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NEWSLETTER | GESAMB

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CONSUMO

ACHA QUE TEM O NECESSÁRIO PARA FAZER PARTE DA FASHION REVOLUTION?

ATÉ NEM VESTE MAL, MAS PARA SERMOS SINCEROS ESTAMOS COM DÚVIDAS RELATIVAMENTE AO SEU GOSTO.

Garantidamente vai odiar-nos no final. O que é bom.
Antes de avançarmos deixe-nos dizer o seguinte: apenas os que gostam de si desinteressadamente, têm a coragem de não lhe apontar apenas as coisas boas. Por isso aqui vai: o seu gosto para roupa é muito, mas muito, duvidoso. 

De repente a "sinceridade" já não lhe parece assim uma qualidade tão espetacular, pois não? De qualquer forma, quando nos referimos ao seu gosto ou melhor, à falta dele, não estamos a falar propriamente do seu gosto estético, que muito provavelmente será razoável q.b. desde que não saia à rua com umas Crocs e desde que o branco não seja a única cor das suas peúgas. Mas adiante. Quando falámos aqui de gosto estamos a falar realmente de consciência. Algo que normalmente não nos acompanha numa ida às compras, mas que de deveria. Mesmo.

Todos nós ou pelo menos a maior parte de nós, tem um prazer especial em ir às compras. Há algo de extraordinariamente satisfatório em encontrar aquela peça enquanto desarrumamos todos os expositores da loja. A “tal peça”, não só tem de nos ficar bem, mas para ser um "achado" tem de ser a mais barata possível. Assim incorporamos o pioneiro que há em nós e não deixámos uma pilha de roupa por revirar, agarrando tudo o que nos pareça minimamente usável e no final arrastamos até aos provadores uma coleção de cruzetas que daria para abrir uma loja. 

"Hmmm estou com dúvidas... mas pelo preço a que isto está, vou arriscar". 

Apesar das luzes e espelhos cuidadosamente colocados para que a roupa lhe assente melhor, nem sempre tal acontece. No entanto, quando temos na mão peças que custavam 19€ e que agora custam 3€, as dúvidas dissipam-se. Levamos e depois vemos o que acontece. O importante é ter variedade, e claro, fazer um bom negócio.
Está provado que a maior parte de nós possui um valor considerável em roupa dentro do armário, que nunca usou ou que usa uma ou duas vezes. OK, mas quando pagamos 3€ por uma peça não há de vir grande mal ou mundo. Ou virá? 

Não existem almoços grátis!
Na nossa desenfreada procura pela tal peça algo que nunca nos ocorre é perguntar a nós próprios como é que algo pode custar 3€ quando temos plena noção só de olhar para a peça que esse valor não permite sequer cobrir o custo da matéria-prima envolvida, quanto mais o custo do transporte de algo que veio provavelmente do outro lado do Mundo.

A questão explica-se facilmente. Do outro lado do Mundo alguém, algures, trabalhou mais de 16 horas seguidas, em regime de quase escravidão, para ganhar no final do mês aquilo que muito provavelmente você ganha numa semana. É aliás muito provável que esse alguém seja uma criança em idade escolar e que no final não seja paga. Para se conseguir os iniciais 19€ de preço de venda antes de saldo, não é possível apostar em condições de segurança e saúde no trabalho, não é possível pagar horas extraordinárias, nem férias, nem subsídios, nem nada. Há casos de pessoas que vivem literalmente dentro das fábricas, não fazendo mais nada do que sobreviver e trabalhar. Em 2013 no Bangladesh, uma dessas fábricas colapsou e levou consigo mais de 1.100 pessoas e feriou outras 2.500. Foi nesse ano que nasceu a Fashion Revolution, uma organização não lucrativa que pretende mudar a forma como pensamos a moda. 

Moda com consciência.
Não, não pretendemos que deixe de estar na moda. Nem nós, nem tão pouco os senhores da Fashion Revolution. O que se pretende é que não utilize apenas o seu sentido estético quando pensa em moda. Utilize também a sua consciência e ajude a mudar o que é necessário ser mudado. No mundo da moda não são apenas os direitos básicos das pessoas que estão em causa. São todos os valores, nomeadamente os de ambiente e dos recursos naturais. Como imagina, a contaminação de rios, terras e ar não será propriamente encarado como um investimento no "outro lado do Mundo". 

