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PREVENÇÃO

ESTAMOS FARTOS QUE SE DIGA MAL DE 2016!

SIM, 2016 FOI MAU, MAS 1939 FOI BEM PIOR. ACREDITE.

Ainda se lembra da febre do Pokémon Go? Muito provavelmente não. Isto apesar de ter acontecido há menos de 3 meses e de ter sido um fenómeno de dimensões planetárias. Na altura, uns meros 120 dias atrás, houve quem afirmasse que se tratava de uma revolução. Afinal, um pequeno jogo de telemóvel conseguiu fazer o que até aqui ninguém tinha conseguido: colocar de novo os miúdos a brincar na rua. Era uma mudança de paradigma no mundo dos jogos virtuais e pela primeira vez, um jogo contribuía realmente para reduzir o flagelo da obesidade infantil. Um mês depois, tal qual o romance no casamento, a novidade esfumou-se e com ela toda a adrenalina em torno do famoso jogo. Um trimestre depois foi com se nunca tivesse existido. Curioso, não é? Mas habitue-se. Nos tempos em que vivemos, esta é a velocidade a que se anda. 

O Mundo é efémero, sempre o foi. Mas à velocidade a que se circula hoje não é mais o Mundo que é efémero. É o próprio tempo que se tornou efémero. A próxima novidade, facto, desastre, descoberta, catástrofe, pesar, dura apenas o tempo que demora o próximo acontecimento a chegar. Num tempo onde nada demora muito tempo, tudo passa demasiado rápido. Infelizmente o "fim de boca" das "coisas boas" não tem a persistência de paladar das "coisas más", por isso é natural que no final da prova tenhamos a sensação que quase tudo o que comemos foi mau ou maioritariamente mau. 2016 tem esse problema. No fim do repasto quase ninguém ficou satisfeito, mas nem tudo foi mau. Acredite.

Para não começar 2017 com um sabor amargo, eis 10 pontos doces de 2016!

#1. 2016 começa com uma boa notícia. Portugal junta-se ao reduzido número de países que permite a adoção gay. O tema é polémico e certamente haverá quem ache que não é assim tão boa notícia. Ideologias à parte, veja a mudança assim: para quem é adotado, ter dois pais ou duas mães é melhor do que não ter nenhum. 

#2. E não é que foi cá? Há ainda quem pense que isto aconteceu na Suécia ou na Noruega mas não, foi mesmo aqui. Durante 4,5 dias de 2016 Portugal consumiu apenas energia produzida por fontes renováveis. Brutos!

#3. Vai tu que chutas bem! Depois de termos tido um tuga como "presidente" da União Europeia, agora é a vez de termos um Secretário Geral das Nações Unidas. No mesmo ano em que ganhamos o EURO e trouxemos a bola de ouro para cá, não podemos pedir muito mais. Só Londres tem o mesmo número de habitantes que a nossa "Tugalândia" e para já só no Algarve é que os temos visto. E ainda bem. São mais que bem-vindos!

4#. Fé na humanidade reestabelecida. Em 2016 vivemos muito provavelmente a segunda maior crise de refugiados de sempre. Entre muros, acampamentos, discussões e um interminável jogo do empurra, houve quem fizesse um pouco de tudo para ajudar aqueles que por causa de uma guerra ficaram sem nada. Numa altura particularmente difícil houve quem fizesse a diferença e vencesse o medo. Ah valentes! 

5#. Até transpiras. 2016 foi um ano quente. Mesmo, mesmo quente. Aliás, parece que foi mesmo o ano mais quente de todos e claro, isso não é uma boa notícia. A boa notícia é que o ambiente e as alterações climáticas entraram definitivamente na agenda dos países e organizações internacionais. O tratado de Paris foi retificado e foram assumidas metas ambiciosas. Os principais poluidores, EUA e China, aderiram e os chineses começaram a "plantar" eólicas e painéis solares à velocidade com que alguns colecionaram Pokémon. Até 2020 a ideia do governo chinês é de conseguir que todo o país seja "movido" a energia renovável. Chinesices! 

