oficinasdoconvento.com/

Espaço Tempo:
No Convento da Nossa Senhora do Ó, a Espaço Tempo é uma iniciativa que nos mostra desde 2001 que a interioridade não tem de significar estagnação, ausência de cultura ou falta de dinamismo…. Não pense que estamos a falar de uma sala para espetáculos, ou de um grupo de “artolas”. Não, este Centro Interdisciplinar das Artes Performativas é a maior estrutura do país ao nível das artes performativas e uma referência nacional e internacional na área, tendo estado presente e apoiado o desenvolvimento do percurso de inúmeros criadores. Sempre de frente para as gentes do concelho, têm também uma intensa relação com várias entidades e cidadãos como o demonstram os projetos escolares ou as formações realizadas anualmente. Esta malta percebe mesmo disto e acredita realmente no que faz ao ponto que quando se metem a conceber projetos obtêm nota máxima nas candidaturas à Comissão Europeia. Atenta esteve a cidade em acolhê-los e apoiá-los….

www.oespacodotempo.pt/pt

Encontro Internacional de Marionetas:
Um outro projeto digno de nota na área artística é o Encontro Internacional de Marionetas de Montemor-o-Novo, promovido pela autarquia mas organizado pela Alma d`Arame , que se realiza desde 2006 e tem presenças internacionais que refletem o cosmopolitismo e a relevância cultural do concelho de Montemor no exterior. Este festival justifica por si só uma vinda até Montemor-o-Novo. Aponte na sua agenda!

www.almadarame.pt/encontros.html

Festival de Teatro de Montemor-o-Novo

De 1 a 22 outubro realiza-se o Festival de Teatro de Montemor-o-Novo que vai já na 5ª edição. É realizado pela autarquia em parceria com várias estruturas teatrais. Ao longo de três semanas são várias as propostas teatrais que serão apresentadas, destinadas a abranger os vários públicos, desde o escolar ao sénior, e a acontecerem em vários espaços da cidade. 14 espetáculos, 3 projeções de filmes e 3 oficinas-formação, 1 residência artística.

http://festivalteatro.cm-montemornovo.pt/

E por fim, arte com mais de 50.000 anos.
Lembra-se de termos referido no início do texto que a história de Montemor-o-Novo recuava bem para lá da formação da nossa nacionalidade? Pois bem, já nessa altura as gentes da região prestavam especial atenção à cultura e à expressão artística e por isso, é hoje possível observar vestígios únicos de arte rupestre paleolítica em Montemor-o-Novo. Falamos claro das grutas situadas na Serra do Monfurado, únicas em Portugal, onde podem ser observados vestígios de arte rupestre paleolítica - entre 25 000 a. C. e os 12 000 anos a. C. - contendo um espólio arqueológico testemunha da ocupação humana com mais de 50 mil anos. Foram acidentalmente descobertas em 1963 e foram classificadas como Monumento Nacional nesse mesmo ano. A “National Geograhic” achou-lhes alguma piada e veio até cá fazer uma grande reportagem. Quem sabe se você também não vai achar interessante? :)

http://nationalgeographic.sapo.pt/ciencia/grandes-reportagens/812-a-quimica-da-arte-rupestre?showall=&start=1

http://www.cm-montemornovo.pt/pt/site-visitar/turismo/Paginas/Visitas.aspx


   

 



NOTÍCIAS / Um marco para a Gesamb, no caminho da sustentabilidade

2020-08-27
A Gesamb publica o seu primeiro relatório de sustentabilidade.

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A recente aprovação de duas candidaturas ao PO SEUR permitirá melhorar e intensificar a gestão dos biorresíduos na região.

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2020-05-08
Deposição de material de proteção e segurança no ecoponto contraria regras básicas de higiene e segurança.

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2020-05-04
Oferta de material informático ajuda jovens do Centro Juvenil de Montemor-o-Novo, através da Associação Oficinas do Convento, a participar nas atividades letivas em tempos de COVID.

NOTÍCIAS / Resultados Operacionais - Balanço 2019 Gesamb

2020-05-01
Em 2019 produziu-se menos resíduos (-0,14%) e aumentou-se a recolha seletiva (14%), do que em 2018.

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2020-03-18
Para uma operação de recolha de resíduos eficaz todos temos o dever de cooperar e para isso a Gesamb recorda e informa alguns procedimentos obrigatório.

NOTÍCIAS / Plano de Contingência Gesamb - COVID 19

2020-03-17
Resumo das medidas de contingência implementadas na Gesamb, a partir de 16/3/2020.

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2020-03-15
Os resíduos orgânicos de cantinas, universidades, restaurantes, hospitais e outras instituições de maior dimensão são agora encaminhados para a GESAMB através de um serviço dedicado. 

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