“OK, mas o que é que posso fazer?”
Muito e tudo sem perder o estilo. Criado pela Fashion Revolution, o movimento Haulternative é uma nova forma de refrescar o seu armário sem ter de, constantemente, comprar peças novas. O movimento teve tanto sucesso que inúmeras personalidades da moda e do cinema aderiram e vários projetos nasceram a partir dele.

“Se não compro, como faço?”
Já ouviu falar no Vintage? É a grande moda do momento e muito provavelmente terá no guarda-vestidos da sua mãe ou avó algumas peças de época que agora são a ultima berra. Comprar usado é também outra das tendências e é, garantimos, um excelente meio de conseguir os tais "achados". Emprestar. Pode parecer ridículo mas acredite que é uma "cena" em alguns países. É tão simples como emprestar e pedir emprestado. Ao início pode parece esquisito, mas a Coca-Cola ao início também o era. Alugar roupa. Esta também pode soar estranha mas se alugamos carros, casas e equipamento por que razão não haveríamos de alugar roupa? Por último o mais criativo de todos o "DIY" que é basicamente fazer um upgrade às suas peças utilizando acessórios e outras soluções que transformam roupas antigas em expressões artísticas. Claro que neste momento deverá estar a pensar que nós somos um pouco líricos e que tudo isto é muito bonito mas é no papel. Para lhe provar que está errado(a) vamos deixar-lhe aqui alguns exemplos de tudo o que lhe dissemos. Se mesmo assim não quiser, tudo o que tem de fazer é viver com a sua consciência. 

Aqui vai:
Lojas Vintage online:
www.williamvintage.com | www.lovemissdaisy.com 
Aluguer de roupas online:
www.rentez-vous.com | www.girlmeetsdress.com | www.chic-by-choice.com 
Emprestar e troca roupa online:
www.swishing.com | www.mrsbears.co.uk | www.swapinthecityuk.co.uk 
Exemplos online do tal "DIY":
www.abeautifulmess.com | www.apairandasparediy.com
 
Não podíamos concluir sem lhe deixar o link para o projeto Fashion Revolution e deixar-lhe um desafio. Porque é que não toma a iniciativa de criar uma loja dentro destes exemplos na sua localidade? www.fashionrevolution.org 


REUTILIZAÇÃO | PREVENÇÃO

DOBRE O ESPAÇO DOS SEUS ARMÁRIOS USANDO FEIJÕES E AZEITONAS.

PARA COMEÇAR COZA O FEIJÃO E COMA AS AZEITONAS. DEPOIS, PASSE OS OLHOS POR ESTE ARTIGO.

Já alguma vez reparou na quantidade de… não, não. Paremos já. Reparou não, observou. Pois isto de “reparar”, ou “ver”, é algo que assiste a todos os que têm dois olhos, já “examinar”, ver com atenção, ponderar, é só para alguns. Retomemos. Já alguma vez observou a quantidade de alimentos que compra mensalmente e que estão embalados em frascos, frasquinhos e boiões de vidro? Descanse pois por agora não o/a vamos maçar sobre a problemática do excesso de resíduos de embalagens presentes em tudo o que compramos, mas tenha a certeza que um dia voltaremos a este assunto. Ele é a polpa de tomate, picles, molhos, tremoços e azeitonas e até leguminosas cozidas… Mas mesmo que não tenha “observado”, das duas, uma, ou é daqueles que deita fora as embalagens sem sequer olhar para trás (e se for é certamente do sexo masculino), ou então é dos que de cada vez que se vê face a uma dessas embalagens fica a olhar para ela a pensar: “Não consigo deitar isto fora. Está nova!”. Se pertence a este último grupo, muito provavelmente é do sexo feminino e a sua vida a dois já deve ter sido afetada, algum dia pelo menos, pela sua impossibilidade de dizer não a descartar certas embalagens. Ou não fossem as gavetas, o armário da cozinha ou mesmo parte do sótão lá de casa, ocupados por um batalhão de boiões de vidro que anseiam pela hora de voltar a ver a luz do dia, a comprovar isso mesmo.

Pois bem, ou não nos chamamos SIMPLIFICA ou este mês vai-se ver livre de uma bela quantidade de frascos enquanto ganha espaço para organização!