#6. E tu, o que fizeste? Na Índia, meia-dúzia de voluntários plantaram 50.000.000 árvores em 24horas! Pela primeira vez nos últimos 100 anos a população de Tigres aumentou e o Panda gigante saiu da lista de animais ameaçados de extinção. Ah e ainda se lembram do buraco na camada de Ozono? Pois, em 2016 começou a reduzir!

#7. Vintage Babe! Na Europa, a moda vintage veio para ficar. Agora não só não é motivo de vergonha usar roupa que outros usaram, como é ainda uma afirmação de estilo. A reutilização e recuperação de materiais não se ficaram apenas pelos trapinhos. Há cada vez mais lojas a vender mobiliário recuperado (vintage lá está) e cafés onde se reparam eletrodomésticos. Há até mesmo países onde se isentou de IVA os serviços de reparação e recuperação de objetos. 

8#. Diga 33. 2016 trouxe a vacina para o Ébola. Confirmou ainda a descida da taxa de mortalidade infantil no planeta. O cancro do pulmão, o cancro do pâncreas e o Alzheimer conheceram novos tratamentos promissores. Ainda no decorrer de 2016 cientistas conseguir "ligar" membros robóticos ao cérebro humano dando nova esperança às pessoas sem mobilidade. 

9#. Dolce far niente. Em 2016 tivemos mais feriados e soubemos que no próximo ano o salário mínimo vai subir. No Algarve, onde gastamos parte dos nossos feriados, soubemos à última da hora que já não existe risco de trocarmos os belos rochedos pelas inestéticas plataformas petrolíferas. Que sorte!

10# Este é para si. No ano de quem ninguém parece gostar aconteceram muitas vitórias. Umas de grande escala outras de grande significado.  Houve quem descobrisse a vacina para um vírus mortal e quem encontrasse aquele alfinete de família há muito perdido. Houve quem vencesse guerras com doenças fatídicas e houve quem batesse o desemprego. Enfim, houve tempo e espaço para tudo e para todos. Por esse motivo este espaço é para si e para as suas memórias. Consegue lembrar-se da melhor coisa que lhe aconteceu em 2016?

POUPANÇA

EM 2017 EXPERIMENTE ESTA TÉCNICA DE POUPANÇA E ACABE O ANO COM MAIS 1.378€.

JÁ REPAROU, NÃO É? ESTAMOS A REPETIR ARTIGOS MAS VAI JÁ PERCEBER PORQUÊ.

Antes de mais nada faça (mesmo!) o seguinte: arranje um frasco, um porquinho ou algo que sirva de mealheiro e coloque lá 1 euro.

Recordando.
Ainda agosto ia alto e nós trazíamos até aqui uma técnica de poupança para o ajudar a amenizar os estragos das suas férias de verão no orçamento familiar. Ora, o que lhe trazemos agora é exatamente a mesma técnica mas com uma vantagem. Na altura, só lhe trouxemos esta dica de poupança porque já sabemos como é. Apesar de o ano letivo aparecer sempre na mesma época do ano, para a maioria de nós aparece sempre como uma grande surpresa. É como as libras, não falha.
Mas dizíamos, trouxemos a técnica das 52 duas semanas em agosto mas tal como o nome deixa antever, a sua utilização faz muito mais sentido quando estamos no arranque do ano. Precisamente quando estamos na primeira semana no ano, como é o caso, e por isso cá estamos nós outra vez.

Já colocou o euro no frasco? Então vamos a isto.
Chama-se a técnica das 52 semanas e é uma técnica de poupança simples mas curiosamente muito eficaz e que basicamente consiste em poupar semanalmente o número de euros correspondente à semana do ano. Confuso? A culpa é nossa, descanse. Vamos tentar outra vez. Todas as semanas deverá poupar uma quantia de euros. Essa quantia é ditada pela presente semana em que se encontra, das 52 que correspondem a um ano. Na primeira semana do ano deverá poupar 1€, na segunda 2€, na terceira 3€ e por ai adiante até chegar à quinquagésima segunda semana onde terá de poupar 52€. No final terá juntado algo como 1.378€.
Pode claro começar ao contrário e logo na primeira semana do ano bancar com 52€ e ir reduzindo por ai fora. Se entre a Sport TV, as mensalidades da viagem que fez a Paris no ano passado aquele par de sapatos de sola vermelha que decididamente não devia ter comprado, até porque não faz até hoje a mínima ideia de quem é o tal do Christian Louboutin, o valor mensal lhe parece demasiado alto, pode ainda fazer o mesmo esquema mas apenas com cinquenta cêntimos e claro, no final do ano terá metade dos 1.378€, isto é: 689€.

Sabe o que é um "Rainy Day"?
"Dia de chuva" é o que literalmente significa esta expressão quando traduzida à letra do inglês mas esse não é o seu verdadeiro significado. Dia de chuva é mais uma espécie de lembrete de que nem todos os dias são de sol. Parece um pouco ridículo mas não é. A razão pela qual importamos esta expressão é simplesmente para lhe recordar que apesar da maioria dos dias serem de sol, não é desapropriado poupar para o tal dia de chuva, que se correr bem há de apenas aparecer muito, mas muito lá para a velhice profunda. De qualquer forma, não se esqueça. Nem todos somos como o Bruce Wayne e até mesmo o Batman tem uma conta poupança.

Bom ano e boas poupanças!

 

REUTILIZAÇÃO

5 PASSOS PARA QUE FAÇA DE 2017 O SEU MELHOR ANO!

ANTES DE CONTINUAR A LER, PEGUE NUMA CANETA E PAPEL. VAI PRECISAR.

Já tem a caneta e papel à mão? Ótimo. Agora pense num sítio onde afixar depois de tomar todas as notas. Convém que seja um sítio visível, quase incontornável. Afinal 365 dias são muitos dias para se esquecer.

2016 foi duro, mas não consigo.
Se tem uma cama quente onde dormir, uma casa com água corrente, eletricidade e pelo menos uma refeição diária, fique a saber que é - literalmente - alguém extraordinariamente rico. Ao nível dos mais ricos do planeta. Mesmo! Sem ponta de lirismo ou troca de galhardetes. O grande problema é que a maior parte de nós não sabe disto. Ou se sabe, não compreende completamente a dimensão da riqueza que possui e então faz tudo o possível para se convencer que ainda é pobre.
Repare. Ninguém escolhe o sítio onde nasce, ninguém. Não há nada que você possa fazer para determinar o local onde nasce, simplesmente porque não é uma competência sua. Se tivesse nascido num outro país, algo que como dissemos não depende de si, a sua esperança de vida poderia andar à volta dos quarenta e poucos. Na Serra Leoa por exemplo, segundo a Organização Mundial de Saúde, a esperança de vida é de 38 anos! O que dito por outras palavras significa que quando entrou para a faculdade em vez de um caloiro era um ancião. Num outro local deste planeta que não o nosso (que só é nosso porque nascemos cá), ter uma cabra é um sonho tão ambicioso que não passa disso mesmo, de um sonho. Ter água corrente é impensável. Ter um médico disponível um mito e, usufruir de algum tipo de justiça uma sorte.
A sorte. A mais pura sorte fez com que, sem ter feito nada para isso, possa usufruir de um enorme espólio de conquistas, esforços e descobertas feitas por outros ao longo de séculos. Tudo para que quando cá chegasse pudesse usufruir do melhor do melhor. Assim, tudo o que tem a fazer é usufruir da sorte que tem e claro, contribuir para que os próximos tenham, se não tanta sorte como você, pelo menos um pouco mais de sorte.

Agora seu/a sortudo/a, pegue na caneta e aponte 5 coisas para usufruir em 2017.