De entre os inúmeros fins que já pensou em fazer com eles, seja para acondicionar outro produto que comprou avulso, seja uma reutilização mais complexa e artística em que os transforma em candeeiros, existe uma utilização que talvez até já tenha visto enquanto navega pela internet ou nos seus álbuns do Pinterest, mas que possivelmente nunca se aventurou a executar. Chegou o dia. E ainda por cima é uma espécie de dois em um: livra-se do espaço ocupado por, quem sabe, uns 20 ou 30 boiões e ganha novos espaços para armazenar as pilhas de roupa que ainda acumula anualmente. Ora vejamos.

Seja para organizar os vários tamanhos de parafusos, buchas, anilhas, ou então arrumar os pioneses, os elásticos, as pilhas, as agulhas, os alfinetes e botões, ou mesmo os feijões, as lentilhas ou o grão, esta solução é simples e económica. 

Qual é a cozinha, escritório ou garagem que não tem prateleiras? E quem é que nunca se questionou sobre o desaproveitamento da parte de baixo das mesmas? OK, provavelmente aos leitores do sexo masculino nunca lhes deve ter ocorrido esta questão, principalmente se estivermos a falar do “ecossistema” da cozinha, mas também sejamos francos, quem manda mesmo lá em casa não é você pois não? Mas não dispersemos e vamos já ao que interessa: os materiais que vai precisar.

Materiais:
20,30 (?) boiões de vidro com tampa plástica ou metálica (a quantidade depende do tamanho da prateleira).
2 parafusos por boião, no comprimento adequado à espessura da prateleira.
Uma Black&Decker
A, ou As prateleiras, pois claro!
E , mãos à obra.

Antes de começar a desatar a fazer furos na parte de baixo da prateleira, primeiro verifique o diâmetro dos boiões versus a dimensão das prateleiras. Lembre-se que tem de deixar espaço entre os boiões para colocar a mão e desenroscar o frasco da tampa, confortavelmente. Pode fazer uma só fila horizontal ou duas (não se esquecendo que neste caso deve desencontrar os frascos, naturalmente) se a prateleira for funda. Marque com um círculo o local de cada tampa.

Sensivelmente a meio de cada círculo faça os dois furos. Atenção à espessura e profundidade.

Aparafuse agora cada tampa com dois parafusos, encha o frasco com os materiais a guardar. Atarraxe-o à tampa e já está!

Mas não há nada melhor do que ver isto com imagens, não é? Espreite aqui.

Boas arrumações!

 

ALIMENTAÇÃO

UMA SOBREMESA PARA PORCOS QUE TAMBÉM DÁ PARA SI.

OS RECOS JÁ APRECIAM ESTE FRUTO HÁ MUITO. AGORA É A SUA VEZ.

Um pouco de história por favor, que nós por cá não nos dedicamos só a cirandar, comer e de vez em quando rabiscar. Os nossos antepassados na Idade Média tinham na bolota um dos seus alimentos base e era muito comum na região do Alentejo, não fossem os azinhais e sobreirais de perder de vista. Mas como a sede pela novidade era grande e o gosto pelos prazeres da mesa era já algo que nos marcava, quando conhecemos o milho e outros cereais rapidamente abandonamos a bolota da nossa gastronomia e grande parte transitou para a “mesa” de porcos e outros animais. A outra parte foi mesmo deixada ao esquecimento nos campos, e segundo se diz, cerca de 50% da produção é desperdiçada.

Acontece que nos últimos anos alguns professores, curiosos ou incansáveis defensores da flora autóctone ou mesmo instigadores da alimentação sustentável têm tentado repiscar este alimento para a ordem do dia, de modo que tenhamos mais uma alternativa alimentar, e desta vez típica aqui deste pedaço de terra à beira mar plantado não necessitando por isso de percorrer léguas para cá chegar. De tal forma que um deles criou há oito anos o Dia “Mundial” da Bolota (nome arrojado, já que a criação é independente), marcando o dia 10 de Novembro como o dia para a sua livre celebração. A apoiar esta defesa surgem os especialistas (sim é verdade que há gente a estudar um dos alimentos preferidos dos porcos pretos alentejanos) que afirmam que o consumo deste fruto traz muitos benefícios para a saúde humana. As bolotas têm um elevado valor de fibra, proteína e de compostos antioxidantes, aos quais se junta uma gordura semelhante à do azeite fazendo deste alimento um excelente contribuinte para o controle do colesterol e uma alternativa para celíacos. Afinal, os lusitanos sempre tinham razão em guardar para si este fruto seco, transformá-lo em farinha e armazená-lo para uso ao longo do ano.