1) Não plante uma árvore. Sim, leu bem. Plantar uma árvore é para as crianças da primária. Você, a sua família e amigos podem e devem plantar uma floresta ou pelo menos um pequeno bosque. E se pensa que estamos a dizer isto porque "é bonito plantar árvores" esqueça. Esta ação é a primeira da lista por um motivo simples. Se quer combater as alterações climáticas e evitar o colapso do planeta a que chamamos casa, temos mesmo de começar a plantar árvores. 2016 foi o ano mais quente de sempre em Portugal e isto depois de 2015 já ter sido o mais quente até então. Ah, se pensa que o problema da poluição é lá longe na Índia ou China fique a saber disto: em Madrid, aqui ao lado portanto, os carros só podem circular de forma alternada entre matrículas pares e ímpares. Pense nisso.

2) Compre uma mota de água. Se, claro, quiser rebentar com o seu orçamento mensal em algo que vai utilizar sete vezes na sua vida. A mota de água é claro uma analogia a algo que deve evitar em 2017. Por outras palavras, antes de avançar para a compra de algo dispendioso com real impacto na sua economia, pense primeiro. Estas são as despesas que efetivamente influenciam o seu futuro e que o "obrigam" a viver mais apertado. Por isso, não troque o "à vontade" por um eletrodoméstico qualquer. Se acha que a sua “cena” é mesmo os desportos náuticos, experimente várias vezes e fale com que já comprou. Se no final quiser mesmo avançar, compre usada. É que o que não faltam são arrependidos. Tal como lhe dissemos, você já é rico. Não precisa de uma moto de água para o provar.

3) Saia daqui. Nem que seja por uns dias e faça pelo menos uma viagem este ano. Toda a gente sabe que as viagens são algo bom de se fazer. A questão é que nem sempre passamos da intenção para ação e quando damos conta estamos a ler um texto sobre o que deve fazer no novo ano. Assim, prepare já a sua viagem, nem que só a pretenda fazer em Outubro próximo. Usufrua dos vários destinos que as companhias low cost promovem e assegure a sua estadia através do regime de aluguer local. Feito de forma antecipada, os valores tornam-se mesmo muito acessíveis. Se a internet não é a sua “cena”, consulte a SIMPLIFICA nº 4 e leia o artigo “Digam connosco: Ar-Bi-And-Bi”. Agora, deixe-se de frescuras e marque. Entre Praga, Dublin, Barcelona ou Bordéus há de haver algum sítio com interesse para si.

4) Aprenda algo novo. São 365 dias novinhos por estrear por isso não venha já com o choro do costume "Ah mas eu não tenho tempo" e por favor não nem tente o "Eu até queria mas não tenho dinheiro...". O que não falta por ai é cursos, formações e ateliers para todos os gostos e feitios. Se está com os câmbios em baixo, espreite os sites das câmaras municipais, associações de município, instituições de cariz público, etc. Há de encontrar algo, é garantido. Na rara hipótese de não conseguir encontrar nada, experimente uma coisa chamada internet. Aqui garantimos, há mesmo de tudo e quase tudo é gratuito. Desde cursos de línguas até programação de apps. Pode encontrar literalmente de tudo. Deixamos aqui um bom sítio para espreitar (cursera.com) mas se puder escolher, opte por cursos presenciais. Se não aprender nada, pode sempre fazer amigos o que é quase a mesma coisa. Mas por favor, tente! Não deixe que 2017 passe sem abrir a porta a um conjunto de oportunidades. Quem sabe se a sua verdadeira carreira ainda nem começou.