Mas o crescimento do interesse pela bolota não se tem ficado por aqui. Há Chef´s que lhe dedicam livros, receitas gourmet, quintas de agricultura biológica que comercializam produtos de bolota e organizam simpósios, e municípios que lhe dedicam todos os anos uma semana em novembro.

Mas antes que a porca torça o rabo (sim, não resistimos em fazer este trocadilho) e percamos a dúzia de leitores que ainda lê esta SIMPLIFICA e se deverá estar a perguntar o porquê desta informação toda, vamos já ao que nos trouxe aqui: o estômago pois então. Até porque esta sobremesa não se vai fazer sozinha e como qualquer sobremesa que se preste ela é saudável … q.b.! 

SOBREMESA DE BOLINHOS DE BOLOTA
Primeiro o mais importante: escolher.
Para que não se engane quando as for comprar, ou apanhar, as bolotas dividem-se em duas categorias: as doces e as amargas. As doces, principalmente as da azinheira, podem comer-se cruas, assadas ou fervidas. As amargas têm que ser preparadas, por isso vamos deixá-las para os profissionais, pois não queremos correr o risco de não fazer bonito no jantar de amigos. Traga então as de azinheira s.f.f..

Depois, os ingredientes:
Lavar e cozer a bolota como se fossem castanhas. Separe aquelas que não estejam em condições. Depois retire-lhes a casca, triture-as na 1 2 3 e agora pode pesá-las.
350 grs de bolotas 
300 grs açúcar
150 ml de água
3 colheres de sopa de cacau em pó sem açúcar (rasas)
Açúcar em pó

E por fim a preparação.
O primeiro objetivo é obter um caldo de açúcar em ponto “pasta” ou “fio” ou ainda “de cabelo”. … Ainda está ai? Não se preocupe que é muito simples.

Coloque a água num tacho, adicione e misture bem o açúcar. Leve ao lume, brando, e mexa suavemente, sempre, até a água começar a ferver e o açúcar se dissolver. Com um colher levante o caldo e de certeza que já escorrerá em fios contínuos, o tal ponto de cabelo. Retire do lume.

Uma curiosidade: a água ferve aos 100º, e o ponto que pretendemos é atingido aos 101º, por isso quando a água começar a ferver e já não vir o açúcar granulado, atingiu o seu ponto.

Assim que tiver arrefecido uns minutos, vai adicionar o chocolate em pó e levar ao lume, novamente, até ferver. Mexa sempre até se dissolver o chocolate. Voltar a deixar arrefecer uns minutos. Por fim chega o momento de adicionar a bolota triturada e envolve-la na calda. Leve a lume brando, novamente, e mexa bem até engrossar e ficar bem incorporada. Desligue e reserve até que a massa fique frita.

É agora o momento de meter verdadeiramente as mãos na massa para formar as bolinhas. Polvilhe-as com açúcar em pó e lave as mãos pois já não as vai sujar mais!

Uma receita só acaba com o empratamento pois os seus amigos vão primeiro comer com os olhos. Por isso inspire-se com os melhores, escolha bem os materiais com que os vai servir e como vai decorar.

Esta receita foi retirada do blogue: olhapim.blogspot.pt 

Gostou desta receita? Partilhe-a com os seus amigos no facebook. Isto claro, senão quiser os aplausos só para si.
Até ao próximo mês!

 

ZEN | LAZER

SIM É VERDADE. NO ALENTEJO HÁ VOOS DE BALÃO GRÁTIS!

DE 7 A 12 DE NOVEMBRO REALIZA-SE O FESTIVAL INTERNACIONAL DE BALÕES DE AR QUENTE.

Algo que todos nós devemos fazer pelo menos uma vez na vida não é andar de balão, ainda que claro seja algo a experimentar, mas é confrontar olhos nos olhos os nossos mais profundos medos e tentar ultrapassá-los. Se voar numa cesta de piquenique com um lança-chamas no interior apontado para o manto de tecido que o segura no ar é um dos seus medos, esta é a melhor oportunidade para o confrontar. Se não conseguir, não há problema. Ninguém no escritório há de tirar partido da sua falta de coragem, certo mariquinhas?

Mesmo que a coragem não abunde, a ida ao Festival Internacional de Balões continua a valer a pena.  
No Festival Internacional de Balões de ar quente, existe a possibilidade de voar gratuitamente num dos muitos balões que estarão presentes no evento. Mas se apesar de o balonismo ser uma atividade segura, romântica e com um toque de fantástico, típico dos livros de aventuras, não o convencer, fique a saber que mesmo do chão o espetáculo é nada menos que imperdível.

Leve roupa confortável e máquina fotográfica. 
Quando se fala de indumentária, o bom gosto fica um pouco ao critério de cada um. Já quando se fala em bom senso, é importante ouvir a opinião de quem sabe para o que vai. Assim e segundo quem sabe é importante levar roupa confortável e evitar a todo o custo sapatos de tacão, agulha ou cunha. As saias também não são recomendáveis assim como os vestidos. Também escusa de ir de fato de treino! Um simples jeans e quaisquer ténis devem servir para o efeito. Imprescindível, é a máquina fotográfica, quer suba no balão, quer fique em terra com os bravos do pelotão. Sob o fundo azul claro do Alentejo e com as planícies outonais como pano de fundo, não há forma de não tirar belas fotografias com aqueles gigantes coloridos a flutuar no ar. São inúmeros likes garantidos na sua página do “Face” ou do “Insta”. Por isso, vamos lá.

De 7 a 12 de Novembro em Alter do Chão, Elvas Fronteira, Monforte e Ponte Sor. 
A organização deste evento internacional de balonismo onde participam 32 equipas de 7 países, incluindo Portugal, está a cargo da Publibalão uma empresa Alentejana em cooperação com clube de balonismo "Alentejo sem Fronteiras". As inscrições para os voos grátis assim como o programa estarão brevemente disponíveis no facebook do evento. Espreite aqui:
www.facebook.com/20FIBAQ

Se o receio ainda não o abandonou e dar uma de Phileas Fogg ainda não está fácil, espreite aqui e perca todas as dúvidas: www.youtube.com/watch?v=0Q-U0M4FjdM 

 

LAZER

MORA, ENTRE FLUVIÁRIOS E O
ATELIER DO OBELIX.

PARA SERMOS EXATOS, AINDA O OBELIX NÃO EXISTIA E JÁ TÍNHAMOS MENIRES EM MORA. AGORA TEMOS UM MUSEU.

Mora é, definitivamente, um concelho para visitar calmamente, como manda a tradição, e exige o clima no Alentejo, e na nossa humilde opinião é melhor ainda se o fizer em família. As hipóteses começam pelo típico passeio por entre o casario alentejano, os antigos Paços do Concelho com a sua Torre do Relógio e a Igreja Matriz, mas, não fossemos nós povos de bom sustento, caminhar sem petiscar não vale, e é por isso que aconselhamos que pare na Padaria de Abundâncio Pinto para provar um belíssimo pão alentejano em forno de lenha, e depois, para arrematar ou para levar para a viagem, um caseirinho queijo do céu ou o bolo de mel na casa em frente, Bolos da D.ª Otília.

Mas voltemos um pouco atrás. Quando chegou a Mora terá certamente notado algumas diferenças na paisagem, pois este concelho fica na entrada norte do distrito de Évora mesmo na linha divisória com o Ribatejo, e por esta razão a paisagem de montado é mais vasta mas também mais verdejante. E para ver como não estamos a mentir, fique desde já a saber que é aqui que está uma das maiores matas de pinheiro manso do Alentejo, a Mata Nacional do Cabeção, assim como este concelho alentejano é um dos que tem a felicidade de ter presença abundante de água, que como sabe ajuda muito a manter o jardim lá de casa bem viçoso. Aliás, Mora sabe bem aproveitar esta presença de água no concelho como o atesta o primeiro aquário, de grandes dimensões, de água doce da Europa, o Fluviário de Mora. Os seus acompanhantes mais novos vão deliciar-se a ver -não a mexer- animais ao vivo que normalmente vivem escondidos por entre rochas, lodos e águas turvas dos rios. Especialmente as fugidias lontras. Já agora, anote este horário, pois vai valer a pena esperar: 12h45. É quando acontece um dos momentos de alimentação bidiária destes simpáticos animais aquáticos. Como trouxe consigo uns tantos doces repastos da Dª Otília, não vai ser difícil aguentar a espera.