5) Arrisque em algo diferente. Lembre-se, você é rico. Por isso pode, ao contrário de grande parte da população mundial, arriscar um pouco mais. Aqui vale tudo. Desde fazer um percurso pedestre com a família e amigos até criar uma associação de micro agricultores biológicos locais. A ambição é o seu Norte e nada mais o pode fazer parar. Já cultivou alguma vez na vida? Porque não experimentar? Sempre quis abrir uma loja? Porque não uma de roupa usada? E uma associação que aproveite a arte e conhecimento técnico dos mais velhos para, por exemplo, reparar e concertar pequenos eletrodomésticos? E que tal organizar um mercado de usados uma vez por mês na sua localidade? Alguém tem de o fazer certo? Porque não você? Misture-se, arrisque, conviva, erre e acerte mas divirta-se. Você pode perfeitamente ser "aquele/a".

Um excelente 2017 para todos. Até para si! :)

 

CHILL OUT | ZEN

2016, O ANO QUE DETESTAVA MÚSICA.

NEM A MORTE NOS PRIVA DO NOSSO ÚLTIMO MOMENTO MUSICAL!

No momento em que escrevemos estas linhas, 2016 ainda está vivo e de boa saúde. O mesmo não se pode dizer do autor do melódico "Last Christmas" que por ironia do destino morreu em pleno Natal. Podemos acusar a morte de muitas coisas, mas nunca de falta de humor (negro). George Michael foi o último a padecer em 2016 mas não sabemos se de facto será o último. É que na altura em que escrevemos este texto o ano ainda não acabou e apesar de todos os nossos esforços, a Dona Morte nunca atendeu o telefone. Por isso, pedimos desculpas se este texto ficar até lá fora de validade.

Em 2016 a Morte não aderiu à semana das 38 horas.
No mundo da música, a ceifa começou bem cedo em 2016. O camaleão da pop mudaria de cor pela última vez em janeiro último e do David até ao George qualquer um que soubesse simplesmente assobiar dentro de tom parecia que estava com um pé para a cova. Quando olhamos para a lista dos "escolhidos" apetece-nos dizer que se a Morte tem um estilo musical, decididamente não há de ser pop, funk ou mesmo o rock. Ao que parece lá como cá a eletrónica é que está a dar. Assim, ficámos, só para citar mais alguns, sem Prince, Leonard Cohen, George Martin, etc. Claro que no meio de tudo isto ganhamos uma nova lista definitiva de Best-ofs mas perdemos toda e qualquer possibilidade de ver estrear novos singles.
Fora as piadas fáceis e o humor duvidoso, a verdade é que ficamos mais pobres. Alguns de nós muito mais pobres porque estes eram os intérpretes que tocavam como pano de fundo das nossas memórias e agora não estão cá para continuar a nossa banda sonora. Com isto, acabamos onde nunca quisemos acabar: na tristeza da perda.
Hei, não podíamos acabar aqui este artigo, pois não? Vá, sem vergonha. Ponha no máximo e dance como se não houvesse amanhã. Bom 2017!

Let´s dance!
https://www.youtube.com/watch?v=N4d7Wp9kKjA

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LAZER

REDONDO. TERRA DE BACO E BARRO.

VENHA, VAMOS BEBER UM COPO E SUJAR AS MÃOS.

Mas antes de levarmos o seu palato e tato a um estado de êxtase temos de lhe pedir que reflita sobre a seguinte informação e nos ajude a decidir.

Desde o início da SIMPLIFICA que não quisemos ser repetitivos, redutores e muito menos limitar a região do Alentejo ao vinho, isto apesar de ser um dos melhores destinos vinícolas do Mundo. Por isso, nas já oito localidades que o/a convidamos a conhecer, tentamos sempre evitar o óbvio. E assim, o vinho nunca apareceu em local de destaque nesta secção, dedicada aos 12 concelhos que a GESAMB serve. Até hoje. Mas nunca foi por falta de motivos ou não fosse o vinho um atrativo da região e dos seus concelhos. A nossa dificuldade aumenta quando parece que não há imprensa internacional que não a destaque e, teime ano após ano, em atribuir prémios ou coloca-la nos Best-of deste mundo. E não é só de vinho. É de comida, de praias, etc. Ora, 2016 não foi exceção como se pode ver no Top10 dos melhores destinos vinícolas de 2016 da conceituada revista norte americana Wine Enthusiast. A agravar o nosso dilema está o recurso a adjetivos como genuíno, tranquilo, rústico, autêntico quando tais entidades, bloggers e outros, descrevem o Alentejo nos tais Top e com os quais ainda por cima o concelho que este mês destacamos, Redondo, se identifica plenamente. Como podíamos evitar? 
Posto isto, o pedido de ajuda: continuamos a evitar o óbvio ou agarramos o touro pelos cornos? Nós vamos optar pela segunda. Espero que concorde. 

Beber vinho e moldar o barro: uma experiência sensitiva memorável.
É sabido que as memórias mais marcantes são aquelas às quais associamos sentimentos e exaltamos o maior número de sentidos e, tanto a experiência de cheirar e saborear o vinho como a de ouvir contar histórias antigas ou de mexer e moldar algo tão antigo como o barro conseguem definitivamente esse efeito. Por isso o nosso conselho de visita a Redondo começa no Museu do Vinho, passa pelo Museu do Barro e termina na Enoteca.

O Museu Regional do Vinho.
Em terra obrigatória na Rota dos Vinhos do Alentejo, onde reside um produtor com mais de 500 anos de existência e que por si só é responsável pela venda de 15 milhões de garrafas por ano (a Adega de Redondo) ou onde foi construída uma adega totalmente subterrânea única na Europa (a Herdade do Freixo) ou mesmo numa região que é por muitos considerada como a mais consistente das oito sub-regiões demarcadas do Alentejo, não podia faltar um Museu dedicado a este néctar dos Deuses. 
E se é daqueles/as que não percebe nada de vinho e acha que basta pisá-lo, esperar uns dias e engarrafa-lo, em primeiro lugar deve questionar a sua nacionalidade, em segundo tem mesmo de visitar este Museu, e no seu caso ainda com mais afinco. É aqui que vai começar a sua rendição a este prazer. É aqui que vai começar a perceber toda a arte e tradição da vitivinicultura. 
A entrada é livre, aqui fica o link: Museu Regional do Vinho

O Museu do Barro.
No caminho até ao Museu do Barro aproveite para calcorrear as ruas brancas da vila, subir ao Castelo para avistar Alandroal, ver as terras de Espanha e metade de Portugal, assim o canta um dos filhos da terra, o Vitorino e, não se acanhe em espevitar o seu sentido visual contemplando a arte exposta nas várias olarias que vai encontrando pelo caminho. Mas não se demore pois vai ter oportunidade de lá voltar e desta vez por as mãos na massa. 
Chegados ao Convento de Santo António, que é o mesmo que dizer hoje ao Museu do Barro, aprecie algumas das relíquias com cerca de 5 mil anos de história o todo o percurso histórico desta prática, tal é a antiguidade e a persistência desta tradição oleira em Redondo. Mas o que queremos mesmo que não perca é a oportunidade de fazer a visita às nove olarias do concelho e passar pela experiência de dar à roda e talvez trazer uma peça de sua criação. No final, como qualquer bom português não se esqueça de ser simpático e retribuir a amabilidade adquirindo uma peça decorativa ou utilitária lá para casa.
A entrada é livre, aqui fica o link: Museu do Barro

E por fim, a Enoteca.
Apostamos que nesta fase do seu passeio existe por ai já algum apetite e vontade de provar alguns dos caprichos vínicos que esta terra proporciona e por isso guardamos este local para o final. Mas não se deixe desiludir pela idade juvenil deste espaço, pois os quase 14 anos de existência são por aqui sinal de grande maturidade na arte de bem receber, pelo que para além de poder testar alguns dos conhecimentos que adquiriu nos espaços anteriores vai poder ver, tocar, cheirar, saborear vários regalos redondeiros que vão desde o pão, os enchidos, os queijos e claro, o vinho. E tudo servido na típica louça de barro. Uma ode para os sentidos. 
Aqui fica o link: Enoteca

   

 



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