Entretidas as crianças, e as lontras, chega a hora de alimentar verdadeiramente a sua família até porque esta região merece uma boa pausa gastronómica, especialmente se a visitar na semana de 26 de novembro a 11 de dezembro, que é quando se realiza a XXI Mostra gastronómica da Caça. Nesta mostra participam vários restaurantes do concelho, o que lhe vai permitir provar preciosidades oriundas da longa tradição cinegética da região e que de certeza só os mais velhos compreenderão. 

Mas o verdadeiro motivo pelo qual falamos de Mora hoje é para lhe trazer a novidade que está na berra em todos os jornais do país desde finais de setembro. Sim, é verdade, Mora apareceu em todos, bem talvez não em todos, os jornais do país e não porque um certo assaltante anda a monte há não sei quantos dias, mas porque concretizou um sonho que começou há 100 anos. Falamos-lhe do moderno Museu Interativo do Megalitismo. 

“Mega quê?” estará certamente a perguntar, mas isso é só porque já não se lembra do que aprendeu nas aulas de história, mas se lhe falarmos de menires, dólmenes, antas, cromeleques já está a ver do que estamos a falar não? E quando pensa nestas … pedras, qual é a região do país lhe vem logo à memória? Do país Portugal, e não de França s.f.f., por isso, Gauleses à parte, é o Alentejo pois então. O Alentejo é a região com maior concentração destes monumentos pré-históricos, em Portugal e mesmo na Europa, e Mora para além de ter sido o primeiro concelho a ter uma escavação programada, há 100 anos, é das zonas com maiores vestígios identificados e como se não bastasse tem ainda dentro dos seus limites geográficos um monumento único que motivou uma reportagem especial da revista “National Geographic” em 2013 (o Cruciforme Megalítico do Alto da Cruz na freguesia de Brotas). 

É verdade que as pirâmides do Egipto possuem um impacto visual inegável, mas pense connosco: este património embora menos “espetacular” é quase dois milénios mais antigo do que os triângulos egípcios. É do tempo em que os primeiros homens começaram a assentar arraiais, a criar relações entre eles e a mandar umas sementes para a terra para ver o que acontecia! Importante, não?!  E aqui para os lados do Alentejo, ele abunda. 

Suficientes motivos para construir um Museu em Mora, não acha? E ao que parece este Museu vai para além da exposição do espólio “vivo” e amplia a sua atratividade apostando em filmes 3D, hologramas e uma série de interatividades, suficientes para entreter qualquer criança… ou adulto. 

Despedimo-nos com alguns links úteis para decidir e marcar a sua visita:
www.fluviariomora.pt
www.cm-mora.pt  

   

 


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NOTÍCIAS / Um marco para a Gesamb, no caminho da sustentabilidade

2020-08-27
A Gesamb publica o seu primeiro relatório de sustentabilidade.

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2020-07-08
A recente aprovação de duas candidaturas ao PO SEUR permitirá melhorar e intensificar a gestão dos biorresíduos na região.

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2020-06-29
Vasos, baldes, alguidares, tubos e outros tipos de plásticos contaminam ecopontos amarelos da região.

NOTÍCIAS / Máscaras e luvas no ecoponto colocam em risco a saúde pública

2020-05-08
Deposição de material de proteção e segurança no ecoponto contraria regras básicas de higiene e segurança.

NOTÍCIAS / Gesamb no apoio ao ensino à distância

2020-05-04
Oferta de material informático ajuda jovens do Centro Juvenil de Montemor-o-Novo, através da Associação Oficinas do Convento, a participar nas atividades letivas em tempos de COVID.

NOTÍCIAS / Resultados Operacionais - Balanço 2019 Gesamb

2020-05-01
Em 2019 produziu-se menos resíduos (-0,14%) e aumentou-se a recolha seletiva (14%), do que em 2018.

NOTÍCIAS / Risco de Saúde Pública - COVID-19

2020-03-18
Para uma operação de recolha de resíduos eficaz todos temos o dever de cooperar e para isso a Gesamb recorda e informa alguns procedimentos obrigatório.

NOTÍCIAS / Plano de Contingência Gesamb - COVID 19

2020-03-17
Resumo das medidas de contingência implementadas na Gesamb, a partir de 16/3/2020.

NOTÍCIAS / Grandes produtores de resíduos orgânicos de Évora têm agora uma linha de recolha dedicada

2020-03-15
Os resíduos orgânicos de cantinas, universidades, restaurantes, hospitais e outras instituições de maior dimensão são agora encaminhados para a GESAMB através de um serviço dedicado. 
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